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Dilma diz ter acordado triste com morte de Fidel Castro

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Aline Bronzati

A ex-presidente da República Dilma Rousseff lamentou, em nota, a morte do ex-presidente cubano Fidel Castro, o que classificou como motivo de luta e dor. “Fidel foi um dos mais importantes políticos contemporâneos e um visionário que acreditou na construção de uma sociedade fraterna e justa, sem fome nem exploração, numa América Latina unida e forte”, destacou ela, em nota.

Dilma disse ainda que “Sonhadores e militantes progressistas, todos que lutam por justiça social e por um mundo menos desigual” acordaram tristes neste sábado, 26 de novembro com a morte de Fidel, “líder da revolução cubana e uma das mais influentes expressões políticas do século 20”.

Fidel foi, de acordo com Dilma, “um homem que soube unir ação e pensamento, mobilizando forças populares contra a exploração de seu povo”. O classificou ainda como um “ícone para milhões de jovens em todo o mundo”.

“Meus mais profundos sentimentos à família Castro, aos filhos e netos de Fidel, ao seu irmão Raul e ao povo cubano. Minha solidariedade e carinho neste momento de dor e despedida. Hasta siempre, Fidel!”, finalizou Dilma.

A ex-presidente não informou se participará do funeral de Fidel, em Havana. Ele faleceu na sexta-feira, 25, à noite aos 90 anos. O corpo do líder da revolução cubana será cremado e foi decretado luto oficial de 9 dias no país caribenho, período que deve se encerrar com o funeral, no dia 4 de dezembro.

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