{"id":159444,"date":"2017-11-07T15:25:00","date_gmt":"2017-11-07T17:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=159444"},"modified":"2017-11-07T15:25:00","modified_gmt":"2017-11-07T17:25:00","slug":"portugal-aumenta-natalidade-mas-populacao-continua-diminuir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/portugal-aumenta-natalidade-mas-populacao-continua-diminuir\/","title":{"rendered":"Portugal aumenta natalidade mas popula\u00e7\u00e3o continua a diminuir"},"content":{"rendered":"<p>Novos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica de Portugal (INE) mostram que o n\u00famero m\u00e9dio de filhos por mulher subiu para 1,36 em 2016. No ano anterior, a taxa foi de 1,3. No entanto, mesmo com o aumento da taxa de fecundidade e do n\u00famero de nascidos vivos, a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds continua a diminuir.<\/p>\n<p>O decl\u00ednio populacional, que vem sendo observado desde 2010, tem como principais fatores o n\u00famero de \u00f3bitos e a migra\u00e7\u00e3o. Apenas em 2016, mais de 110 mil pessoas morreram e mais de 38 mil foram morar em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Em 2016, registrou-se um aumento no n\u00famero de nascidos vivos em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Enquanto em 2015 foram observados 85.500 nascimentos, em 2016 o n\u00famero ultrapassou os 87 mil. Mas, como o n\u00famero de mortos foi de mais de 110 mil, restou um saldo natural negativo (-23.409).<\/p>\n<p>O n\u00famero de \u00f3bitos de residentes em Portugal aumentou de 108.539 em 2015 para exatos 110.535 em 2016 (um acr\u00e9scimo de 1,8% na taxa de mortalidade).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 migra\u00e7\u00e3o, o saldo tamb\u00e9m foi negativo. Estima-se que em 2016 tenham entrado em Portugal 29.925 pessoas, n\u00famero praticamente igual ao observado em 2015 (29.896). Quanto \u00e0s pessoas que deixaram o pa\u00eds, o n\u00famero aumentou ligeiramente. Em 2015, pouco mais de 40 mil pessoas foram viver em outros pa\u00edses, enquanto em 2016 esse n\u00famero ficou em 38 mil.<\/p>\n<p>Como resultado dessa din\u00e2mica, a popula\u00e7\u00e3o residente em Portugal foi reduzida, de 2015 para 2016, em 31.757 pessoas. Atualmente, a popula\u00e7\u00e3o estimada \u00e9 de 10,3 milh\u00f5es de habitantes.<\/p>\n<p><strong>Outros indicadores &#8211;\u00a0<\/strong>A esperan\u00e7a de vida dos portugueses ao nascer est\u00e1 em 80,6 anos. Em Portugal, observa-se ainda uma tend\u00eancia de adiamento da maternidade. A idade m\u00e9dia das m\u00e3es por ocasi\u00e3o do nascimento do primeiro filho subiu de 30,2 para 30,3 anos e a idade m\u00e9dia ao nascimento de um filho (independentemente da ordem de nascimento), de 31,7 para 31,9 anos.<\/p>\n<p>Em 2016, a taxa de mortalidade infantil foi de 3,2 \u00f3bitos por mil nascidos vivos, superior ao valor registrado em 2015 (2,9). O valor da taxa bruta de nupcialidade manteve-se em 3,1 casamentos por mil habitantes. Em 2016, realizaram-se 32.399 casamentos (422 dos quais entre pessoas do mesmo sexo), pouco mais do que os realizados em 2015.<\/p>\n<p>O adiamento do casamento \u00e9 uma tend\u00eancia que tem se mantido ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas e para ambos os sexos: em 2016, a idade m\u00e9dia no primeiro casamento situou-se em 32,8 anos para os homens e 31,3 anos para as mulheres, valores muito pr\u00f3ximos aos observados em 2015 (32,5 anos e 31, respectivamente).<\/p>\n<p>Em Portugal, foram registrados no ano passado 22.649 div\u00f3rcios, quase mil a menos do que em 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica de Portugal (INE) mostram que o n\u00famero m\u00e9dio de filhos por mulher subiu para 1,36 em 2016. No ano anterior, a taxa foi de 1,3. No entanto, mesmo com o aumento da taxa de fecundidade e do n\u00famero de nascidos vivos, a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds continua a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":150007,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-159444","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mundo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159444","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=159444"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159444\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":159446,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159444\/revisions\/159446"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=159444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=159444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=159444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}