Já morri muitas vezes, mas, ainda assim, continuo viva… Inteira? Possivelmente, não. Mas isso não significa que eu não continue sendo. Sendo eu, mesmo entre os pedaços; sendo força, mesmo quando me sinto fraca; sendo presença, mesmo depois de tantas perdas físicas e metafóricas.
Algumas mortes não levam a pessoa embora, apenas levam versões de quem ela foi, e talvez seja isso que a vida tenha feito comigo tantas vezes: me quebrado, me arrancado partes e me obrigado a continuar, mesmo quando eu não tive força sequer para levantar da cama.


Saúde é tão importante.