{"id":129024,"date":"2017-02-17T08:43:13","date_gmt":"2017-02-17T10:43:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=129024"},"modified":"2017-02-17T09:31:21","modified_gmt":"2017-02-17T11:31:21","slug":"amy-lee-volta-com-evanescense-e-mostra-grupo-maduro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/amy-lee-volta-com-evanescense-e-mostra-grupo-maduro\/","title":{"rendered":"Amy Lee volta com Evanescense, um grupo mais maduro"},"content":{"rendered":"<div id=\"Corpo\">\n<h6 class=\"Assina\"><strong>Pedro Antunes<\/strong><\/h6>\n<p>Os gritos dos f\u00e3s eram t\u00e3o altos que invadiam a su\u00edte do hotel em Santa Tereza, no Rio de Janeiro, pela sacada e desconcertavam Amy Lee, vocalista do Evanescence. Na cal\u00e7ada, l\u00e1 embaixo, um grupo de 10 jovens, entre alguns rec\u00e9m-sa\u00eddos da inf\u00e2ncia e outros adolescentes, fazia o que podia para ser escutado pela diva que, naquele dia, horas depois, se apresentaria no Rock in Rio de 2011. Ao mesmo tempo em que tentava responder \u00e0s quest\u00f5es dos jornalistas posicionados em c\u00edrculo ao redor dela, a cantora ent\u00e3o de 29 anos n\u00e3o conseguia disfar\u00e7ar o sorriso pelo carinho daquela garotada que chegava aos seus ouvidos.<\/p>\n<p>&#8220;Uau, seis anos j\u00e1 se passaram desde aquele dia&#8221;, surpreende-se a cantora, ao telefone. Depois daquela passagem pelo Brasil, o grupo retornou ao Pa\u00eds no ano seguinte, ainda com o disco Evanescence, o terceiro deles, de 2011, debaixo do bra\u00e7o. Aquela foi a \u00faltima grande turn\u00ea do Evanescence at\u00e9 agora, quando o grupo inicia um novo giro mundial com tr\u00eas shows no Brasil &#8211; a apresenta\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo est\u00e1 marcada para ocorrer em 23 de abril, no Espa\u00e7o das Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>E Amy Lee est\u00e1 ansiosa para voltar a sentir aquela mesma felicidade provocada pelos f\u00e3s da banda em qualquer lugar que passe, embora ela admita que os brasileiros s\u00e3o especialmente calorosos nesse quesito. Depois de pisar no freio para poder dedicar mais tempo ao filho Jack, nascido em 2014, a cantora estava com saudade dos est\u00fadios e dos palcos. No ano passado, inspirada pela maternidade, ela criou algo que chama de &#8220;disco de fam\u00edlia&#8221;.<\/p>\n<p>Ao lado do pai, John Lee, e das irm\u00e3s Carrie e Lori, ela gravou Dream Too Much, uma esp\u00e9cie de \u00e1lbum para crian\u00e7as, nos quais leva sua voz de cantora l\u00edrica para longe das guitarras pesadas. A fam\u00edlia Lee criou vers\u00f5es delicadas, erguidas sobre bases de ukulele, piano e viol\u00e3o, de m\u00fasicas como Hello Goodbye, dos Beatles, e Rubber Duckie, do programa infantil Vila S\u00e9samo. O trabalho foi lan\u00e7ado com exclusividade na Amazon norte-americana, em setembro de 2016.<\/p>\n<p>Amy Lee, contudo, sentia que era chegado o momento de fazer com que o Evanescence tamb\u00e9m sa\u00edsse da inani\u00e7\u00e3o. Afinal, os mesmos seis anos que separam aquela entrevista na regi\u00e3o central do Rio do novo papo com o jornal &#8220;O Estado de s. Paulo&#8221; tamb\u00e9m marcam a \u00faltima vez que a banda lan\u00e7ou um trabalho in\u00e9dito. Esse hiato est\u00e1 prestes a acabar, garante ela.<\/p>\n<p>&#8220;Sim, estamos gravando novas m\u00fasicas&#8221;, conta Amy Lee, sem querer, contudo, revelar muito do trabalho que dar\u00e1 sequ\u00eancia \u00e0 discografia do grupo, formada por Fallen (2003), The Open Door (2006) e o j\u00e1 citado Evanescence. &#8220;Estamos nos sentindo muito energizados como banda de novo. E \u00e9 \u00f3timo trabalhar em um material in\u00e9dito, mesmo que ainda n\u00e3o seja o momento de falar muito sobre ele.&#8221;<\/p>\n<p>No fim do ano passado, foi lan\u00e7ada uma colet\u00e2nea chamada Ultimate Collection Box Set, em vinil. Ainda n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o para a chegada do quarto disco da banda, segundo a cantora, porque as can\u00e7\u00f5es novas ainda est\u00e3o em um est\u00e1gio embrion\u00e1rio. &#8220;Ainda n\u00e3o fomos para o est\u00fadio para gravar. Estamos em uma fase anterior, de cria\u00e7\u00e3o. Mas, se posso dizer algo, \u00e9: estamos muito felizes e leves. Estamos nos sentindo muito bem, tudo tem sido positivo. \u00c9 claro que se apresentar ao vivo \u00e9 \u00f3timo, mas poder se sentir criativo de novo \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o incr\u00edvel.&#8221;<\/p>\n<p>Amy Lee est\u00e1 particularmente animada para apresentar ao seu p\u00fablico a atual forma\u00e7\u00e3o da banda. Da turma que fundou o Evanescence, somente a vocalista restou. Atualmente, seguem ao lado dela Tim McCord (baixista desde 2006), Will Hunt (baterista oficializado em 2011), Troy McLawhorn (guitarrista desde 2015, embora j\u00e1 tocasse com o grupo em shows desde 2007) e Jen Majura (guitarrista base, que tamb\u00e9m ingressou em 2015). A presen\u00e7a de Jen, particularmente, anima a cantora. &#8220;Finalmente, n\u00e3o sou a \u00fanica mulher da banda!&#8221;<\/p>\n<p>Amy Lee sabe que depois de tanto tempo sem lan\u00e7ar m\u00fasicas novas, seus f\u00e3s j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o jovens quanto aquele barulhento grupo que a recebia em Santa Tereza, mas comemora a passagem do tempo. &#8220;Estamos todos mais velhos, mas n\u00e3o penso nisso. Todas aquelas experi\u00eancias foram \u00f3timas&#8221;, ela recorda. &#8220;Mas, \u00e9 claro, ficar mais velho faz com que voc\u00ea grite um pouco menos&#8221;, ela diz e ri.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedro Antunes Os gritos dos f\u00e3s eram t\u00e3o altos que invadiam a su\u00edte do hotel em Santa Tereza, no Rio de Janeiro, pela sacada e desconcertavam Amy Lee, vocalista do Evanescence. 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