{"id":19703,"date":"2014-08-15T19:50:35","date_gmt":"2014-08-15T22:50:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=19703"},"modified":"2014-08-15T21:05:41","modified_gmt":"2014-08-16T00:05:41","slug":"desmatamento-da-amazonia-cresce-134-em-relacao-a-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/desmatamento-da-amazonia-cresce-134-em-relacao-a-2013\/","title":{"rendered":"Desmatamento da Amaz\u00f4nia em julho cresce 134% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado"},"content":{"rendered":"<p style=\"color: #333333;\">Em julho de 2014, foram desmatados 355 quil\u00f4metros quadrados de floresta na Amaz\u00f4nia Legal, de acordo com dados obtidos por sat\u00e9lite pelo SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), do Instituto Amazon. Isso representou um aumento de 134% em rela\u00e7\u00e3o a julho de 2013, quando o desmatamento somou 152 quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n<p style=\"color: #333333;\">Quando se faz uma compara\u00e7\u00e3o em um per\u00edodo de doze meses, por\u00e9m, o aumento do desmatamento \u00e9 muito menor.\u00a0O desmatamento acumulado no per\u00edodo de agosto de 2013 a julho de 2014 totalizou 2.044 quil\u00f4metros quadrados. Houve aumento de 2% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior (agosto de 2012 a julho de 2013), quando o desmatamento somou 2.007 quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"color: #333333;\">Em julho de 2014, a maioria (57%) do desmatamento ocorreu no Par\u00e1, seguido pelo Acre (21%), Amazonas (10%), Mato Grosso (9%), Amap\u00e1 (1%), Rond\u00f4nia (1%) e Roraima (1%).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"color: #333333;\">Considerando o per\u00edodo de agosto de 2013 a\u00a0 julho de 2014, o Par\u00e1 tamb\u00e9m lidera o ranking, com 42% do total desmatado. Em seguida aparece o Mato Grosso com 20% e Amazonas com 15%. Em termos relativos, houve aumento de 781% no Acre e 241% em Roraima. Por outro lado, houve redu\u00e7\u00e3o no Mato Grosso (34%) e Tocantins (6%).<\/p>\n<p style=\"color: #333333;\">Em termos absolutos, o Par\u00e1 lidera o ranking do desmatamento acumulado com 852 quil\u00f4metros quadrados, seguido pelo Mato Grosso (411 quil\u00f4metros quadrados) e Amazonas (309 quil\u00f4metros quadrados).<\/p>\n<p style=\"color: #333333;\">J\u00e1 as florestas degradadas (\u00e1reas intensamente exploradas pela atividade madeireira\/queimadas)\u00a0somaram 97 quil\u00f4metros quadrados em julho de 2014. Em rela\u00e7\u00e3o a julho de 2013 houve aumento de 5% quando a degrada\u00e7\u00e3o florestal somou 93 quil\u00f4metros quadrados. A grande maioria (81%) ocorreu Mato Grosso, seguido pelo Par\u00e1 (19%).<\/p>\n<p style=\"color: #333333;\">A degrada\u00e7\u00e3o florestal acumulada no per\u00edodo de agosto de 2013 a julho de 2014 totalizou 711 quil\u00f4metros quadrados. Em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior (agosto de 2012 a julho de 2013) houve redu\u00e7\u00e3o de 54%, quando a degrada\u00e7\u00e3o florestal somou 1.555 quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em julho de 2014, foram desmatados 355 quil\u00f4metros quadrados de floresta na Amaz\u00f4nia Legal, de acordo com dados obtidos por sat\u00e9lite pelo SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), do Instituto Amazon. Isso representou um aumento de 134% em rela\u00e7\u00e3o a julho de 2013, quando o desmatamento somou 152 quil\u00f4metros quadrados. Quando se faz uma compara\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19704,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-19703","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19703","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19703"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19703\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19704"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19703"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19703"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19703"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}