{"id":116419,"date":"2016-09-23T07:18:27","date_gmt":"2016-09-23T10:18:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=116419"},"modified":"2016-09-23T12:06:10","modified_gmt":"2016-09-23T15:06:10","slug":"acronimo-desce-em-bh-e-pega-aliado-de-pimentel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/acronimo-desce-em-bh-e-pega-aliado-de-pimentel\/","title":{"rendered":"Acr\u00f4nimo desce em BH e pega aliado de Pimentel"},"content":{"rendered":"<div id=\"Corpo\">\n<h6 class=\"Assina\"><strong>Andreza Matais e F\u00e1bio Fabrini<\/strong><\/h6>\n<p>A Pol\u00edcia Federal deflagrou nesta sexta-feira, 23, mais uma fase da Opera\u00e7\u00e3o Acr\u00f4nimo, que investiga suposto esquema de corrup\u00e7\u00e3o envolvendo verbas do BNDES na gest\u00e3o do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), quando este comandava o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Dentre os alvos da 9\u00aa fase da a\u00e7\u00e3o, est\u00e1 o chefe da Casa Civil de Minas Gerais, Marco Ant\u00f4nio Rezende, e outras pessoas relacionadas \u00e0s empresas de consultorias MOP e OPR em MG. Essa fase tamb\u00e9m investiga outro esquema paralelo supostamente envolvendo o governador de Minas com a empresa OAS, alvo de busca. N\u00e3o h\u00e1 pris\u00f5es. Apenas mandados de condu\u00e7\u00e3o coercitiva e busca a apreens\u00e3o.<\/p>\n<p>A MOP Consultoria e Assessoria, um dos alvos da a\u00e7\u00e3o da PF, foi aberta em novembro de 2012 pelo atual presidente da Companhia de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o de Minas (Prodemge), Paulo de Moura, e por Rezende. Eles integravam o primeiro escal\u00e3o da prefeitura de Belo Horizonte na gest\u00e3o Pimentel (2001-2008) e ficaram nos cargos at\u00e9 2012, j\u00e1 na administra\u00e7\u00e3o Marcio Lacerda (PSB).<\/p>\n<p>Investigadores da Opera\u00e7\u00e3o Acr\u00f4nimo suspeitam que o governador seja o dono da consultoria e benefici\u00e1rio de recursos recebidos por ela. Em 25 de junho do ano passado, numa das fases da Acr\u00f4nimo, a PF recolheu notas fiscais dos pagamentos \u00e0 MOP e a outras empresas atribu\u00eddas pelos investigadores ao governador. Os documentos estavam numa sala alugada por Pimentel para ser seu escrit\u00f3rio pol\u00edtico em BH.<\/p>\n<p>No local da apreens\u00e3o funcionavam outras empresas supostamente de propriedade de Pimentel, como a OPR Consultoria Imobili\u00e1ria, em nome Ot\u00edlio Prado, um dos principais assessores do petista.<\/p>\n<p>A MOP \u00e9 investigada por liga\u00e7\u00f5es com Fernando Pimentel. Ela recebeu R$ 635 mil do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra). A entidade representa as via\u00e7\u00f5es de \u00f4nibus da capital mineira, contratadas na gest\u00e3o do petista, em 2008, para operar as linhas da cidade por 20 anos, com faturamento previsto de R$ 10 bilh\u00f5es. Rezende coordenava a licita\u00e7\u00e3o. A empresa dele teve ainda mais sete clientes e faturou R$ 1,9 milh\u00e3o em 21 meses.<\/p>\n<p>A consultoria teve vida curta. Em dezembro de 2014, logo ap\u00f3s Pimentel vencer as elei\u00e7\u00f5es para o governo de Minas, os dois s\u00f3cios a fecharam. Ambos trabalharam na campanha e, em seguida, na equipe que cuidou da transi\u00e7\u00e3o do governo. Rezende era coordenador financeiro e jur\u00eddico do comit\u00ea.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andreza Matais e F\u00e1bio Fabrini A Pol\u00edcia Federal deflagrou nesta sexta-feira, 23, mais uma fase da Opera\u00e7\u00e3o Acr\u00f4nimo, que investiga suposto esquema de corrup\u00e7\u00e3o envolvendo verbas do BNDES na gest\u00e3o do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), quando este comandava o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio. 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