{"id":173476,"date":"2018-03-21T07:45:06","date_gmt":"2018-03-21T10:45:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=173476"},"modified":"2018-03-21T07:45:06","modified_gmt":"2018-03-21T10:45:06","slug":"pesquisa-mostra-que-jovens-veem-smartphone-como-melhor-amigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pesquisa-mostra-que-jovens-veem-smartphone-como-melhor-amigo\/","title":{"rendered":"Pesquisa mostra que jovens veem smartphone como &#8216;melhor amigo&#8217;"},"content":{"rendered":"<p>Os jovens entre 16 e 21 anos (e at\u00e9 com idade mais avan\u00e7ada, beirando os 37) passam mais tempo di\u00e1rio usando smartphones do que trabalhando ou se relacionando com pessoas queridas \u2013 ao menos \u00e9 o que indica uma nova pesquisa. Os mais jovens ainda comparam o aparelho a um \u201cmelhor amigo\u201d.<\/p>\n<p>O estudo foi conduzida pela Motorola em parceria com a especialista Nancy Etcoff, da Universidade Harvard, para analisar o impacto do uso de celular em nossas vidas. Um formul\u00e1rio online foi respondido por 4.418 pessoas dos Estados Unidos, Brasil, Fran\u00e7a e \u00cdndia entre 30 de novembro de 2017 e 26 de dezembro do mesmo ano.<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o Z (jovens entre 16 e 20 anos) disse passar 6,5 horas di\u00e1rias no smartphone, tanto para fins pessoais quanto para trabalho ou estudo. Isso \u00e9 mais do que eles disseram passar estudando ou trabalhando (4,5 horas), se divertindo com o parceiro amoroso (3,8 horas), com a fam\u00edlia (4,1 horas) e com amigos (2,9 horas).<\/p>\n<p>Os millennials (pessoas de 21 a 37 anos) possuem um comportamento parecido: 6,6 horas di\u00e1rias usando um smartphone frente a 5,6 horas trabalhando; quatro horas com um parceiro amoroso; 4,1 horas com a fam\u00edlia; e 2,4 horas com amigos.<\/p>\n<p>Quando os entrevistados tiveram de responder que papel seus celulares desempenhavam, 53% dos entrevistados da gera\u00e7\u00e3o Z e 41% dos millennials disseram que o considerava como um melhor amigo.<\/p>\n<p>Quase metade dos baby boomers (pessoas entre 54 e 65 anos) afirmaram n\u00e3o ter uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima com seus smartphones e preferem que seja assim. Em todas as outras tr\u00eas faixas de idade, os entrevistados afirmaram ter uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima com os smartphones mas disseram estar confort\u00e1veis com isso. As porcentagens foram de 48% para a gera\u00e7\u00e3o X ( popula\u00e7\u00e3o entre 38 e 53 anos), 52% para os millennials e 47% para a gera\u00e7\u00e3o Z.<\/p>\n<p>Entre os mais jovens, 14% ainda disseram ter uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima com seus smartphones e que se importam mais com eles do que a maioria das outras coisas da vida.<\/p>\n<p>Metade dos entrevistados afirmaram j\u00e1 ter deixado que uma crian\u00e7a brincasse com um smartphone. Na m\u00e9dia, os adultos entregaram um smartphone pela primeira vez a crian\u00e7as de 6,5 anos, ao passo que disseram que a idade ideal para elas possu\u00edrem um aparelho seria aos 11,9 anos.<\/p>\n<p>Na m\u00e9dia, 86% dos entrevistados ficam tristes quando algu\u00e9m com quem eles est\u00e3o conversando se distrai com o celular, mas 62% assumiram fazer isso. E 71% disseram mandar mensagens de texto ao inv\u00e9s de conversar pessoalmente sobre coisas que possam ser constrangedoras.<\/p>\n<p>Aproximadamente metade deles tamb\u00e9m falou que ama seus celulares; que o celular os ajuda sempre que precisam; e que os smartphones tornam dif\u00edcil viver algo em grupo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os jovens entre 16 e 21 anos (e at\u00e9 com idade mais avan\u00e7ada, beirando os 37) passam mais tempo di\u00e1rio usando smartphones do que trabalhando ou se relacionando com pessoas queridas \u2013 ao menos \u00e9 o que indica uma nova pesquisa. 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