{"id":204351,"date":"2019-03-08T21:31:23","date_gmt":"2019-03-09T00:31:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=204351"},"modified":"2019-03-08T21:31:23","modified_gmt":"2019-03-09T00:31:23","slug":"brasilienses-vao-a-luta-contra-feminicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/brasilienses-vao-a-luta-contra-feminicidio\/","title":{"rendered":"Brasilienses v\u00e3o \u00e0 luta contra feminic\u00eddio"},"content":{"rendered":"<p>A luta contra o feminic\u00eddio \u00e9 um dos temas principais da Marcha das Mulheres no Distrito Federal, que tem como lema Pela vida de todas as mulheres, resistiremos!. O ato deste ano foi organizado em formato de cortejo. Cada uma das 14 alas representava um grupo espec\u00edfico. Entre eles: Mulheres do Ax\u00e9, Movimento de Mulheres Negras, LesBiTrans &#8211; de mulheres LGBT &#8211; e Feminismo Popular.<\/p>\n<p>&#8220;As mulheres est\u00e3o sofrendo, mas comemoramos, estarmos vivas. N\u00e3o abaixaremos a cabe\u00e7a&#8221;, diz Hellen Frida, uma das organizadoras, representando a Casa Frida, espa\u00e7o cultural localizado em S\u00e3o Sebasti\u00e3o, a 22 Km do centro da capital.<\/p>\n<p>No ano passado, 53 assassinatos de mulheres foram classificados como feminic\u00eddio pelo Minist\u00e9rio da Mulher, da Fam\u00edlia e dos Direitos Humanos, mais do que o dobro registrado em 2017: 24 casos. Segundo o minist\u00e9rio, houve 7.036 tentativas de feminic\u00eddio em 2018 &#8211; 2,5 vezes a mais do que no ano anterior: 2.749.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o come\u00e7ou \u00e0s 16h em frente \u00e0 rodovi\u00e1ria. A marcha come\u00e7ou por volta das 19h. Mulheres de todas as idades, das mais diversas partes do DF estavam presentes. Parlamentares federais e distritais tamb\u00e9m participaram do ato.<\/p>\n<p>A dona de casa Cleudiane Ferreira, 40 anos, era uma das mulheres no ato. Em um dos bra\u00e7os, ela carregava o filho menor. A mais velha, puxava a barra da blusa: &#8220;Vamos m\u00e3e&#8221;. Cleudiane confessa que trouxe as crian\u00e7as porque n\u00e3o tinha com quem deix\u00e1-las, mas fazia quest\u00e3o de estar presente. &#8220;Hoje \u00e9 nosso dia. Temos que lutar por nossos direitos&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), cujo assassinato completa um ano sem solu\u00e7\u00e3o no dia 14, foi homenageada. &#8220;\u00c9 um crime n\u00e3o solucionado que fez com que a gente entendesse a import\u00e2ncia de ocupar esses espa\u00e7os, a import\u00e2ncia de termos mais mulheres como ela ocupando mais cadeiras de poder&#8221;, diz a publicit\u00e1ria Carola Oliveira, de 35 anos.<\/p>\n<p>Entoando gritos como &#8220;Nenhuma a menos, vivas nos queremos&#8221; e &#8220;Juntas somos gigantes&#8221;, o grupo se aproximou do Congresso Nacional. O cortejo teve que virar uma rua antes da alameda das bandeiras dos estados brasileiros, mais pr\u00f3xima do Congresso. Geralmente, as manifesta\u00e7\u00f5es v\u00e3o at\u00e9 esse ponto. Segundo a Pol\u00edcia Militar do DF, isso ocorreu para que o tr\u00e2nsito n\u00e3o fosse prejudicado.<\/p>\n<p>De acordo com a Pol\u00edcia Militar, a marcha contou com cerca de 1 mil pessoas. A organiza\u00e7\u00e3o estimou a presen\u00e7a de 5.000 mulheres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A luta contra o feminic\u00eddio \u00e9 um dos temas principais da Marcha das Mulheres no Distrito Federal, que tem como lema Pela vida de todas as mulheres, resistiremos!. O ato deste ano foi organizado em formato de cortejo. Cada uma das 14 alas representava um grupo espec\u00edfico. 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