Virada de 180º

Relações familiares e a psicoterapia reencarnacionista

Fernanda Canellas

As relações familiares têm uma grande importância em nossas vidas. Porém, nem sempre as mães conseguem expressar verdadeiramente o amor que sentem pelos filhos, desenvolvendo sentimentos contraditórios, eivados de culpa e remorsos.

Vamos ver hoje um desses casos, em que uma jovem mãe sofria por perceber que não havia dado ao seu filho único, todo o amor que deveria, quando esse ainda era uma criança. Com sua autorização publicamos aqui uma das suas sessões de regressão, em que lhe foi mostrada a razão desses sentimentos que a perturbavam na atual encarnação. Para proteger sua privacidade, vamos chamá-la de Ana.

Ana se viu como uma feiticeira, morando numa caverna, no alto de uma montanha, cercada de muita areia; possivelmente um deserto.

Ela via um menino, que iria ser morto por soldados. Agindo rapidamente ela pega o menino e consegue despistar aqueles homens, levando-o para sua caverna. Lá eles vivem uma vida muito simples, isolados de tudo, mas em um ambiente ensolarado, limpo e organizado. Eles viviam distantes da sociedade, mas ela se sentia forte, auto-suficiente e corajosa, segura e confiante, mesmo sem o auxílio de nenhuma outra pessoa.

Certo dia, porém, um daqueles soldados consegue encontrar a entrada dessa habitação. Ele a ataca, segurando-a pela gola da túnica e começa a desferir socos em seu rosto, deixando-a morta no chão, com o rosto desfigurado. Ele também agride a criança, cortando seu pescoço num golpe fatal.

Já em espírito, ela observa a cena, e pensa que nenhum dos seus poderes místicos, havia sido capaz de proteger a si mesma nem ao menino, e que somente Deus tinha esse poder. Nesse momento, seu mentor a segura amorosamente e a conduz a uma colônia espiritual, onde ela recebe inúmeros tratamentos energéticos que vão recompondo seu perispírito pouco a pouco.

Ela então é informada de que o menino estava bem, em outra colônia, e que ela não se entristecesse porque ele voltaria aos seus braços amorosos. Nesse momento, ela reconhece em seu filho da atual encarnação, a figura daquele menino de outrora. Seus mentores lhe dizem que ele é um espírito muito iluminado. Dizem também, que na vida atual, por medo de sofrer novamente, ela havia bloqueado o amor que sentia por ele, como forma de proteção, de defesa. Ela evitava se apegar a ele e a qualquer outra criança, como reflexo do sofrimento pelo qual havia passado.

Terminada a regressão, Ana pôde entender que todos aqueles sentimentos contraditórios tinham origem num passado remoto e que, certamente, não iriam mais interferir na relação com seu filho tão amado.

Quando enfrentamos problemas de relacionamento com nossos familiares, muitas das vezes não conseguimos entender o porquê de determinados sentimentos ou determinadas atitudes nossas e/ou dos seres queridos. Através da psicoterapia reencarnacionista, temos a oportunidade de identificar a origem do problema, nos desconectarmos energeticamente da situação vivida e finalmente mudarmos nosso padrão de comportamento, alterando de forma bastante positiva a convivência familiar.

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