{"id":148600,"date":"2017-08-11T09:59:24","date_gmt":"2017-08-11T12:59:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=148600"},"modified":"2017-08-11T11:03:35","modified_gmt":"2017-08-11T14:03:35","slug":"planalto-estima-economia-de-9-bilhoes-com-servidor-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/planalto-estima-economia-de-9-bilhoes-com-servidor-publico\/","title":{"rendered":"Planalto estima economia de 9 bilh\u00f5es com servidor p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<h6 class=\"Assina\"><strong>Lorenna Rodrigues e Idiana Tomazelli<\/strong><\/h6>\n<p>Com dificuldades para fechar as contas, o governo deve anunciar uma s\u00e9rie de medidas para conter gastos com o funcionalismo, entre elas o congelamento dos reajustes dos servidores do Executivo, previstos para 2018. Tamb\u00e9m est\u00e1 sendo negociada a fixa\u00e7\u00e3o de um limite de R$ 5 mil para os sal\u00e1rios de servidores em in\u00edcio de carreira e corte de gastos em benef\u00edcios como aux\u00edlio-moradia, aux\u00edlio-reclus\u00e3o e ajuda de custo.<\/p>\n<p>A ideia do governo \u00e9 postergar para janeiro de 2019, ou seja, em um ano, os reajustes prometidos a maioria das carreiras de funcion\u00e1rios p\u00fablicos. A medida traria uma economia de cerca de R$ 9 bilh\u00f5es para o pr\u00f3ximo ano, ajudando a fechar as contas do or\u00e7amento. A previs\u00e3o \u00e9 que o adiamento dos aumentos seja parte de um &#8220;pacote&#8221; de medidas para controlar as despesas com o funcionalismo, que representam o segundo maior gasto no Or\u00e7amento, atr\u00e1s apenas do pagamento de aposentadorias e pens\u00f5es<\/p>\n<p>A maior parte desses aumentos foi aprovada ainda no ano passado pelo Congresso, e agora \u00e9 preciso nova altera\u00e7\u00e3o legislativa para adi\u00e1-los. O mais prov\u00e1vel \u00e9 que a proposta seja encaminhada em uma ou mais Medidas Provis\u00f3rias (MPs), que t\u00eam vig\u00eancia imediata. Encontrar\u00e1 forte resist\u00eancia do funcionalismo, que j\u00e1 se articula para promover paralisa\u00e7\u00f5es e pressionar parlamentares.<\/p>\n<p>O governo estuda rever o sal\u00e1rio inicial de v\u00e1rias categorias. Hoje, os servidores de algumas carreiras j\u00e1 entram ganhando sal\u00e1rio pr\u00f3ximo do teto do funcionalismo (R$33,9 mil), o que deixa pouco espa\u00e7o para a progress\u00e3o. Ainda est\u00e3o sendo definidas as carreiras que ser\u00e3o atingidas por essa limita\u00e7\u00e3o &#8211; restrita, no momento, a servidores do Executivo.<\/p>\n<p>Categorias como analistas do Tesouro e do Banco Central e auditores da Receita t\u00eam os sal\u00e1rios iniciais mais altos &#8211; estes \u00faltimos, de R$ 19,2 mil. A discrep\u00e2ncia \u00e9 ainda maior quando entram na compara\u00e7\u00e3o os sal\u00e1rios da iniciativa privada. O rendimento m\u00e9dio no Pa\u00eds hoje \u00e9 de R$ 2,1 mil ao m\u00eas.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m podem ser anunciadas a revis\u00e3o de aux\u00edlios pagos ao funcionalismo, como aux\u00edlio moradia e ajudas de custo. Segundo o Minist\u00e9rio do Planejamento, nove tipos de aux\u00edlios pagos a servidores de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judici\u00e1rio, Minist\u00e9rio P\u00fablico da Uni\u00e3o e Defensoria da Uni\u00e3o) consumiram R$ 16,6 bilh\u00f5es no ano passado &#8211; R$ 12,9 bilh\u00f5es somente no Executivo. Mas nem todos os aux\u00edlios ser\u00e3o revistos neste momento.<\/p>\n<p>Entrou na discuss\u00e3o tamb\u00e9m mudan\u00e7as no aux\u00edlio-reclus\u00e3o, pago a dependentes de presos que contribu\u00edram ao INSS. O corte economizaria R$ 600 milh\u00f5es por ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lorenna Rodrigues e Idiana Tomazelli Com dificuldades para fechar as contas, o governo deve anunciar uma s\u00e9rie de medidas para conter gastos com o funcionalismo, entre elas o congelamento dos reajustes dos servidores do Executivo, previstos para 2018. 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