{"id":160971,"date":"2017-11-20T00:16:42","date_gmt":"2017-11-20T02:16:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=160971"},"modified":"2017-11-20T08:20:58","modified_gmt":"2017-11-20T10:20:58","slug":"parada-gay-reune-milhares-e-prega-guerra-homofobia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/parada-gay-reune-milhares-e-prega-guerra-homofobia\/","title":{"rendered":"Parada gay re\u00fane  milhares e prega guerra \u00e0 homofobia"},"content":{"rendered":"<p>Milhares de pessoas participam neste domingo (19), na Praia de Copacabana, da 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Parada do Orgulho LGBT (L\u00e9sbicas, Gays , Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros) do Rio de Janeiro. Com o lema \u201cResistindo \u00e0 LGBTIfobia, fundamentalismo, todas as formas de opress\u00e3o e em defesa do Rio\u201d, a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG) Grupo Arco-\u00cdris de Cidadania LGBT, que organiza o evento, definiu e edi\u00e7\u00e3o deste ano como a parada da resist\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cHistoricamente, somos uma resist\u00eancia. O Brasil n\u00e3o tem uma pol\u00edtica p\u00fablica de fato para a popula\u00e7\u00e3o LGBT. A homofobia \u00e9 um fato. Praticamente a cada dia morre um homossexual v\u00edtima de homofobia no pa\u00eds. Se existimos, de alguma forma, \u00e9 uma resist\u00eancia\u201d, disse o presidente do Grupo Arco-\u00cdris, Almir Fran\u00e7a. De acordo com ele, a expectativa \u00e9 reunir at\u00e9 1 milh\u00e3o de pessoas no evento. A Pol\u00edcia Militar n\u00e3o divulgou estimativa de p\u00fablico.<\/p>\n<p>Segundo os organizadores, a parada leva para as ruas pessoas que lutam por direitos iguais, que combatem a intoler\u00e2ncia, o preconceito e o \u00f3dio, dando voz a quem viveu muito tempo \u00e0 margem da sociedade.<\/p>\n<p>De cadeiras de rodas por causa de um acidente vascular cerebral, Silvina Correa Fernandes, de 87 anos, foi assistir \u00e0 parada levada pelo filho Osvaldo Ara\u00fajo, de 52 anos, e seu marido Andr\u00e9, com quem est\u00e1 casado h\u00e1 26 anos. \u201cEu sempre venho, eu gosto. Tem que apoiar, n\u00e9? Meu filho \u00e9 uma maravilha\u201d, disse Silvina.<\/p>\n<p>Segundo Ara\u00fajo, sua m\u00e3e sempre o apoiou e fica feliz em participar do evento. \u201cA parada \u00e9 importante para mostrar que todos somos iguais. N\u00e3o tem diferen\u00e7a. Trabalho, pago meus impostos, tenho direito como qualquer outra pessoa\u201d, contou o professor.<\/p>\n<p>Acompanhada do marido, a psic\u00f3loga M\u00f4nica Ribeiro, de 46 anos, disse ser importante que a sociedade civil esteja presente na parada. \u201c\u00c9 importante esse tipo de ocupa\u00e7\u00e3o, esse tipo de resist\u00eancia. Apoio qualquer tipo de diversidade, as diferen\u00e7as. Sou completamente a favor da diversidade, cada um tem direito de amar quem quiser\u201d.<\/p>\n<p>Este ano, houve incerteza sobre a realiza\u00e7\u00e3o da parada por falta de recursos financeiros para viabilizar trios el\u00e9tricos e atra\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. Pela primeira vez, a parada n\u00e3o recebeu nenhum aporte da prefeitura do Rio, que alegou problemas financeiros. O evento foi viabilizado com patroc\u00ednio de empresas privadas em troca de ren\u00fancia fiscal. Segundo os organizadores, os R$ 300 mil arrecadados s\u00e3o metade do valor ideal e, por isso, a parada teve menos trios el\u00e9tricos. Os cantores aceitaram abrir m\u00e3o do cach\u00ea para participar do evento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milhares de pessoas participam neste domingo (19), na Praia de Copacabana, da 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Parada do Orgulho LGBT (L\u00e9sbicas, Gays , Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros) do Rio de Janeiro. 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