{"id":160168,"date":"2017-11-13T11:10:26","date_gmt":"2017-11-13T13:10:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=160168"},"modified":"2017-11-13T17:12:18","modified_gmt":"2017-11-13T19:12:18","slug":"carioca-entra-na-onda-do-aplicativo-contra-violencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/carioca-entra-na-onda-do-aplicativo-contra-violencia\/","title":{"rendered":"Carioca entra na onda do aplicativo contra viol\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div id=\"Corpo\">\n<p>Em uma cidade violenta como o Rio de Janeiro, o uso da tecnologia como prote\u00e7\u00e3o se dissemina por todas as classes sociais. Virou h\u00e1bito, por exemplo, para o engenheiro belga Jean-Louis Beeckmans, de 34 anos, morador de Ipanema, e para A., de 45 anos, que vive na Rocinha. Os dois moradores da zona sul n\u00e3o se conhecem, mas usaram a internet para driblar a explos\u00e3o de crimes que tem marcado 2017 no Estado em crise.<\/p>\n<p>Beeckmans recorreu ao aplicativo Onde Tem Tiroteio (OTT) quando seus pais foram visit\u00e1-lo no Rio. Preocupava-se com a seguran\u00e7a deles na cidade desconhecida e marcada pelo crime. Queria advertir sobre quais locais evitar para voltarem ilesos para a Europa. &#8220;Eu tenho cara de gringo, mas a deles grita: &#8216;Somos gringos!'&#8221;, conta Beeckmans. &#8220;Eu n\u00e3o queria que nada de ruim acontecesse com eles, apenas que aproveitassem as belezas da cidade.&#8221;<\/p>\n<p>O belga &#8211; que j\u00e1 foi assaltado duas vezes no Rio e teve at\u00e9 arma apontada para a cabe\u00e7a &#8211; tamb\u00e9m costuma avisar \u00e0 namorada, a brasileira Isabela Vieira da Cunha, de 32 anos, dos incidentes violentos que v\u00ea no aplicativo. Mas reconhece que ela &#8220;n\u00e3o gosta muito&#8221; desse h\u00e1bito. &#8220;Ele fica monitorando e me comunica quando est\u00e1 tendo algum tiroteio nos lugares onde estou&#8221;, conta a publicit\u00e1ria.<\/p>\n<p>&#8220;A viol\u00eancia \u00e9 um problema enorme, claro, mas n\u00e3o acredito que a melhor forma de lidar com ela seja acompanhando todo tipo de not\u00edcia, deixando de fazer as coisas, deixando de sair de casa. O medo n\u00e3o pode nos paralisar&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p><b>Rocinha &#8211;\u00a0<\/b>Tamb\u00e9m A. incorporou a seu cotidiano o aplicativo, al\u00e9m de outras fontes de informa\u00e7\u00e3o sobre seguran\u00e7a dispon\u00edveis na internet. Ela se preocupa com os caminhos mais seguros para as duas filhas adolescentes sa\u00edrem da casa, no alto da Rocinha.<\/p>\n<p>A comunidade registra h\u00e1 mais de um m\u00eas confrontos entre bandos rivais de traficantes. &#8220;N\u00e3o posso deixar de sair de casa, mas \u00e9 bom ter uma no\u00e7\u00e3o de onde a confus\u00e3o est\u00e1 acontecendo para saber por onde descer&#8221;, conta A. &#8220;Uso o app e as p\u00e1ginas da pr\u00f3pria comunidade, onde sempre tem muita informa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma cidade violenta como o Rio de Janeiro, o uso da tecnologia como prote\u00e7\u00e3o se dissemina por todas as classes sociais. Virou h\u00e1bito, por exemplo, para o engenheiro belga Jean-Louis Beeckmans, de 34 anos, morador de Ipanema, e para A., de 45 anos, que vive na Rocinha. 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