{"id":118444,"date":"2016-10-14T06:38:42","date_gmt":"2016-10-14T09:38:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=118444"},"modified":"2016-10-14T08:27:37","modified_gmt":"2016-10-14T11:27:37","slug":"pegadinhas-que-fazem-mesmo-rir-de-tropecar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pegadinhas-que-fazem-mesmo-rir-de-tropecar\/","title":{"rendered":"Pegadinhas que fazem mesmo rir de trope\u00e7ar"},"content":{"rendered":"<p><strong>Gabi Oliveira, Edi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Toda noiva espera que o dia do seu casamento seja perfeito, mas nem sempre as coisas acontecem como planejadas. Prova disso s\u00e3o as muitas hist\u00f3rias contadas por a\u00ed.<\/p>\n<p>Cano do cabeleireiro, maquiagem capenga, perfume nos olhos e at\u00e9 um vestido queimado fizeram, sem querer, parte do pacote de Dia da Noiva dessas mulheres.<\/p>\n<p>Veja a seguir algumas pegadinhas, reveladas por Carol Salles.<\/p>\n<p><strong>Perfume nos olhos, quem nunca?<\/strong><br \/>\n\u201cDurante as fotos do making of, quando eu j\u00e1 estava quase pronta para o casamento, o fot\u00f3grafo sugeriu fazermos a tradicional imagem da noiva borrifando perfume no corpo. Eu, toda maquiada e vestida, sem pensar muito, apontei o jato em dire\u00e7\u00e3o ao rosto, achando que a pose ficaria linda. Levei uma borrifada de perfume dentro dos olhos. Gritei de dor, sentia queimar e ardia muito. Foi um corre-corre para me socorrer. Fiquei com o olho vermelho igual sangue e uma dor absurda. Por isso, a maioria das fotos do meu making of s\u00e3o olhando pra baixo ou de olhos fechados.\u201d<\/p>\n<p>Juliana Sampaio, 32 anos, advogada, do Rio de Janeiro<\/p>\n<p><strong>Incenso do mal<\/strong><br \/>\n\u201cQuando cheguei na cl\u00ednica onde seria realizado meu Dia da Noiva, entreguei meu vestido \u00e0 dona do local. Ela pediu para eu deitar numa maca e come\u00e7ou a fazer massagem. Na sequ\u00eancia, aproveitou que eu j\u00e1 estava deitada para me maquiar. Quando terminou, abri os olhos e vi uma fuma\u00e7a. Perguntei o que era e ela respondeu que havia acendido um incenso. Pensei, \u201cQue del\u00edcia!\u201d Ela pediu que eu me levantasse para colocar o vestido. Levantei sorrindo, muito relaxada, mas quando olhei para o seu rosto, vi uma express\u00e3o de susto. Perguntei: \u201cO que foi?\u201d e ela ent\u00e3o me contou que o incenso, que era de um tipo grosso, diferente dos comuns, havia queimado o vestido. N\u00e3o acreditei! Entrei em p\u00e2nico e fiquei sem saber o que fazer. Ela pediu para que eu colocasse o vestido e notamos que a parte estragada n\u00e3o ficou vis\u00edvel. Casei com o vestido queimado e ningu\u00e9m percebeu. At\u00e9 hoje, quando nos encontramos, damos risada disso.\u201d<\/p>\n<p>Eliana Longatto, 53 anos, professora, de Mogi Gua\u00e7u (SP)<\/p>\n<p><strong>Miga, refor\u00e7a essa cola!<\/strong><br \/>\n\u201cMeu Dia da Noiva, na verdade, foi \u00f3timo. Mas, como n\u00e3o tinha experi\u00eancia com maquiagens mais elaboradas, sa\u00ed do sal\u00e3o sem conseguir imaginar o que aconteceria logo mais. A caminho da cerim\u00f4nia, j\u00e1 toda vestida, o carro do meu padrasto, que acompanhava o meu, teve um problema que nos obrigou a parar. A essa altura, estava sentindo os c\u00edlios posti\u00e7os tortos, me incomodando um pouco. Como estava lindo e eu n\u00e3o queria tirar, procurei n\u00e3o pensar nisso. Quando nos prepar\u00e1vamos para continuar, olhei para o meu vestido e vi ca\u00eddo sobre o meu colo um dos c\u00edlios. Hoje at\u00e9 dou risada da situa\u00e7\u00e3o mas, na hora, me desesperei. Como iria fazer? Precisaria tirar o outro, correndo o risco de estragar o make, ou dar um jeito de colar aquele de volta. Minha m\u00e3e saiu batendo de porta em porta na vizinhan\u00e7a onde nos encontr\u00e1vamos (no bairro do Br\u00e1s, em S\u00e3o Paulo) at\u00e9 achar uma mo\u00e7a que, para nossa sorte, era maquiadora. Ela foi at\u00e9 o carro e n\u00e3o s\u00f3 colou os c\u00edlios de volta como retocou toda a maquiagem, j\u00e1 que eu havia chorado ao ver o estrago. No fim, os c\u00edlios ficaram t\u00e3o bem colados que dif\u00edcil foi tir\u00e1-los depois da festa.