Tem poema safado, que pena, calado, safena, psicografado…

Meu poema: Encontraste, num sebo, Num lampejo. Sem enredo. Pra que lê-lo? (Edna Domenica) E no chão dormia, o pequeno alfarrábio. Feito de escritas e sonhos. A espera do enredo. O complemento de tudo. Aquilo que não está explícito. No jogo breve de signos. Nas entrelinhas dos traços. (Gilberto Motta) E lá jazia, o pequeno … Continue lendo Tem poema safado, que pena, calado, safena, psicografado…