{"id":199781,"date":"2019-01-18T01:12:51","date_gmt":"2019-01-18T03:12:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=199781"},"modified":"2019-01-18T07:16:04","modified_gmt":"2019-01-18T09:16:04","slug":"agronegocio-aplaude-posse-de-arma-mas-cobra-acao-contra-bandidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/agronegocio-aplaude-posse-de-arma-mas-cobra-acao-contra-bandidos\/","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio aplaude posse de arma mas cobra a\u00e7\u00e3o contra bandidos"},"content":{"rendered":"<p>Entre produtores rurais, \u00e9 consenso a aprova\u00e7\u00e3o ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que facilitou a posse \u00e0 arma de fogo, mas eles tamb\u00e9m concordam que \u00e9 preciso adotar outras medidas, mais severas, para reduzir a inseguran\u00e7a no campo, apontada hoje uma das principais dificuldades do setor.<\/p>\n<p>Favor\u00e1vel ao decreto, o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Marcelo Vieira, defende mais policiamento na zona rural. \u201cN\u00e3o \u00e9 apenas liberar arma no campo que vai resolver a quest\u00e3o da seguran\u00e7a. O crime est\u00e1 cada vez pior. Quase diariamente ouvimos relatos de produtores que foram roubados, agredidos\u201d, diz Vieira, cuja entidade tem associados em todas as regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>O presidente da SRB tamb\u00e9m alerta para a necessidade de se acabar com o com\u00e9rcio de produtos roubados ou furtados. \u201cSe voc\u00ea permite, est\u00e1 incentivando a inseguran\u00e7a\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Para M\u00e1rcio Lopes de Freitas, presidente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras, o governo deve criar identificadores para m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas, e incentivar, com recursos e apoio log\u00edstico, os Estados a desenvolverem e fortalecerem unidades especializadas de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 criminalidade. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio criar um ambiente que desestimule a pr\u00e1tica de delitos que colocam em risco a seguran\u00e7a das pessoas.\u201d<\/p>\n<p>Presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja de S\u00e3o Paulo (Aprosoja-SP), Gustavo Chavaglia afirmou que o decreto \u00e9 importante, mas defendeu tamb\u00e9m aumento da puni\u00e7\u00e3o para quem compra os produtos do com\u00e9rcio ilegal, de modo a dar mais seguran\u00e7a aos produtores. \u201cSe o bandido pode ter arma, por que o produtor n\u00e3o?\u201d, questionou. \u201cMas precisamos de uma lei mais dura contra o receptador. Mais bandido ainda \u00e9 quem compra produto roubado.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Chavaglia, hoje os criminosos v\u00e3o \u00e0s propriedades com a certeza de que os produtores estar\u00e3o desarmados. Com a nova lei, afirma, haver\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de \u201cum contraponto\u201d. \u201cSe ele (criminoso) souber que tem a chance de rea\u00e7\u00e3o, come\u00e7a a haver uma rela\u00e7\u00e3o de igualdade\u201d, avalia. Segundo Chavaglia, os crimes no campo s\u00e3o mais complexos e os produtores est\u00e3o mais vulner\u00e1veis que na \u00e1rea urbana. \u201cEssa medida (decreto) permite uma m\u00ednima defesa.\u201d<\/p>\n<p>Porta-voz do Observat\u00f3rio da Criminalidade da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), Andr\u00e9 Sanches v\u00ea o decreto como uma \u201cponta\u201d da discuss\u00e3o. De acordo com ele, sete em cada dez crimes no campo s\u00e3o realizados por quadrilhas especializadas. Por isso, diz, a\u00e7\u00f5es estruturantes, como o rastreamento do escoamento dos produtos roubados, s\u00e3o indispens\u00e1veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre produtores rurais, \u00e9 consenso a aprova\u00e7\u00e3o ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que facilitou a posse \u00e0 arma de fogo, mas eles tamb\u00e9m concordam que \u00e9 preciso adotar outras medidas, mais severas, para reduzir a inseguran\u00e7a no campo, apontada hoje uma das principais dificuldades do setor. 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