Talvez a felicidade
seja feita de coisas pequenas
que só depois parecem enormes.
Um café com a mãe.
Um quebra-cabeça no chão com a filha.
Uma risada demorada entre amigos.
Uma conversa sem pressa.
Talvez a gente passe a vida
procurando grandes acontecimentos
e só mais tarde perceba:
a felicidade estava ali,
quietinha,
acontecendo enquanto a gente vivia.


Lindo, querida Dona Irene no final de 70, compus uma canção, “Café da Vovó”, que dialoga com teus saborosos versos em 26…Maravilha! O refrão diz:
“Que a felicidade está / nas pequenas coisinhas a sua volta / no café da vovó / naquele cafezinho com Pandeló…”
Enviarei para publicarmos completa no Café Literário. Gratíssimo.