{"id":192582,"date":"2018-10-10T00:36:10","date_gmt":"2018-10-10T03:36:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=192582"},"modified":"2018-10-10T05:51:19","modified_gmt":"2018-10-10T08:51:19","slug":"corretor-de-seguros-uma-profissao-que-beira-a-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/corretor-de-seguros-uma-profissao-que-beira-a-morte\/","title":{"rendered":"Corretor de seguros&#8230; uma profiss\u00e3o que beira a morte"},"content":{"rendered":"<p>O mercado brasileiro de seguros vem crescendo. S\u00f3 no ano passado o crescimento foi de 7%, se comparado ao mesmo per\u00edodo de 2016. Estes n\u00fameros s\u00e3o da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros.<\/p>\n<p>O mercado de seguros vem sofrendo em alguns setores, assim como os demais ramos da economia que sofre com mais de 14 milh\u00f5es de desempregados. E mesmo aquelas pessoas que ainda t\u00eam os seus empregos, tiveram que fazer rean\u00e1lises de contas pessoais para poder seguirem em frente.<\/p>\n<p>No ramo de seguros, os servi\u00e7os mais afetados foram seguro auto e seguro resid\u00eancia. Por mais que o segurado tente ou queira manter o seguro j\u00e1 existente, outras prioridades\u00a0 levam \u00e0 desist\u00eancia deste tipo de contrata\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o.<\/p>\n<p>O n\u00famero de empresas e profissionais aut\u00f4nomos \u201caventureiros\u201d era grande, sem a presta\u00e7\u00e3o das assessoria necess\u00e1ria aos seus clientes. Unindo isso \u00e0 crise, acabaram desistindo de atuar no mercado de seguros. Isso acabou deixando a maioria dos fechamentos e controle deste tipo de servi\u00e7o na m\u00e3o de grandes corretoras, que conseguem fazer a presta\u00e7\u00e3o de p\u00f3s-venda com muito mais qualidade e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Resili\u00eancia<\/strong> \u2013 Essa palavra define muito bem o desempenho de crescimento no ramo de seguros. Mesmo com um cen\u00e1rio negativo no Brasil, houve uma arrecada\u00e7\u00e3o de R$ 117,9 bilh\u00f5es em 2018, o que significa um crescimento de 3,5%. Dados divulgados pela SUSEP (Superintend\u00eancia de Seguros Privados), indicam que a evolu\u00e7\u00e3o do mercado segue o mesmo ritmo.<\/p>\n<p>Segundo M\u00e1rcio Coriolano, especialista do setor que sobreviveu a todas as crises, as maiores taxas, seguidas pela ordem dos ramos de maior contribui\u00e7\u00e3o, se apresentam assim: Seguro auto com 5,8%; PGBL, com 12,6%; Vida Coletiva, com 7,1%; Vida Individual, com 25,5%;Vida Risco Tradicional, com 19,00%, e Rural, com 17,8%.<\/p>\n<p>J\u00e1 Anderson Luis Gimenez, que tamb\u00e9m atua no ramo, v\u00ea n\u00fameros bem mais otimistas. O crescimento no ramo de seguros, mesmo com a crise, foi de 32% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo no ano de 2017, garante. Segundo ele, esse crescimento \u00e9 fruto de uma assessoria de qualidade, um bom atendimento, informa\u00e7\u00f5es claras e um p\u00f3s-venda, podem fazer total diferen\u00e7a em um neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Segundo alguns especialistas, a tecnologia ser\u00e1 respons\u00e1vel pela queda substancial do volume de pr\u00eamios em alguns segmentos de seguros tradicionais, como o seguro auto, que ter\u00e1 uma queda de 40% no volume dos pr\u00eamios entre os anos de 2018 e 2050.<\/p>\n<p>Mesmo com esse crescimento no setor de seguros, muitos corretores n\u00e3o conseguem aguardar a concretiza\u00e7\u00e3o das comiss\u00f5es. Como o sistema de recebimento no ramo de seguros \u00e9 a longo prazo, o corretor precisa ter paci\u00eancia para receber sua remunera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda existe um fluxo grande deste tipo de profissional no mercado. Mas os corretores aut\u00f4nomos acabam desistindo de continuar a efetiva\u00e7\u00e3o de vendas de seguros, que por sua vez, acabam procurando outros ramos de venda para poder suprir suas necessidades pessoais.<\/p>\n<p>Os grandes profissionais do ramo sabem que precisam ter um pouco de paci\u00eancia para conseguirem fazer boas comiss\u00f5es. Caso o profissional n\u00e3o tenha essa mentalidade empreendedora, acaba que ficando para tr\u00e1s, ressalta Anderson Luis.<\/p>\n<p>Diante dos n\u00fameros e da mudan\u00e7a do mercado no decorrer dos pr\u00f3ximos anos, ter no\u00e7\u00e3o dos riscos \u00e9 fundamental para a readapta\u00e7\u00e3o do profissional corretor. \u201cO profissional corretor de seguros, deve se reinventar como consultor especializado, sabendo e entendo como agregar mais valor a cada cliente atendido. Somente aqueles profissionais que entenderem que a tecnologia n\u00e3o \u00e9 inimiga, mas sim uma aliada, continuar\u00e3o subindo nos degraus do sucesso no ramo de corretagem de seguros, complementa Anderson Luis Gimenez.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado brasileiro de seguros vem crescendo. S\u00f3 no ano passado o crescimento foi de 7%, se comparado ao mesmo per\u00edodo de 2016. Estes n\u00fameros s\u00e3o da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros. 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