{"id":156438,"date":"2017-10-13T12:31:34","date_gmt":"2017-10-13T15:31:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=156438"},"modified":"2017-10-13T12:31:34","modified_gmt":"2017-10-13T15:31:34","slug":"para-meirelles-brasil-podera-crescer-4-ate-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/para-meirelles-brasil-podera-crescer-4-ate-2020\/","title":{"rendered":"Para Meirelles, Brasil poder\u00e1 crescer 4% at\u00e9 2020"},"content":{"rendered":"<p><strong>Paola de Orte\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nessa quinta (12), em Washington, que o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) potencial do Brasil pode passar a ser de 4%, caso as reformas propostas pelo governo sejam aprovadas.<\/p>\n<p>Meirelles citou como exemplo reformas macroecon\u00f4micas, entre as quais a tribut\u00e1ria e a da Previd\u00eancia. \u201cAlgumas delas j\u00e1 foram aprovadas, como, por exemplo, a taxa de longo prazo para o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social]\u201d, destacou o ministro. Ele disse que seria vi\u00e1vel atingir esse patamar em um horizonte de tempo de \u201ctr\u00eas, quatro anos\u201d.<\/p>\n<p>Perguntado sobre os impactos de curto prazo da reforma da Previd\u00eancia, o ministro afirmou que h\u00e1 efeitos positivos, como o aumento do n\u00edvel de confian\u00e7a, da for\u00e7a e da estabilidade dos \u00edndices econ\u00f4micos do pa\u00eds, al\u00e9m da expans\u00e3o do volume de investimentos. Meirelles ressaltou que a aprova\u00e7\u00e3o da reforma \u00e9 do interesse das diversas fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, \u201cinclusive porque, se n\u00e3o for aprovada agora, ela ter\u00e1 que ser discutida e aprovada no pr\u00f3ximo governo. Isso ser\u00e1 ruim para quem assumir, porque o primeiro desafio ser\u00e1 enfrentar a reforma da Previd\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Para o ministro, caso a reforma n\u00e3o seja aprovada, haver\u00e1 outro impacto, que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o por causa do teto dos gastos. \u201cSe n\u00e3o houver aprova\u00e7\u00e3o das medidas necess\u00e1rias e se, em algum momento, o Or\u00e7amento e as despesas p\u00fablicas violarem a regra do teto, os mecanismos s\u00e3o autocorretivos. Existe, ent\u00e3o, o corte de novas isen\u00e7\u00f5es, subs\u00eddios, paralisa\u00e7\u00e3o de qualquer aumento de contrata\u00e7\u00e3o ou de sal\u00e1rios\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Meirelles, isso favorece a aprova\u00e7\u00e3o de normas que viabilizem o teto de gastos \u201cde uma maneira mais uniforme no futuro\u201d.<\/p>\n<p><strong>Mercado financeiro &#8211;\u00a0<\/strong>Durante palestra nesta quinta-feira em um evento promovido pelo Instituto de Finan\u00e7as Internacionais (IIF), o ministro da Fazenda falou sobre os riscos para economia global, caso os bancos centrais de pa\u00edses desenvolvidos demorem a aplicar uma normaliza\u00e7\u00e3o de suas pol\u00edticas monet\u00e1rias, ou seja, um aumento gradual de suas taxas de juros. Isso, segundo Meirelles, poderia levar a uma bolha nos mercados de ativos internacionais, cujo rompimento geraria crise.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um risco. Evidentemente o Fed [Banco Central norte-americano] est\u00e1 atento a isso e anunciando uma normaliza\u00e7\u00e3o da politica monet\u00e1ria. Isso tamb\u00e9m est\u00e1 acontecendo na Europa, e n\u00e3o acredito que este seja o cen\u00e1rio prov\u00e1vel\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Ele disse tamb\u00e9m que, com a consolida\u00e7\u00e3o das reformas que est\u00e3o sendo feitas no pa\u00eds, a economia brasileira est\u00e1 ficando mais forte, mais resistente, portanto, em condi\u00e7\u00f5es de enfrentar eventuais turbul\u00eancias na economia global\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paola de Orte\u00a0 O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nessa quinta (12), em Washington, que o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) potencial do Brasil pode passar a ser de 4%, caso as reformas propostas pelo governo sejam aprovadas. 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