{"id":115641,"date":"2016-09-16T16:00:43","date_gmt":"2016-09-16T19:00:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=115641"},"modified":"2016-09-16T08:26:57","modified_gmt":"2016-09-16T11:26:57","slug":"movimento-e-o-melhor-remedio-contra-sequelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/movimento-e-o-melhor-remedio-contra-sequelas\/","title":{"rendered":"Movimento \u00e9 o melhor rem\u00e9dio contra sequelas"},"content":{"rendered":"<p><strong>Beka Andrade, Edi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O processo de adoecimento e a necessidade de uma interna\u00e7\u00e3o hospitalar podem causar grandes preju\u00edzos \u00e0 capacidade funcional do paciente. Tudo isto pode ser ainda mais complicado caso ele precise passar por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).<\/p>\n<p>A \u00faltima condi\u00e7\u00e3o certamente impacta na qualidade de vida destas pessoas, e reduzir esse choque, \u00e9 o objetivo de um grupo de fisioterapeutas do Hospital Santa Luzia, em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Os especialistas elaboraram um estudo com parceiros estrangeiros para colocar em pr\u00e1tica a ideia de inserir a assist\u00eancia sistematizada de fisioterapia na recupera\u00e7\u00e3o dos pacientes nos mais variados graus de criticidade.<\/p>\n<p>Desde 2012, esse estudo multic\u00eantrico est\u00e1 sendo implantado no hospital e os resultados s\u00e3o mais do que satisfat\u00f3rios.<\/p>\n<p>\u201cGeralmente quem passa pela UTI sai com sequelas motoras, n\u00e3o conseguem andar direito, ou desenvolvem dificuldades para realizar atividades simples como pentear os cabelos e at\u00e9 alimentar-se. Com esse m\u00e9todo conseguimos aperfei\u00e7oar o tratamento e a reabilita\u00e7\u00e3o para que o paciente deixe a interna\u00e7\u00e3o com maior independ\u00eancia funcional, ou seja, mais preparado para ser reinserido na sociedade com a maior qualidade de vida poss\u00edvel\u201d, explica o fisioterapeuta do Hospital Santa Luzia, Jos\u00e9 Aires, coautor do estudo.<\/p>\n<p>De acordo com ele, \u00e9 completamente ultrapassada a cultura de que pessoas adoentadas necessitam de repouso absoluto. Jos\u00e9 Aires acrescenta que o certo \u00e9 fazer exatamente o contr\u00e1rio: acord\u00e1-las e coloc\u00e1-las para se movimentar.<\/p>\n<p>\u201cEle deve sair da posi\u00e7\u00e3o deitada e ser estimulado a se sentar, levantar-se e ficar em p\u00e9 o mais breve poss\u00edvel. Caminhar pelos corredores do hospital, buscar alguma janela mais pr\u00f3xima, conectar-se com o ambiente externo, respirar um ar livre e de certa forma tentar esquecer-se do ambiente hospitalar por breves momentos. Isso faz toda a diferen\u00e7a\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Aires afirma que de 80 a 85% dos que passaram pela UTI, ao receber a alta saem caminhando de maneira independente, reduzindo a necessidade de uma nova interna\u00e7\u00e3o, especialmente nos pacientes mais idosos. \u201cObservamos que os pacientes saem com uma nova perspectiva de vida. Isso gera um impacto f\u00edsico, mental e cognitivo, pois o indiv\u00edduo melhora a forma de enfrentamento da doen\u00e7a. Isso \u00e9 muito importante e auxilia demais no tratamento como um todo\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Beka Andrade, Edi\u00e7\u00e3o O processo de adoecimento e a necessidade de uma interna\u00e7\u00e3o hospitalar podem causar grandes preju\u00edzos \u00e0 capacidade funcional do paciente. Tudo isto pode ser ainda mais complicado caso ele precise passar por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 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