{"id":197084,"date":"2018-12-11T19:09:52","date_gmt":"2018-12-11T21:09:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=197084"},"modified":"2018-12-12T06:34:02","modified_gmt":"2018-12-12T08:34:02","slug":"aecio-morreu-para-o-psdb-mas-briga-para-nao-entrar-no-caixao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/aecio-morreu-para-o-psdb-mas-briga-para-nao-entrar-no-caixao\/","title":{"rendered":"A\u00e9cio morreu para o PSDB, mas briga para n\u00e3o entrar no caix\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Ex-presidente do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) disse nesta ter\u00e7a-feira, 11, que o senador A\u00e9cio Neves (PSDB-MG) j\u00e1 &#8220;prejudicou muito&#8221; a imagem dos tucanos e que \u00e9 preciso &#8220;dar um jeito nesse problema&#8221;, quando questionado sobre as novas den\u00fancias que envolvem o mineiro em um esquema de pagamentos via Grupo J&amp;F.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acho que o A\u00e9cio j\u00e1 prejudicou muito o partido. E, se isso for comprovado (mesada para A\u00e9cio), \u00e9 um neg\u00f3cio muito s\u00e9rio. Se essa mesada for realmente verdadeira, \u00e9 uma quest\u00e3o s\u00e9ria&#8221;, afirmou. Em seguida, Tasso foi perguntado se o caso era relevante at\u00e9 para expuls\u00e3o de A\u00e9cio Neves da legenda.<br \/>\n&#8220;N\u00e3o estou mais na dire\u00e7\u00e3o do Partido, a gente tem que dar um jeito nesse problema. A imagem do partido n\u00e3o pode mais ficar ligada a isso para o resto da vida. Tem que dar um jeito&#8221;, complementou.<\/p>\n<p>A Opera\u00e7\u00e3o Ross, deflagrada na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira, 11, pela Pol\u00edcia Federal, aponta que o senador A\u00e9cio Neves liderou uma associa\u00e7\u00e3o criminosa que tinha como finalidade comprar apoio pol\u00edtico para sua campanha presidencial nas elei\u00e7\u00f5es de 2014. De acordo com a PF, o Grupo J&amp;F, dos irm\u00e3os Batista, pagou propina, a pedido de A\u00e9cio, de R$ 109,3 milh\u00f5es ao senador, seu partido e outras legendas, como PTB, DEM e Solidariedade.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o, um desdobramento da Opera\u00e7\u00e3o Patmos, deflagrada pela PF em maio de 2017, investiga ao todo um suposto pagamento direto e indireto de propina de R$ 128 milh\u00f5es da J&amp;F ao senador A\u00e9cio Neves e seu grupo pol\u00edtico entre os anos de 2014 e 2017.<\/p>\n<p>De acordo com a PF, parte do valor foi repassado ao senador em esp\u00e9cie e outra por meio de dep\u00f3sitos banc\u00e1rios e pagamento de servi\u00e7os simulados. S\u00e3o investigados os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Ant\u00f4nio Anastasia (PSDB-MG), e os deputados federais Cristiane Brasil (PTB-RJ), Benito Gama (PTB-BA) e Paulinho da For\u00e7a (SD-PR).<\/p>\n<p>As investiga\u00e7\u00f5es mostram que o senador A\u00e9cio Neves teria recebido R$ 109,3 milh\u00f5es para a campanha presidencial da coliga\u00e7\u00e3o apoiadora do PSDB. O valor teria sido solicitado por A\u00e9cio em encontro com o empres\u00e1rio no in\u00edcio de 2014.<\/p>\n<p>A PF aponta que outra parte da propina teria sido entregue a pedido de A\u00e9cio por meio de doa\u00e7\u00f5es oficiais que totalizaram R$ 64,6 milh\u00f5es a diret\u00f3rios e candidatos do PSDB. Ao PTB, teria sido destinado R$ 20 milh\u00f5es, mediante intermedia\u00e7\u00e3o de Cristiane Brasil, Benedito Gama e Luiz Rondon, tesoureiro do partido. Ao Solidariedade, as doa\u00e7\u00f5es teriam sido de R$ 15 milh\u00f5es, por interm\u00e9dio de Paulinho da For\u00e7a e Marcelo Lima Cavalcanti.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ex-presidente do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) disse nesta ter\u00e7a-feira, 11, que o senador A\u00e9cio Neves (PSDB-MG) j\u00e1 &#8220;prejudicou muito&#8221; a imagem dos tucanos e que \u00e9 preciso &#8220;dar um jeito nesse problema&#8221;, quando questionado sobre as novas den\u00fancias que envolvem o mineiro em um esquema de pagamentos via Grupo J&amp;F. &#8220;Eu acho que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":197085,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-197084","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/197084","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=197084"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/197084\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":197086,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/197084\/revisions\/197086"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/197085"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=197084"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=197084"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=197084"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}