{"id":153359,"date":"2017-09-17T13:21:15","date_gmt":"2017-09-17T16:21:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=153359"},"modified":"2017-09-17T13:21:15","modified_gmt":"2017-09-17T16:21:15","slug":"casa-dos-fundos-pode-virar-uma-casa-no-campo-contemporanea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/casa-dos-fundos-pode-virar-uma-casa-no-campo-contemporanea\/","title":{"rendered":"Casa dos fundos pode virar uma casa no campo contempor\u00e2nea"},"content":{"rendered":"<p><strong>Vivian Codogno<\/strong><\/p>\n<p>O bom e velho puxadinho, aquela pequena casa nos fundos de um terreno que j\u00e1 tem uma resid\u00eancia \u00e0 frente, n\u00e3o precisa, necessariamente, ser resolvido com base em solu\u00e7\u00f5es de improviso. E as arquitetas Gabrieli Azevedo e Fernanda Lins, da Mat\u00fa Arquitetura, levaram isso em considera\u00e7\u00e3o ao transformar uma simples ed\u00edcula em Atibaia, interior de S\u00e3o Paulo, em uma verdadeira casa no campo.<\/p>\n<p>O uso da madeira, no caso, respondeu aos anseios dos propriet\u00e1rios do im\u00f3vel, um jovem casal em fuga da rotina intensa de S\u00e3o Paulo. Partiu deles, por exemplo, a op\u00e7\u00e3o por manter as vigas de sustenta\u00e7\u00e3o aparentes no teto para atingir o tom exato desejado. Por\u00e9m, era preciso agregar a ele uma informa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea. \u201cSem d\u00favidas, a madeira \u00e9 o elemento piv\u00f4 deste projeto.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio, quer\u00edamos projetar uma cobertura \u00fanica com tesouras aparentes, e mesmo com muitas conversas sobre op\u00e7\u00f5es de cores, foi un\u00e2nime a decis\u00e3o de deixar a textura do material aparente\u201d, explica Gabrieli sobre as vigas expostas. As liga\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas, que se d\u00e3o por condu\u00edtes galvanizados, tamb\u00e9m foram uma escolha fundamental. N\u00e3o quer\u00edamos que a rusticidade dominasse o ambiente\u201d, pondera a arquiteta.<\/p>\n<p>Definida a informa\u00e7\u00e3o central, a afetividade dos moradores tomou conta da decis\u00e3o de outros aspectos do projeto. A escolha da cor foi uma delas. \u201cO branco prevalece a fim de acentuar a textura da madeira. Mesmo na parede de tijolinho, foi escolhido por destacar os tons terrosos\u201d, detalha Gabrieli. \u201cApenas no quarto do casal \u00e9 que optamos por deixar o tijolinho aparente, com seu aspecto natural. As cores mais vibrantes se encontram nos equipamentos de apoio, como a escada met\u00e1lica amarela\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Na cozinha, a marcenaria cont\u00ednua de MDF com f\u00f3rmica azul-petr\u00f3leo \u00e9 outro dos principais atrativos da casa e tamb\u00e9m revela algo da simplicidade t\u00e3o cara aos moradores. \u201cFoi uma escolha extremamente simples: perguntamos para os clientes de qual cor gostavam e os dois responderam, juntos, ao mesmo tempo: azul-escuro\u201d, diverte-se a arquiteta. Sobre a mesa, um poste de luz daqueles de rua faz as vezes de lumin\u00e1ria. \u201cA inten\u00e7\u00e3o foi trazer elementos industriais que se contrastassem diretamente com a rusticidade geral do projeto.\u201d<\/p>\n<p>Em raz\u00e3o do maior compromisso da reforma, que deveria se manter fiel \u00e0 irrever\u00eancia e leveza dos moradores, at\u00e9 mesmo pequenas bagun\u00e7as foram permitidas na decora\u00e7\u00e3o. As cadeiras, mesas e bancos que comp\u00f5em o mobili\u00e1rio da cozinha, por exemplo, foram herdados de diversos familiares e remetem a diferentes \u00e9pocas da trajet\u00f3ria do casal. Sempre, claro, revelando aspectos do mobili\u00e1rio caipira que os moradores tanto valorizam.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivian Codogno O bom e velho puxadinho, aquela pequena casa nos fundos de um terreno que j\u00e1 tem uma resid\u00eancia \u00e0 frente, n\u00e3o precisa, necessariamente, ser resolvido com base em solu\u00e7\u00f5es de improviso. 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