{"id":143630,"date":"2017-07-02T08:19:10","date_gmt":"2017-07-02T11:19:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=143630"},"modified":"2017-07-02T09:23:38","modified_gmt":"2017-07-02T12:23:38","slug":"bossa-nova-invade-as-ondas-do-radio-com-ruy-castro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/bossa-nova-invade-as-ondas-do-radio-com-ruy-castro\/","title":{"rendered":"Bossa Nova invade as ondas do r\u00e1dio com Ruy Castro"},"content":{"rendered":"<p><strong>Julio Maria<\/strong><\/p>\n<p>As ondas que se ergueram no mar antes, durante e depois da bossa nova seguem sendo objeto de estudo de Ruy Castro. O escritor, jornalista e pesquisador estreia neste domingo, 2, \u00e0s 20h, na R\u00e1dio Cultura, de S\u00e3o Paulo (103,3 MHz), e na R\u00e1dio MEC, do Rio (99,3 MHz), uma s\u00e9rie de oito programas sobre o g\u00eanero do qual se tornou um dos principais especialistas.<\/p>\n<p>As edi\u00e7\u00f5es do projeto &#8220;A Onda Que se Ergueu no Mar &#8211; O Seu Caso de Amor com a Bossa Nova&#8221; ser\u00e3o separadas em temas que fogem das abordagens convencionais quando se trata do assunto. &#8220;H\u00e1 vers\u00f5es e grava\u00e7\u00f5es ali que pouqu\u00edssimas pessoas conhecem&#8221;, conta Ruy. A cada domingo, no mesmo hor\u00e1rio, o programa apresentar\u00e1 uma das seguintes sequ\u00eancias: 1. A Bossa Antes da Bossa; 2. A Bossa Veio para Ficar; 3. Tom, Vinicius e Jo\u00e3o; 4. O Sambalan\u00e7o e o Samba-jazz; 5. O Apogeu da Bossa; 6. A Bossa Estoura L\u00e1 Fora; 7. As Bossas Que Voc\u00ea Nunca Sonhou Ouvir; e 8. A Bossa Depois da Bossa.<\/p>\n<p>Ruy faz o contexto hist\u00f3rico e art\u00edstico a cada duas can\u00e7\u00f5es. Um pouco da lista que vai ao ar neste primeiro domingo: Doralice (Dorival Caymmi e Antonio Almeida), com Anjos do Inferno (1945); Bolinha de Papel (Geraldo Pereira), tamb\u00e9m com Anjos do Inferno (1945); Pra Machucar Meu Cora\u00e7\u00e3o (Ary Barroso), com D\u00e9o (1943); Aos P\u00e9s da Cruz (Z\u00e9 da Zilda e Marino Pinto), com Orlando Silva (1942) e Boogie-woogie na Favela (Denis Brean), com Cyro Monteiro (1945). Est\u00e3o previstas, ao todo, 14 m\u00fasicas.<\/p>\n<p>&#8220;Ser\u00e3o muitas grava\u00e7\u00f5es originais que v\u00e3o mostrar como a bossa surge como uma continua\u00e7\u00e3o do samba desde Jura, de Sinh\u00f4. Historicamente na m\u00fasica popular brasileira, ou os compositores faziam bossa ou m\u00fasica rom\u00e2ntica. O samba j\u00e1 assumia ser a &#8216;m\u00fasica de bossa&#8217; antes mesmo de a bossa nova existir. Isso explica por que Jo\u00e3o Gilberto foi gravar coisas do passado j\u00e1 quando surgiu.&#8221;<\/p>\n<p>O programa que Ruy diz ser seu preferido \u00e9 o quarto, em que, curiosamente, fala de um per\u00edodo que ainda n\u00e3o ganhou sua an\u00e1lise espec\u00edfica, apesar de estar em quase todas as suas publica\u00e7\u00f5es. Ser\u00e1 a vez do sambalan\u00e7o e do samba-jazz, dois subafluentes de uma matriz que levaram mais tempo para serem reconhecidos como g\u00eaneros. A lista inclui The Blues Walk (Clifford Brown), com Ed Lincoln; Samba Toff (Orlandivo e Roberto Jorge), com Orlandivo; Edmundo (In the Mood, de Joe Garland, com vers\u00e3o de Aloysio de Oliveira), com Elza Soares; e Nan\u00e3 (Moacir Santos), com o conjunto do baterista Edison Machado &#8220;O sambalan\u00e7o \u00e9 a bossa que dan\u00e7a. O samba-jazz, a bossa que se ouve&#8221;, define o autor.<\/p>\n<p>Com textos de Julia Romeu e Heloisa Seixas, mulher de Ruy, a s\u00e9rie sai constantemente dos lugares-comuns. Outro momento ser\u00e1 o programa sete, que fala das Bossas Que Voc\u00ea Nunca Sonhou Ouvir &#8220;S\u00e3o grava\u00e7\u00f5es bem desconhecidas&#8221;, adianta o pesquisador. O pato aparece com o mesmo Jo\u00e3o Gilberto em registro raro e desconhecido e Minha Saudade, de Donato e Jo\u00e3o Gilberto, com Donato, veja voc\u00ea, ao trombone.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Julio Maria As ondas que se ergueram no mar antes, durante e depois da bossa nova seguem sendo objeto de estudo de Ruy Castro. 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