{"id":175220,"date":"2018-04-06T15:09:17","date_gmt":"2018-04-06T18:09:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=175220"},"modified":"2018-04-06T15:09:17","modified_gmt":"2018-04-06T18:09:17","slug":"mais-de-800-venezuelanos-entram-no-brasil-diariamente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/mais-de-800-venezuelanos-entram-no-brasil-diariamente\/","title":{"rendered":"Mais de 800 venezuelanos entram no Brasil diariamente"},"content":{"rendered":"<p>Mais de 800 venezuelanos entram no Brasil todos os dias fugindo da crise no pa\u00eds, informou nesta sexta-feira (6) o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (ACNUR), citando dados governamentais.<\/p>\n<p>&#8220;Enquanto a complicada situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e socioecon\u00f4mica no pa\u00eds segue piorando, os venezuelanos necessitam desesperadamente de comida, ref\u00fagio e tratamento m\u00e9dico. Muitos necessitam de prote\u00e7\u00e3o internacional&#8221;, indicou em entrevista coletiva o porta-voz do Acnur William Spindler.<\/p>\n<p>Perguntado sobre as raz\u00f5es dadas pelos venezuelanos para fugir, o porta-voz respondeu que s\u00e3o variadas. &#8220;Inseguran\u00e7a, incapacidade de encontrar comida e rem\u00e9dios, e falta de meios de vida por causa da crise econ\u00f4mica &#8220;.<\/p>\n<p>Mais de 52 mil venezuelanos chegaram ao Brasil desde 2017, e 40 mil deles fizeram atrav\u00e9s do estado de Roraima, e a maioria vive na capital, Boa Vista.<\/p>\n<p>A press\u00e3o sobre a popula\u00e7\u00e3o local e os servi\u00e7os p\u00fablicos foi tal que o Governo do Brasil declarou estado de emerg\u00eancia na cidade e ofereceu US$ 58 milh\u00f5es de d\u00f3lares de assist\u00eancia para os venezuelanos.<\/p>\n<p>Spindler explicou que o Acnur est\u00e1 trabalhando com o Governo brasileiro para assegurar que todos os que cruzam a fronteira s\u00e3o registrados e t\u00eam toda a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>&#8220;Uma vez os solicitantes de asilo, assim como os que t\u00eam permiss\u00f5es especiais para ficar, s\u00e3o documentados t\u00eam o direito a trabalhar, contam com acesso ao sistema de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e outros servi\u00e7os b\u00e1sicos&#8221;, especificou.<\/p>\n<p>Destes 52 mil venezuelanos que vivem no Brasil, 25 mil s\u00e3o solicitantes de asilo, 10 mil tem vistos tempor\u00e1rios, enquanto o resto tenta regularizar sua situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Spindler ressaltou que as autoridades brasileiras e o Acnur est\u00e3o cada vez mais preocupados pelos &#8220;crescentes riscos que enfrentam os venezuelanos que est\u00e3o vivendo nas ruas, incluindo explora\u00e7\u00e3o sexual e viol\u00eancia&#8221;.<\/p>\n<p>Os rec\u00e9m-chegados est\u00e3o hospedados em dez centros de amparo, onde as crian\u00e7as s\u00e3o vacinadas.<\/p>\n<p>Em paralelo, o Acnur trabalha junto com as autoridades para identificar venezuelanos que queiram ser realocados em outras zonas do Brasil, algo que, segundo uma pesquisa, \u00e9 o desejo de 77% dos amparados.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento outros 600 venezuelanos foram realocados noutras cidades brasileiras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 800 venezuelanos entram no Brasil todos os dias fugindo da crise no pa\u00eds, informou nesta sexta-feira (6) o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (ACNUR), citando dados governamentais. &#8220;Enquanto a complicada situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e socioecon\u00f4mica no pa\u00eds segue piorando, os venezuelanos necessitam desesperadamente de comida, ref\u00fagio e tratamento m\u00e9dico. 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