\u201d<\/p>\n<p>Jussara Nogueira da Cruz, microempres\u00e1ria, 24 anos, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><strong>Aquele perdido b\u00e1sico<\/strong><br \/>\n\u201cSa\u00ed de S\u00e3o Paulo para casar em Bel\u00e9m, onde nasci. Escolhi um cabeleireiro de um sal\u00e3o conceituado da cidade. Estava segura pois j\u00e1 havia feito uma produ\u00e7\u00e3o com ele e gostado muito. Uns dias antes, fui v\u00ea-lo e mostrar as refer\u00eancias do penteado que eu havia escolhido. Fizemos um teste e ficou \u00f3timo. No dia do casamento, ele me orientou a chegar de manh\u00e3, j\u00e1 que o cabelo teria de ser enrolado e isso levaria algum tempo. Cheguei e ele n\u00e3o estava l\u00e1. A equipe do sal\u00e3o falou que ele estava atrasado. Fiz outras coisas e permaneci tranquila, pois o casamento seria s\u00f3 \u00e0 noite. Voltei ao sal\u00e3o no meio da tarde e a\u00ed sim fiquei apreensiva, pois nada do cabeleireiro. O tempo ia passando e eu cada vez mais angustiada. At\u00e9 que vieram me avisar que ele havia tido um contratempo e n\u00e3o poderia me atender. Meu mundo desmoronou. Quem apareceu para me \u201csalvar\u201d foi a dona do sal\u00e3o. Ela assumiu o trabalho e, mesmo com medo por n\u00e3o conhecer o trabalho dela, aceitei. Afinal, n\u00e3o tinha outra op\u00e7\u00e3o. E, no fim das contas, o penteado ficou melhor do que eu esperava.\u201d<\/p>\n<p>Narda Negr\u00e3o, analista de conte\u00fado, 33 anos, de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><strong>Make argamassa e massagem cilada<\/strong><br \/>\n\u201cAlgumas semanas antes do casamento, fui at\u00e9 o sal\u00e3o para fazer teste de cabelo e maquiagem. Saindo de l\u00e1, segui direto para um churrasco. Percebi que minhas amigas ficavam olhando de maneira estranha para mim. Perguntei o que tinham achado da produ\u00e7\u00e3o, mas ningu\u00e9m falava. At\u00e9 que uma delas, revendedora e treinadora de uma marca de cosm\u00e9ticos, quebrou o gelo e falou abertamente que o make estava carregado, mal feito e que n\u00e3o combinava em nada comigo. Ela se prop\u00f4s a me maquiar no grande dia. Ent\u00e3o, voltei ao sal\u00e3o e tentei tirar a maquiagem do pacote ou mudar de profissional, mas n\u00e3o deixaram. Consegui, apenas, combinar de levar meus pr\u00f3prios produtos (que seriam emprestados pela minha amiga). Ela, ent\u00e3o, me explicou tintim por tintim como a maquiagem deveria ser feita, a ordem de aplica\u00e7\u00e3o dos produtos, o que pedir para o maquiador. E foi o que eu fiz, sob o olhar feio dos profissionais do sal\u00e3o. Mas n\u00e3o foi s\u00f3 isso. No meu pacote havia tamb\u00e9m uma massagem. S\u00f3 que a massagista deu o cano e a dona do sal\u00e3o se encarregou de fazer. Al\u00e9m de pesar muito a m\u00e3o, ela falava o tempo inteiro. Eu n\u00e3o consegui relaxar nem um pouco. Eu estava esperando um ambiente aromatizado, com m\u00fasica, velas, tranquilo. Mas foi numa maca com tudo aceso, porta aberta. Eu at\u00e9 falei que minhas amigas haviam chegado, para poder ser dispensada mais cedo da massagem.\u201d<\/p>\n<p>Virg\u00ednia Deir\u00f3 Nosella, 35 anos, terapeuta ocupacional de Santo Andr\u00e9 (SP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gabi Oliveira, Edi\u00e7\u00e3o Toda noiva espera que o dia do seu casamento seja perfeito, mas nem sempre as coisas acontecem como planejadas. Prova disso s\u00e3o as muitas hist\u00f3rias contadas por a\u00ed. 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