{"id":19227,"date":"2014-08-12T09:17:27","date_gmt":"2014-08-12T12:17:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=19227"},"modified":"2014-08-12T09:17:54","modified_gmt":"2014-08-12T12:17:54","slug":"pitiman-do-parana-ao-acre-e-o-pouso-em-brasilia-com-sonho-de-governo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pitiman-do-parana-ao-acre-e-o-pouso-em-brasilia-com-sonho-de-governo\/","title":{"rendered":"Pitiman, do Paran\u00e1 ao Acre, e pouso em Bras\u00edlia com sonho de governo"},"content":{"rendered":"<p>O deputado federal Luiz Pitiman (PSDB-DF), candidato ao governo do Distrito Federal, passar\u00e1 por uma situa\u00e7\u00e3o inusitada nas elei\u00e7\u00f5es de outubro ao enfrentar nas urnas dois antigos aliados. \u00c9 o que lembra reportagem do Uol, editada nesta ter\u00e7a-feira 12.<\/p>\n<p>Ex-secret\u00e1rio de Obras do atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o, ele deixou o Executivo ap\u00f3s o seu estilo desagradar a petistas de diversas correntes, como ter se colocado abertamente como um candidato a cargo majorit\u00e1rio. Saiu do governo depois de seis meses e reassumiu o mandato na C\u00e2mara.<\/p>\n<p>Antes disso, havia presidido a Novacap, autarquia respons\u00e1vel pela urbaniza\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, na gest\u00e3o do ex-governador Jos\u00e9 Roberto Arruda (2007-2010), que tamb\u00e9m est\u00e1 na corrida ao Pal\u00e1cio do Buriti.<\/p>\n<p>Paranaense de Toledo, Pitiman, 52 anos, foi eleito deputado pelo PMDB, mas, ap\u00f3s diverg\u00eancias no partido, migrou para o PSDB em setembro do ano passado.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m j\u00e1 teve uma passagem na vida pol\u00edtica do Acre, para onde se transferiu nos anos 1980. Ele se mudou com a fam\u00edlia para atuar no ramo de gr\u00e1ficas e ingressou na pol\u00edtica &#8211;na \u00e9poca, ainda usava a grafia original do seu nome (Pietschmann)&#8211;, comandando a Casa Civil do governo do Acre. Com o assassinato do governador Edmundo Pinto, em 1992, mudou-se para Bras\u00edlia, onde consolidou seu espa\u00e7o na vida pol\u00edtica da capital federal.<\/p>\n<p>Entre suas propostas ao governo do Distrito Federal, Pitiman pretende implantar elei\u00e7\u00e3o indireta para administrador regional e rejeita privatizar o est\u00e1dio Man\u00e9 Garrincha.<\/p>\n<blockquote><p>Leia trechos da entrevista.<\/p>\n<p><strong>UOL &#8211; Qual \u00e9 o principal desafio no Distrito Federal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Luiz Pitiman &#8211; <\/strong>O principal desafio \u00e9 mudar o modelo de gest\u00e3o. As administra\u00e7\u00f5es regionais [esp\u00e9cie de &#8220;prefeitura&#8221; das cidades do DF] s\u00e3o ainda um sistema quase de feudo do deputado distrital, que imp\u00f5e mais de 90, 95% dos funcion\u00e1rios, que n\u00e3o s\u00e3o concursados. N\u00f3s precisamos, muito rapidamente, ter no Distrito Federal uma gest\u00e3o p\u00fablica mais moderna, com mais efic\u00e1cia e que realmente consiga devolver ao cidad\u00e3o um pouquinho do tanto de impostos que ele paga.<\/p>\n<p><strong>O sr. tem alguma meta para reduzir o n\u00famero de cargos comissionados?<\/strong><\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 reduzir as secretarias de Estado em 50%, que hoje s\u00e3o quase 40. E queremos implantar nas administra\u00e7\u00f5es regionais o que j\u00e1 est\u00e1 na nossa lei org\u00e2nica, que \u00e9 a nossa Constitui\u00e7\u00e3o no Distrito Federal, h\u00e1 mais de 20 anos, que \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o popular na escolha do administrador e, principalmente, um conselho comunit\u00e1rio com as fun\u00e7\u00f5es fiscalizadoras e consultivas. Queremos que 70% dos funcion\u00e1rios nas administra\u00e7\u00f5es regionais sejam de concurso p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Quando acredita que ser\u00e1 poss\u00edvel colocar em pr\u00e1tica essas mudan\u00e7as?