{"id":134852,"date":"2017-04-11T09:21:39","date_gmt":"2017-04-11T12:21:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=134852"},"modified":"2017-04-11T09:28:19","modified_gmt":"2017-04-11T12:28:19","slug":"ser-mae-cada-vez-mais-tarde-vira-rotina-das-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/ser-mae-cada-vez-mais-tarde-vira-rotina-das-brasileiras\/","title":{"rendered":"Ser m\u00e3e cada vez mais tarde vira rotina de brasileiras"},"content":{"rendered":"<p><strong>Carolina Paiva, Edi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Seja pelo momento profissional que vive, pela trajet\u00f3ria acad\u00eamica ou simplesmente por ainda n\u00e3o ter encontrado o parceiro &#8220;ideal&#8221;, muitas mulheres escolhem deixar a maternidade para mais tarde. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 2005 o n\u00famero de m\u00e3es entre 30 e 39 anos representava 22,5% e saltou para quase 31% em 2015.<\/p>\n<p>Segundo o ginecologista Luiz Fernando Carvalho, especialista em reprodu\u00e7\u00e3o humana, esse contexto \u00e9 uma tend\u00eancia, j\u00e1 que hoje a maioria das mulheres n\u00e3o abre m\u00e3o de estudar, viajar e consolidar a carreira antes de pensar em casar e ter filhos.<\/p>\n<p>&#8220;Isso \u00e9 maravilhoso, no entanto, \u00e9 preciso aten\u00e7\u00e3o, pois a mulher evoluiu socialmente e n\u00e3o biologicamente, isto \u00e9, o processo de envelhecimento do seu ov\u00e1rio \u00e9 bem mais r\u00e1pido do que o do seu corpo e da sua mente, o que acaba dificultando a gravidez espont\u00e2nea ap\u00f3s os 35 anos&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Ao optar pela maternidade tardia, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que seja feito um check-up da fertilidade para avaliar se est\u00e1 tudo bem com o sistema reprodutor feminino. &#8220;Trata-se de uma s\u00e9rie de exames e de an\u00e1lise cl\u00ednica para diagnosticar poss\u00edveis doen\u00e7as que podem causar infertilidade, como a endometriose e s\u00edndrome do ov\u00e1rio polic\u00edstico&#8221;, ressalta Carvalho.<\/p>\n<p>Para que o adiamento da maternidade seja poss\u00edvel e seguro, o m\u00e9dico indica os principais exames para identificar fatores de risco que levam a mulher a ter diminui\u00e7\u00e3o da fertilidade. Confira: Teste de reserva ovariana: esse exame serve para indicar a capacidade ovariana da mulher. Ele \u00e9 feito a partir da coleta comum de sangue e o objetivo \u00e9 medir a dosagem de horm\u00f4nio antimulleriano, que estima a quantidade de \u00f3vulos da mulher.<\/p>\n<p>Perfil Vaginite: por meio deste tradicional exame feminino, \u00e9 poss\u00edvel identificar bact\u00e9rias que podem diminuir as chances de engravidar. Ultrassom transvaginal: esse exame permite diagnosticar problemas uterinos que podem atrapalhar a gravidez futuramente.<\/p>\n<p>Exame de toque + an\u00e1lise de par\u00e2metros cl\u00ednicos: a s\u00edndrome do ov\u00e1rio polic\u00edstico (SOP) e a endometriose s\u00e3o doen\u00e7as que podem estar diretamente ligadas \u00e0 infertilidade. No entanto, n\u00e3o existem exames espec\u00edficos para identific\u00e1-las, mas sim uma an\u00e1lise de fatores de risco, como c\u00f3licas muito fortes e dor durante as rela\u00e7\u00f5es sexuais &#8211; no caso da endometriose-, e irregularidade menstrual e aumento de horm\u00f4nios masculinos na circula\u00e7\u00e3o da mulher ? no caso de SOP. O exame de toque tamb\u00e9m \u00e9 importante, pois ajuda a identificar altera\u00e7\u00f5es associadas a essas enfermidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carolina Paiva, Edi\u00e7\u00e3o Seja pelo momento profissional que vive, pela trajet\u00f3ria acad\u00eamica ou simplesmente por ainda n\u00e3o ter encontrado o parceiro &#8220;ideal&#8221;, muitas mulheres escolhem deixar a maternidade para mais tarde. 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