{"id":199510,"date":"2019-01-15T12:18:23","date_gmt":"2019-01-15T14:18:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=199510"},"modified":"2019-01-15T13:20:30","modified_gmt":"2019-01-15T15:20:30","slug":"numero-de-endividados-e-o-maior-em-seis-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/numero-de-endividados-e-o-maior-em-seis-anos\/","title":{"rendered":"N\u00famero de endividados explode em seis anos"},"content":{"rendered":"<p>O n\u00famero de brasileiros com d\u00edvidas em atraso terminou 2018 com crescimento de 4,4% em rela\u00e7\u00e3o ao fim de 2017, mostra levantamento feito pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil). Trata-se do maior aumento anual da quantidade de inadimplentes desde 2012. Naquele ano, o avan\u00e7o foi de 6,8%.<\/p>\n<p>Em dezembro do ano passado, foram identificados 62,6 milh\u00f5es de consumidores com alguma conta atrasada e o CPF restrito para contratar cr\u00e9dito ou parcelar compras. O n\u00famero equivale a 41% da popula\u00e7\u00e3o adulta.<\/p>\n<p>O crescimento da quantidade de inadimplentes registrados pela CNDL e pelo SPC Brasil ocorre enquanto cai a taxa de inadimpl\u00eancia, um indicador do Banco Central (BC) que calcula a propor\u00e7\u00e3o de brasileiros que est\u00e3o atrasando a quita\u00e7\u00e3o de financiamentos obtidos junto a bancos.<\/p>\n<p>A diverg\u00eancia na evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores existe porque, enquanto o dado do BC se limita ao cr\u00e9dito banc\u00e1rio, o levantamento da CNDL e do SPC Brasil inclui qualquer tipo de d\u00edvida, como contas de luz e de \u00e1gua.<\/p>\n<p>A taxa de inadimpl\u00eancia do BC tem ca\u00eddo gradualmente desde 2016, num contexto em que o aumento do desemprego e a diminui\u00e7\u00e3o do renda deixaram os consumidores mais receosos em pedir cr\u00e9dito, ao mesmo tempo em que os bancos ficaram mais exigentes. &#8220;Apesar de os brasileiros estarem tomando menos cr\u00e9dito banc\u00e1rio, o or\u00e7amento segue apertado e todas as outras contas continuam chegando&#8221;, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<\/p>\n<p>Deixar de ter uma d\u00edvida no banco poderia ter feito o brasileiro ter mais folga para pagar as demais d\u00edvidas. Mas n\u00e3o foi o caso. Para isso ocorrer, explica Marcela, a renda deveria ter pelo menos ficado est\u00e1vel, em vez de cair. &#8220;E o mercado de trabalho melhorou pouco em 2018, insuficiente para aumentar a renda do trabalhador. Havia muita gente querendo trabalhar e pouca vaga de emprego, o que faz o sal\u00e1rio cair&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Para 2019, a expectativa \u00e9 de melhora no quadro de inadimpl\u00eancia como um todo. &#8220;Espera-se que o processo de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica se acelere, impulsionado pela alta da confian\u00e7a com o novo governo e com as boas expectativas com as reformas estruturantes, que devem injetar \u00e2nimo nos agentes econ\u00f4micos. Isso permitiria uma recupera\u00e7\u00e3o mais consistente do mercado de trabalho&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Outro n\u00famero calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL foi o volume de d\u00edvidas n\u00e3o quitadas em nome de pessoas f\u00edsicas, que cresceu 2,75% no fim de 2018. Em 2017, o n\u00famero havia ca\u00eddo 2,7%. Em m\u00e9dia, cada inadimpl\u00eancia possui duas pend\u00eancias financeiras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de brasileiros com d\u00edvidas em atraso terminou 2018 com crescimento de 4,4% em rela\u00e7\u00e3o ao fim de 2017, mostra levantamento feito pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil). Trata-se do maior aumento anual da quantidade de inadimplentes desde 2012. 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