<\/strong><\/p>\n<p>No dia 1\u00ba de janeiro, j\u00e1 queremos estipular os concursos p\u00fablicos para cada categoria. N\u00e3o podemos ter cidades como Ceil\u00e2ndia, com quase 600 mil habitantes, maior do que Florian\u00f3polis, maior do que Vit\u00f3ria, maior do que Palmas, serem administradas como feudo pessoal ou do governador ou do deputado distrital.<\/p>\n<p><strong>Quando fala em aumentar a participa\u00e7\u00e3o popular na escolha do administrador, o sr. quer dizer fazer elei\u00e7\u00e3o direta?<\/strong><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o falo em elei\u00e7\u00e3o direta, eu falo a participa\u00e7\u00e3o popular que pode ser feita com os presidentes de conselhos tutelares, conselhos de sa\u00fade, conselhos de seguran\u00e7a, associa\u00e7\u00e3o comercial, seccional da OAB. Cidades de at\u00e9 100 mil habitantes ter\u00e3o dez cadeiras nesse conselho e cidades acima de 100 mil habitantes ter\u00e3o 15 cadeiras, sem remunera\u00e7\u00e3o porque eles j\u00e1 v\u00eam de uma origem em que s\u00e3o remunerados. Eles estar\u00e3o l\u00e1 para ajudar o administrador regional a cuidar da cidade, fiscalizando e como uma inst\u00e2ncia consultiva. A ideia \u00e9 que esse conselho comunit\u00e1rio fa\u00e7a um chamamento de curr\u00edculos, com algumas exig\u00eancias b\u00e1sicas: ser Ficha Limpa, ter participado da gest\u00e3o p\u00fablica e privada dos \u00faltimos cinco anos, ser morador da cidade e que apresente realmente condi\u00e7\u00f5es de exercer aquele cargo, que paga um sal\u00e1rio de mais de 20 mil reais. A partir da\u00ed, separa-se uma lista tr\u00edplice a ser entregue ao governador, que entrevista os tr\u00eas candidatos e verifica qual est\u00e1 mais bem adequado para cumprir as suas pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o as suas propostas na \u00e1rea da sa\u00fade?<\/strong><\/p>\n<p>Temos condi\u00e7\u00f5es de ter um modelo de gest\u00e3o como o que \u00e9 usado, por exemplo, no Estado de S\u00e3o Paulo, onde as organiza\u00e7\u00f5es sociais que podem contribuir com a sa\u00fade suplementar t\u00eam tamb\u00e9m uma participa\u00e7\u00e3o. L\u00e1 mais de 52% dos funcion\u00e1rios e dos hospitais operam nesse sistema de sa\u00fade. Podemos tamb\u00e9m adequar algum percentual aqui no Distrito Federal, porque hoje mais de 95% \u00e9 exclusivamente de funcion\u00e1rios da pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Da mesma forma, entendemos que, com um programa de metas, com uma avalia\u00e7\u00e3o trimestral, poderemos ter um reconhecimento diferenciado com aquele profissional de sa\u00fade pelo aumento de consultas, pelo aumento de exames e pelo atendimento maior pelo hospital. Hoje, a sa\u00fade p\u00fablica no DF \u00e9 um caos. Precisamos ter ajuda tamb\u00e9m da Uni\u00e3o aqui no DF que, diferentemente de capitais com regi\u00e3o metropolitana, como Salvador, em que tudo em volta \u00e9 Bahia, ou como Belo Horizonte, em que tudo em volta \u00e9 Minas Gerais. Somos praticamente tr\u00eas Estados com essa regi\u00e3o metropolitana que chega a 4,5 milh\u00f5es de pessoas interligados e divididos, muitas vezes, por uma rua. A sa\u00fade n\u00e3o espera, ela atravessa essa rua. Ent\u00e3o, precisamos ter compensa\u00e7\u00f5es do SUS diferentes tamb\u00e9m para que possam compensar os atendimentos que fazemos de outros Estados. Precisamos de um hospital de m\u00e9dia complexidade nas cidades do Entorno. E, no Distrito Federal, precisamos ter mais hospital de refer\u00eancia regional e um hospital do c\u00e2ncer, al\u00e9m de um hospital da mulher e outro geri\u00e1trico.<\/p>\n<p><strong>E em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, quais s\u00e3o seus planos?