{"id":112874,"date":"2016-08-21T21:27:22","date_gmt":"2016-08-22T00:27:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=112874"},"modified":"2016-08-22T06:29:52","modified_gmt":"2016-08-22T09:29:52","slug":"comite-olimpico-brasileiro-mira-o-futuro-sonhando-com-mais-medalhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/comite-olimpico-brasileiro-mira-o-futuro-sonhando-com-mais-medalhas\/","title":{"rendered":"Comit\u00ea Ol\u00edmpico Brasileiro mira o futuro sonhando com mais medalhas"},"content":{"rendered":"<div id=\"Corpo\">\n<h6 class=\"Assina\"><strong>Paulo Favero e Raphael Ramos<\/strong><\/h6>\n<p>O Brasil teve no Rio-2016 a sua melhor participa\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria dos Jogos Ol\u00edmpicos, mas n\u00e3o atingiu a meta estipulada pelo COB (Comit\u00ea Ol\u00edmpico do Brasil). Com sete medalhas de ouro, seis de prata e seis de bronze, o Time Brasil subiu ao p\u00f3dio 19 vezes. O objetivo da entidade era que o Pa\u00eds conquistasse 27 ou 28 medalhas e terminasse a Olimp\u00edada entre os 10 mais bem colocados no n\u00famero total de p\u00f3dios.<\/p>\n<p>Com oito medalhas a menos do que o previsto, o Brasil n\u00e3o conseguiu ficar no Top 10 nem pelo crit\u00e9rio do total de medalhas nem pelo ranking qualitativo (n\u00famero de ouros) &#8211; ficou em 13.\u00ba lugar nos dois. Com mais tr\u00eas medalhas, por exemplo, o Pa\u00eds empataria com o Canad\u00e1, que foi o 10.\u00ba colocado pelo total de medalhas.<\/p>\n<p>O crescimento em rela\u00e7\u00e3o aos Jogos de Londres, em 2012, foi pequeno. Mesmo com o apoio da torcida e aumento nos investimentos, o Brasil conquistou somente duas medalhas a mais do que na Inglaterra, h\u00e1 quatro anos.<\/p>\n<p>Para os Jogos do Rio, o Brasil teve a maior delega\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria, com 465 atletas. Foi feito um planejamento especial, justamente para uma edi\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica em casa, e, por isso, a proje\u00e7\u00e3o do COB era que o Brasil pudesse ficar no Top 10.<\/p>\n<p>Mas foram muitas as decep\u00e7\u00f5es que fizeram o Brasil n\u00e3o alcan\u00e7ar a meta do COB. A equipe de nata\u00e7\u00e3o, por exemplo, n\u00e3o subiu nenhuma vez no p\u00f3dio, sendo que o objetivo era conquistar quatro medalhas. At\u00e9 o v\u00f4lei, com tr\u00eas p\u00f3dios (dois ouros e uma prata), ficou aqu\u00e9m do esperado. A expectativa era de seis p\u00f3dios, somando as equipes de quadra e praia.<\/p>\n<p>Nem mesmo as modalidades consideradas &#8220;surpresas&#8221; contribu\u00edram para que o Brasil tivesse um desempenho melhor no Rio. O COB esperava que levantamento de peso e tiro com arco pudessem subir ao p\u00f3dio, mas n\u00e3o foi isso que aconteceu. A \u00fanica &#8220;surpresa&#8221; foi o bronze conquistado no \u00faltimo s\u00e1bado por Maicon Andrade no tae kwon do.<\/p>\n<p><strong>DE OLHO NO FUTURO<\/strong> &#8211; Na vela, o Brasil conquistou apenas uma medalha, de ouro, mas chegou a sete medal races. Para o presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Vela, Marco Aur\u00e9lio Ribeiro, a equipe mostrou que tem boas perspectivas de futuro para uma modalidade que sempre ganha medalhas para o Pa\u00eds. &#8220;A vela entrou com uma equipe renovada na Olimp\u00edada, tanto com a Martine e Kahena, como com o Jorge Zarif, que foi quarto lugar. Pela idade que eles t\u00eam, ir\u00e3o a mais duas Olimp\u00edadas&#8221;, comentou<\/p>\n<p>O dirigente, inclusive, n\u00e3o descarta um retorno de Robert Scheidt para os Jogos de T\u00f3quio, em 2020, apesar de o velejador j\u00e1 ter anunciado a sua aposentadoria ol\u00edmpica. &#8220;Primeiro que ainda tenho esperan\u00e7a de ele n\u00e3o se aposentar. Temos duas jovens ganhando medalha de ouro, o Zarif muito decepcionado com o quarto lugar, o que \u00e9 bom. O inconformismo pode ajudar a chegar a T\u00f3quio bem&#8221;.<\/p>\n<p>A renova\u00e7\u00e3o de atletas de ponta na vela sempre preocupou a confedera\u00e7\u00e3o. Agora, o dirigente acredita que pelos pr\u00f3ximos 12 anos o Brasil conta atletas que poder\u00e3o brigar por medalhas. &#8220;Nas classes onde n\u00e3o tivemos uma performance muito boa vamos fazer um trabalho de renova\u00e7\u00e3o, com jovens&#8221;.<\/p>\n<p>Outro carro-chefe de medalhas para o Brasil, o jud\u00f4 conquistou tr\u00eas medalhas, n\u00famero inferior a Londres. A CBJ (Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Jud\u00f4) se mostrou incomodada por n\u00e3o ter garantido mais p\u00f3dios. &#8220;A equipe se preparou melhor que o resultado e o desempenho que tivemos. Por outro lado, teve uma dilui\u00e7\u00e3o de medalhas. Nunca tiveram 26 pa\u00edses conquistando medalhas&#8221;, comentou Ney Wilson, gestor de alto rendimento da entidade.<\/p>\n<p>J\u00e1 na canoagem velocidade, com a ajuda de Isaquias Queiroz, o Brasil conquistou tr\u00eas p\u00f3dios, todos com o garoto. O feito se deve principalmente ao trabalho do t\u00e9cnico espanhol Jesus Morl\u00e1n, que ainda vai discutir com o COB a sua perman\u00eancia no Pa\u00eds como treinador.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-70065\" src=\"http:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/estadao.png\" alt=\"estadao\" width=\"99\" height=\"16\" \/><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Favero e Raphael Ramos O Brasil teve no Rio-2016 a sua melhor participa\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria dos Jogos Ol\u00edmpicos, mas n\u00e3o atingiu a meta estipulada pelo COB (Comit\u00ea Ol\u00edmpico do Brasil). 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