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Brasília

BRB alimenta inflação com reajuste de 25%

Foto/Arquivo Notibras
Antônio Albuquerque

Apesar de ser um banco teoricamente voltado para o desenvolvimento do Distrito Federal e do Centro-Oeste, o BRB não apresenta lucros satisfatórios, a ponto de frustrar seus acionistas na hora de distribuir os dividendos. Uma das causas desse fracasso é atribuído à política de aluguel de imóveis de terceiros.

O exemplo mais gritante acaba de vir à tona: a renovação de um contrato de um prédio com reajuste de 25%, quando a inflação não bate nos 5 por cento. A edificação fica no Setor de Indústria e Abastecimento. Foi alugado no governo de Rodrigo Rollemberg, por 160 mil reais mensais, com reajuste anual.

O contrato venceu no final de 2018. Agora, de uma tacada só, os proprietários passaram a receber mensalmente 200 mil reais, fruto de uma renovação aprovada com a velocidade da luz, sem licitação. No local funciona a área de suporte de Tecnologia da Informação do Banco de Brasília. Setor que, aliás, vira e mexe deixa os correntistas loucos.

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