{"id":200378,"date":"2019-01-24T02:02:58","date_gmt":"2019-01-24T04:02:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=200378"},"modified":"2019-01-24T10:07:32","modified_gmt":"2019-01-24T12:07:32","slug":"atividade-fisica-vira-remedio-forte-contra-a-depressao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/atividade-fisica-vira-remedio-forte-contra-a-depressao\/","title":{"rendered":"Atividade f\u00edsica vira rem\u00e9dio forte contra a depress\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Desordem que atinge cerca de 300 milh\u00f5es de pessoas de todas as idades no mundo, a depress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de hoje alvo de pesquisas que buscam poss\u00edveis formas de preveni-la. E uma das linhas de investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 o impacto que podem ter as atividades f\u00edsicas. Um novo trabalho publicado nesta quarta-feira, 23, refor\u00e7a a estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>A pesquisa teve como premissa uma abordagem gen\u00e9tica para avaliar o potencial de prote\u00e7\u00e3o que fazer algum tipo de exerc\u00edcio pode ter contra o risco de desenvolver depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Para fazer a an\u00e1lise, os pesquisadores, liderados por Karmel Choi, da Unidade de Psiquiatria e Gen\u00e9tica do Neurodesenvolvimento do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, identificaram e cruzaram variantes gen\u00e9ticas de resultados de estudos de larga escala feitos para atividade f\u00edsica no Reino Unido e para depress\u00e3o em um cons\u00f3rcio global.<\/p>\n<p>No caso dos exerc\u00edcios, foram considerados dois levantamentos: um com 377 mil pessoas, que preencheram relat\u00f3rios sobre seu n\u00edvel de atividade; e um outro com 91 mil pessoas que usaram sensores de movimento no pulso, conhecidos como aceler\u00f4metros. O banco de dados de depress\u00e3o inclu\u00eda informa\u00e7\u00f5es de 143 mil pessoas com e sem a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os resultados do trabalho, publicado na revista Jama Psychiatry, indicaram que a atividade f\u00edsica registrada no aceler\u00f4metro &#8211; mas n\u00e3o a atividade autorreferida &#8211; parece exercer uma potencial prote\u00e7\u00e3o contra o risco de desenvolver depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Para os autores, as diferen\u00e7as nos efeitos entre os dois m\u00e9todos de mensura\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica podem ser resultado n\u00e3o apenas de imprecis\u00f5es nas mem\u00f3rias dos participantes &#8211; ou do desejo de se apresentarem de forma positiva. Mas tamb\u00e9m do fato de que leituras objetivas captam outros aspectos al\u00e9m do exerc\u00edcio planejado &#8211; como caminhar at\u00e9 o trabalho, subir escadas, cortar grama, por exemplo &#8211; que os participantes podem n\u00e3o reconhecer como atividade f\u00edsica.<\/p>\n<p>&#8220;Em m\u00e9dia fazer mais atividade f\u00edsica parece proteger contra o desenvolvimento da depress\u00e3o&#8221;, comentou Choi em comunicado \u00e0 imprensa. E qualquer atividade f\u00edsica, explica o pesquisador, parece ser melhor que nenhuma.<\/p>\n<p>&#8220;Nossos c\u00e1lculos aproximados sugerem que substituir um tempo sentado por 15 minutos de uma atividade de bombear o cora\u00e7\u00e3o, como correr, por exemplo, ou fazer uma hora de atividade moderadamente vigorosa, \u00e9 suficiente para produzir um aumento m\u00e9dio nos dados do aceler\u00f4metro que estava ligado a um menor risco de depress\u00e3o&#8221;, complementou.<\/p>\n<p>Ele explica, por\u00e9m, que uma coisa \u00e9 saber que a atividade f\u00edsicas poderia ser ben\u00e9fica para prevenir a depress\u00e3o, outra \u00e9 realmente fazer com que as pessoas se tornem mais ativas. O autor diz que mais estudos precisam ser feitos para descobrir quais s\u00e3o as melhores recomenda\u00e7\u00f5es para os diferentes tipos de pessoas com diferentes perfis de risco \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desordem que atinge cerca de 300 milh\u00f5es de pessoas de todas as idades no mundo, a depress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de hoje alvo de pesquisas que buscam poss\u00edveis formas de preveni-la. E uma das linhas de investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 o impacto que podem ter as atividades f\u00edsicas. Um novo trabalho publicado nesta quarta-feira, 23, refor\u00e7a a estrat\u00e9gia. 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