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Brasília

Velhos negócios sujos ficam rondando BRB

Foto/Arquivo Notibras
Bartô Granja

O Banco de Brasília adquiriu em 2010 um software por 5 milhões de reais. Passados quase 10 anos, o produto foi entregue apenas em parte. A empresa contratada recebeu uma multa simbólica de 40 mil reais, correspondente a menos de 1% do valor do contrato.

Entra ano, sai ano, o negócio não se resolve. A contratada é mantida até hoje. Suspeita-se da atuação de um lobby que acoberta supostas irregularidades. Agora o caso está na alçada da Polícia Civil. As investigações correm em sigilo.

Um dos suspeitos da negociata chegou a ser preso na Operação Circus Maximus, deflagrada no final do ano passado. Vasco Rodrigues e Ricardo Leal, também presos na ocasião, continuam atrás das grades.

Alguns dos responsáveis pela assinatura do contrato já estão aposentados. Outros foram promovidos e ocupam cargos-chave, que vão de superintendente a consultor da presidência do BRB.

A atual diretoria estaria fazendo vista grossa, segundo fontes credenciadas informaram a Notibras. A Procuradoria-Geral do Distrito Federal também não estaria interessada em investigar o assunto.

A diretoria do Banco de Brasília, procurada, não havia se manifestado até a edição desta matéria.

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