{"id":168045,"date":"2018-01-29T08:34:36","date_gmt":"2018-01-29T10:34:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=168045"},"modified":"2018-01-29T08:34:36","modified_gmt":"2018-01-29T10:34:36","slug":"bruno-mars-desbanca-kendrick-lamar-e-leva-6-premios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/bruno-mars-desbanca-kendrick-lamar-e-leva-6-premios\/","title":{"rendered":"Bruno Mars desbanca Kendrick Lamar e leva 6 pr\u00eamios"},"content":{"rendered":"<div id=\"Corpo\">\n<p>Antes mesmo da cerim\u00f4nia do Grammy ter in\u00edcio, no Madison Square Garden, em Nova York, na noite deste domingo, 28, a academia da ind\u00fastria de grava\u00e7\u00e3o revelou parte dos seus 84 indicados, principalmente nas categorias mais espec\u00edficas &#8211; de subg\u00eaneros como melhor disco de com\u00e9dia, por exemplo. E, nessa celebra\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, destacou-se o nome de Kendrick Lamar, o rapper cuja derrota h\u00e1 dois anos, com o \u00e1lbum To Pimp a Butterfly, foi bastante questionada por parte da cr\u00edtica.<\/p>\n<p>O disco de 2015, considerado um fen\u00f4meno art\u00edstico e revolucion\u00e1rio, ao fundir a cultura hip-hop com a cultura do jazz de vanguarda da costa oeste norte-americana, ao mesmo tempo em que colocava o dedo em feridas que muitas pessoas gostariam de esquecer, levou quatro pr\u00eamios na cerim\u00f4nia realizada no ano seguinte.<\/p>\n<p>Venceu nas categorias de melhor performance e melhor m\u00fasica, com Alright; melhor performance vocal de rap por These Walls; melhor v\u00eddeo de rap por Bad Blood, gravado com Taylor Swift; e melhor disco de rap.<\/p>\n<p>Desta vez, Damn, lan\u00e7ado no ano passado, faturou todos os gramofones das categorias espec\u00edficas. Ainda antes mesmo do in\u00edcio da cerim\u00f4nia, Lamar havia levado tr\u00eas pr\u00eamios. Logo nos primeiros minutos do Grammy, foram mais dois.<\/p>\n<p>Damn foi eleito o disco de rap do ano, a m\u00fasica Humble foi eleita a melhor can\u00e7\u00e3o, performance e melhor v\u00eddeo. Com Loyality, na qual Lamar divide os vocais com Rihanna, venceu como melhor performance vocal de rap.<\/p>\n<p>A noite sequer havia come\u00e7ado e, com os cinco recebidos no in\u00edcio da cerim\u00f4nia, ele j\u00e1 tinha um total de 12 gramofones na carreira &#8211; e talvez seja a hora de comprar uma nova estante.<\/p>\n<p>N\u00e3o era , contudo, uma cerim\u00f4nia s\u00f3 de Lamar. Pelo contr\u00e1rio, embora o rapper tenha se destacado nas categorias de rap, Bruno Mars e seu pop foram os protagonistas da cerim\u00f4nia. Ao longo da noite, o havaiano foi enfileirando pr\u00eamios e se sagrou o grande vencedor da noite, com seis gramofones.<\/p>\n<p>Curiosamente, desde 2016 &#8211; ou seja, h\u00e1 tr\u00eas cerim\u00f4nias do Grammy &#8211; Mars n\u00e3o perde uma disputa no Grammy. Foi indicado, levou. Desta vez, n\u00e3o foi diferente. Sozinho, ele levou as tr\u00eas principais categorias da noite: can\u00e7\u00e3o do ano (That\u2019s What I Like), disco do ano (24K Magic) e melhor grava\u00e7\u00e3o (a faixa 24K Magic)<\/p>\n<p>Mars tamb\u00e9m se destacou previamente no in\u00edcio da cerim\u00f4nia. That\u2019s What I Like se saiu vencedora nas categorias de melhor performance e m\u00fasica de R&amp;B. A can\u00e7\u00e3o &#8211; executada durante a noite de cerim\u00f4nia &#8211; tamb\u00e9m foi eleita a m\u00fasica do ano, desbancando Despacito (Luis Fonsi, Daddy Yankee e participa\u00e7\u00e3o de Justin Bieber), 4:44 (Jay-Z), Issues (Julia Michaels), 1-800-273-8255 (Logic, com Alessia Cara &amp; Khalid).<\/p>\n<p>O havaiano foi o bicho-pap\u00e3o nas categorias de R&amp;B as quais disputou. Seu disco, 24K Magic, foi eleito o melhor do g\u00eanero. Nas outras categorias, Childish Gambino garantiu o Grammy de melhor performance de R&amp;B tradicional com a m\u00fasica Redbone, o carro chefe do seu novo disco. J\u00e1 The Weeknd, artista pouco lembrado na cerim\u00f4nia deste ano, viu o \u00e1lbum Starboy ser escolhido como o melhor \u00e1lbum contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>No universo indie, as principais vit\u00f3rias ficaram com o LCD Soundystem, cujo retorno ap\u00f3s seis anos de hiato foi celebrada com a escolha na categoria de melhor grava\u00e7\u00e3o dance. J\u00e1 o The National, banda abocanhou o pr\u00eamio de melhor \u00e1lbum alternativo, derrotando inclusive o gigante Arcade Fire, uma das poucas bandas a deixarem o underground e disputarem &#8211; e levarem &#8211; um pr\u00eamio principal do Grammy.<\/p>\n<p>No rock, Leonard Cohen, morto no fim de 2016, recebeu o Grammy p\u00f3stumo pelo disco You Want It Darker, como melhor performance roqueira. Run, do Foo Fighters, foi eleita a melhor m\u00fasica, e A Deeper Understanding, do War on Drugs, o disco do ano do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Desapontamento n\u00e3o foi s\u00f3 com Kendrick Lamar, cujo disco Damn provavelmente ser\u00e1 lembrado nos pr\u00f3ximos anos com mais frequ\u00eancia do que o \u00e1lbum de Mars. Despacito, m\u00fasica dos porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee, tocou com exaust\u00e3o nas r\u00e1dios do mundo, tem n\u00fameros impressionantes de visualiza\u00e7\u00f5es no YouTube, quatro vit\u00f3rias no Grammy Latino. No Grammy, contudo, a indica\u00e7\u00e3o para grava\u00e7\u00e3o do ano e melhor m\u00fasica foi o suficiente.<\/p>\n<p>Ainda assim, nada representou melhor a onda de mudan\u00e7as pelas quais os Estados Unidos passam atualmente do que a apresenta\u00e7\u00e3o da dupla no palco e a ova\u00e7\u00e3o do p\u00fablico presente no Madison Square Garden. Faltou um Grammy. Mas essa sequer foi a \u00fanica injusti\u00e7a da noite.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes mesmo da cerim\u00f4nia do Grammy ter in\u00edcio, no Madison Square Garden, em Nova York, na noite deste domingo, 28, a academia da ind\u00fastria de grava\u00e7\u00e3o revelou parte dos seus 84 indicados, principalmente nas categorias mais espec\u00edficas &#8211; de subg\u00eaneros como melhor disco de com\u00e9dia, por exemplo. 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