<\/strong><\/p>\n<p>Grav\u00edssimo o problema da seguran\u00e7a p\u00fablica. As pessoas vivem hoje com uma inseguran\u00e7a completa. Precisamos implantar de imediato uma pol\u00edcia comunit\u00e1ria, que possa n\u00e3o s\u00f3 ter um quiosque fixo ali, mas que possa rodar naquela quadra. Precisamos ter uma toler\u00e2ncia zero para a criminalidade. Em rela\u00e7\u00e3o aos usu\u00e1rios de crack, temos que ter atividades sociais que tratem aquele viciado, mas precisamos ter uma repress\u00e3o muito dura ao traficante. A seguran\u00e7a p\u00fablica do Distrito Federal est\u00e1 muito bem preparada e \u00e9 muito bem equipada. O que falta \u00e9 uma lideran\u00e7a que consiga transmitir aos seus subordinados e \u00e0queles que est\u00e3o no dia a dia na rua que a miss\u00e3o deles \u00e9 maior. Precisa tamb\u00e9m haver um reconhecimento daquele policial, daquele bombeiro que ele \u00e9 valorizado pelo Estado. Esse reconhecimento, muitas vezes, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 financeiro. \u00c9 importante que a autoridade maior verifique formas de elogio para que o profissional da seguran\u00e7a se sinta valorizado.<\/p>\n<p><strong>E quais as suas propostas para mobilidade urbana?<\/strong><\/p>\n<p>Mobilidade urbana talvez seja aquela situa\u00e7\u00e3o que mais incomoda o morador um pouco mais distante do Plano Piloto. Todo dia, um milh\u00e3o de pessoas comprimem o Plano Piloto durante o dia e \u00e0 noite retornam para as suas regi\u00f5es. Temos situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram aproveitadas em nenhum momento nos \u00faltimos anos, como a estrada de ferro saindo da Rodoferrovi\u00e1ria at\u00e9 Luzi\u00e2nia. Essa estrada de ferro s\u00f3 transporta cargas hoje e o caro para viabilizar o transporte p\u00fablico de trilhos \u00e9 a desapropria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. \u00c9 preciso termos um ve\u00edculo leve sobre trilhos rapidamente nessa \u00e1rea. Temos tamb\u00e9m necessidade urgente de dois quil\u00f4metros a mais do metr\u00f4 na Ceil\u00e2ndia e dois quil\u00f4metros a mais no metr\u00f4 de Samambaia. J\u00e1 est\u00e1 projetado tamb\u00e9m, h\u00e1 mais de dez anos, o metr\u00f4 na Asa Norte, que \u00e9 a sa\u00edda norte. Precisamos ter uma linha emergencial para \u00f4nibus e modernizar o modelo de \u00f4nibus. Os \u00f4nibus que foram comprados nos \u00faltimos dois anos t\u00eam ainda o motor na frente, ao lado do motorista, tem ainda a catraca, que atrapalha quem tem dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o tem escada na altura do meio-fio. Isso acontece porque os \u00f4nibus que foram comprados s\u00e3o chassi de caminh\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A desativa\u00e7\u00e3o do lix\u00e3o da Estrutural j\u00e1 foi determinada, mas ele ainda continua em opera\u00e7\u00e3o. Como pretende proceder?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 grav\u00edssima [a situa\u00e7\u00e3o]. Encerrou o prazo para todos os prefeitos e governantes fa\u00e7am a desativa\u00e7\u00e3o dos lix\u00f5es tradicionais e aqui em Bras\u00edlia, a menos de 15 km do Pal\u00e1cio do Planalto e do Pal\u00e1cio Buriti, existe talvez um dos maiores lix\u00f5es do Brasil, onde n\u00e3o h\u00e1 coletiva seletiva. Assumirei com muita responsabilidade e tentarei cumprir o mais r\u00e1pido poss\u00edvel essa exig\u00eancia que j\u00e1 foi estipulada.<\/p>\n<p><strong>Quando imagina que estaria em funcionamento esse novo aterro?<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, o projeto que est\u00e1 sendo desenvolvido num local que entendemos invi\u00e1vel em Samambaia, em uma \u00e1rea que \u00e9 de nascente e onde h\u00e1 uma escola rural. Sem contar que est\u00e1 localizado muito pr\u00f3ximo da cidade. N\u00e3o temos ainda as alternativas corretas, mas, com um estudo de viabilidade, se detecta isso com muita rapidez.<\/p>\n<p><strong>Que uso o sr. daria para o est\u00e1dio Man\u00e9 Garrincha, cujo custo final deve ser de quase R$ 2 bilh\u00f5es, segundo estimativa do Tribunal de Contas do Distrito Federal (valor contestado pelo governo do Distrito Federal)?