{"id":187503,"date":"2018-08-07T07:14:06","date_gmt":"2018-08-07T10:14:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=187503"},"modified":"2018-08-07T07:14:06","modified_gmt":"2018-08-07T10:14:06","slug":"chucho-valdes-e-gonzalo-rubalcaba-dao-uma-canja-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/chucho-valdes-e-gonzalo-rubalcaba-dao-uma-canja-no-brasil\/","title":{"rendered":"Chucho Vald\u00e9s e Gonzalo Rubalcaba d\u00e3o uma canja no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>T\u00e9cnica erudita, sentido de improviso jazz\u00edstico, balan\u00e7o caribenho &#8211; \u00e9 tudo isso que costuma sair das m\u00e3os de um grande pianista afro-cubano. Quando dois deles, ambos mestres, se re\u00fanem para tocar juntos, o resultado pode ser nitroglicerina pura, e levar a plateia ao \u00eaxtase.<\/p>\n<p>\u00c9 o que se espera do espet\u00e1culo batizado como Trance, com dois monstros sagrados do piano cubano e universal &#8211; Chucho Vald\u00e9s e Gonzalo Rubalcaba. Os dois m\u00fasicos se apresentam no Brasil dias 29 (na Sala S\u00e3o Paulo) e 31 (na Sala Cec\u00edlia Meireles, no Rio), \u00e0s 21h. Os ingressos para as duas apresenta\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 a primeira visita dos dois ao Brasil. Pelo contr\u00e1rio, ambos s\u00e3o habitu\u00e9s da Terra Brasilis, admiram a nossa m\u00fasica, falam com familiaridade dos nossos compositores e j\u00e1 tocaram com instrumentistas patr\u00edcios. Dividiram palco com Ivan Lins. Chucho Vald\u00e9s gravou um \u00e1lbum com Ivan e fez dueto ao piano com Jo\u00e3o Donato. Rubalcaba tocou um empolgante O Ronco da Cu\u00edca com ningu\u00e9m menos que o autor da pe\u00e7a, Jo\u00e3o Bosco. Mas ser\u00e1 a primeira vez que se apresentam juntos no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>S\u00e3o artistas de duas gera\u00e7\u00f5es diferentes. Chucho nasceu em Quivic\u00e1n, h\u00e1 76 anos. Rubalcaba em Havana, h\u00e1 55. Ambos v\u00eam de fam\u00edlias musicais. Os dois reivindicam as mesmas influ\u00eancias &#8211; a for\u00e7a r\u00edtmica afro-cubana como centro de gravidade e a abertura para o que o mundo pode oferecer de melhor em termos de m\u00fasica, venha ela dos Estados Unidos, Brasil, Europa ou, como lembra Rubalcaba, da Argentina.<\/p>\n<p>Essa abertura ao di\u00e1logo, em particular com o Brasil, vem de longe. No caso de Chucho, da pr\u00f3pria inf\u00e2ncia, vivida na Cuba pr\u00e9-revolucion\u00e1ria. &#8220;Meu pai, o pianista Bebo Vald\u00e9s, tocava na famosa Tropicana. Eu era um menino e ficava impressionado com as m\u00fasicas brasileiras que l\u00e1 se ouviam, em especial as de Ary Barroso&#8221;, contou em conversa com o jornal O Estado de S. Paulo. &#8220;Admir\u00e1vamos a sofistica\u00e7\u00e3o tanto r\u00edtmica como harm\u00f4nica daquelas m\u00fasicas que surgiam de um pa\u00eds que n\u00e3o conhec\u00edamos&#8221;, lembrou.<\/p>\n<p>Rubalcaba \u00e9 outro frequentador habitual do Brasil. &#8220;Tive a sorte de vir com frequ\u00eancia fazer meus interc\u00e2mbios musicais no Pa\u00eds. Vim nos anos 1980 com um conjunto e, a partir de ent\u00e3o, quase todos os anos estive no Brasil e pude conhecer e tocar com m\u00fasicos maravilhosos&#8221;, disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00e9cnica erudita, sentido de improviso jazz\u00edstico, balan\u00e7o caribenho &#8211; \u00e9 tudo isso que costuma sair das m\u00e3os de um grande pianista afro-cubano. 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