<\/strong><\/p>\n<p>O dinheiro investido no est\u00e1dio foi 100% p\u00fablico, oriundo da Terracap, que tem a miss\u00e3o de fazer a infraestrutura do DF e que mudou o foco para a constru\u00e7\u00e3o de est\u00e1dio &#8211;algo completamente errado. [Mas,] Agora, j\u00e1 foi aplicado. Portanto, pegar esse est\u00e1dio e dar para a iniciativa privada n\u00e3o considero correto. Eu vejo que, como foram 100% de recursos p\u00fablicos, devemos dar uma utilidade p\u00fablica. Imagino termos naquelas \u00e1reas todas do complexo em volta, com o aut\u00f3dromo Nelson Piquet, o gin\u00e1sio Nilson Nelson e v\u00e1rias estruturas com piscinas, uma parte da escola que o aluno poderia ter determinados tipos de aulas e atividades f\u00edsicas e complementaria o que ele faz hoje na sala de aula. Ent\u00e3o, duas vezes por semana, os alunos iriam para aquele local onde ter\u00edamos treinamento para formar os nossos futuros atletas. Poderia haver tamb\u00e9m um complemento para que a \u00e1rea de cultura, de artistas, de produ\u00e7\u00e3o, de venda da produ\u00e7\u00e3o desses artistas.<\/p>\n<p><strong>Descarta, ent\u00e3o, fazer uma concess\u00e3o do est\u00e1dio \u00e0 iniciativa privada?<\/strong><\/p>\n<p>Se pensarmos em uma concess\u00e3o p\u00fablica para que uma empresa da iniciativa privada assuma, o pagamento que essa empresa da iniciativa privada far\u00e1 provavelmente precisar\u00e1 de uma centena de anos para devolver isso para a sociedade. Entendemos que aqueles espa\u00e7os todos dever\u00e3o estar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da sociedade sem cobrar, porque essa empresa que tamb\u00e9m montaria eventos l\u00e1 cobraria essas entradas car\u00edssimas.<\/p>\n<p><strong>O DF enfrenta falta de vagas em creches. Como solucionar isso?<\/strong><\/p>\n<p>Um dos meus primeiros projetos na C\u00e2mara Federal foi com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 crian\u00e7a que precisa da creche, chamado de M\u00e3e Crecheira, e que est\u00e1 hoje sendo analisada nas comiss\u00f5es da C\u00e2mara. A M\u00e3e Crecheira seria treinar aquela vizinha que, muitas vezes, j\u00e1 cuida daquela crian\u00e7a para que ela seja avaliada pela escola e posto mais pr\u00f3ximos. E, ap\u00f3s essa avalia\u00e7\u00e3o e treinamento, verificam-se as condi\u00e7\u00f5es da casa para que ela possa receber duas, tr\u00eas crian\u00e7as da vizinhan\u00e7a. Isso facilitaria e resolveria o problema de imediato, enquanto poder\u00edamos construir as creches necess\u00e1rias, que demora \u00e0s vezes um ano ou dois anos. A crian\u00e7a que est\u00e1 hoje com quatro anos, daqui a dois j\u00e1 n\u00e3o precisa da creche. \u00c9 preciso a\u00e7\u00f5es imediatas nas \u00e1reas carentes, como Itapu\u00e3, Sol Nascente, P\u00f4r do Sol. A ideia \u00e9 que tenham um custo de R$ 200, R$ 250 para cada crian\u00e7a. Essa seria uma medida emergencial at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de novas creches.<\/p>\n<p><strong>O que acha da mudan\u00e7a da sede do governo do Pal\u00e1cio do Buriti para Taguatinga, prevista para este segundo semestre?<\/strong><\/p>\n<p>A estrutura est\u00e1 toda pronta. Agora, n\u00e3o tem mais jeito, aquela estrutura administrativa tem que ser ocupada. Vejo que poder\u00e3o ser transferidas aos poucos as secretarias e n\u00f3s ter\u00edamos ali tamb\u00e9m pol\u00edticas p\u00fablicas de desenvolvimento, transporte e seguran\u00e7a, que poderiam gerar entre Samambaia, Ceil\u00e2ndia e Taguatinga um grande polo administrativo e na parte do Pal\u00e1cio Buriti e, nos anexos, poderia ficar uma estrutura mais executiva da administra\u00e7\u00e3o. Vejo que isso deveria ter sido mais estudado principalmente pela despesa e pelo investimento que foi feito l\u00e1, n\u00e3o vejo que aquilo era prioridade absoluta, mas, como j\u00e1 est\u00e1 instalado, temos que dar solu\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O deputado federal Luiz Pitiman (PSDB-DF), candidato ao governo do Distrito Federal, passar\u00e1 por uma situa\u00e7\u00e3o inusitada nas elei\u00e7\u00f5es de outubro ao enfrentar nas urnas dois antigos aliados. \u00c9 o que lembra reportagem do Uol, editada nesta ter\u00e7a-feira 12. 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