{"id":205975,"date":"2019-03-31T11:37:05","date_gmt":"2019-03-31T14:37:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=205975"},"modified":"2019-03-31T16:48:45","modified_gmt":"2019-03-31T19:48:45","slug":"justica-nega-indenizacao-5-mi-por-flatulencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/justica-nega-indenizacao-5-mi-por-flatulencias\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a nega indeniza\u00e7\u00e3o de 5 mi por flatul\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p>Uma corte australiana deu perda de causa em um caso de ass\u00e9dio moral denunciado por um engenheiro que acusava seu ex-supervisor de repetidamente soltar gases nele. A Corte de Apela\u00e7\u00e3o do Estado de Victoria confirmou uma decis\u00e3o da Suprema Corte ordenando que, mesmo que as alega\u00e7\u00f5es do engenheiro David Hingst sejam verdadeiras, flatul\u00eancias n\u00e3o necessariamente constituem ass\u00e9dio moral.<\/p>\n<p>Hings disse que levar\u00e1 seu caso \u00e0 Alta Corte, a corte mais alta de apela\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia. O homem de 56 anos est\u00e1 em busca de uma indeniza\u00e7\u00e3o no valor de 1,8 milh\u00f5es de d\u00f3lares australianos (equivalente a R$ 5 milh\u00f5es) de sua antiga empresa em Melbourne, a Construction Engineering.<\/p>\n<p>Hingst testemunhou que ele precisou sair de um espa\u00e7o comunit\u00e1rio no escrit\u00f3rio para se esquivar das flatul\u00eancias de seu supervisor, Greg Short.<\/p>\n<p>Hingst contou \u00e0 corte que Short entraria diversas vezes ao dia na sala pequena e sem janela de Hingst para soltar gases.<\/p>\n<p>Hingst &#8220;alegou que o sr. Short soltaria gases nele regularmente, o sr. Short acharia que isso seria engra\u00e7ado&#8221;, os dois juizes da corte de apela\u00e7\u00e3o escreveram na senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Hingst disse que ele espirraria desodorante em Short e chamaria seu supervisor de &#8220;Sr. Fedorento&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Ele soltava um pum atr\u00e1s de mim e ia embora. Ele fazia isso cinco ou seis vezes por dia&#8221;, Hingst disse fora da corte.<\/p>\n<p>Short contou ao tribunal que ele n\u00e3o se lembra de ter soltado gases no escrit\u00f3rio de Hingst, &#8220;mas posso ter feito isso uma ou duas vezes&#8221;.<\/p>\n<p>Hingst tamb\u00e9m acusou Short de ser abusivo ao telefone, usando linguagem profana e xingamentos.<\/p>\n<p>Os juizes consideraram que Hingst &#8220;p\u00f4s a quest\u00e3o das flatul\u00eancias do sr. Short em primeiro plano&#8221; de seu caso, argumentando que &#8220;flatul\u00eancias constituem ass\u00e9dios.&#8221;<\/p>\n<p>A corte definiu que Short n\u00e3o assediou ou oprimiu Hingst. Hingst falou em convencer de que a Construction Engineering foi negligente.<\/p>\n<p>Hingst trabalhou para a Construction Engineering entre maio de 2008 e abril de 2009.<\/p>\n<p>Ele afirma que foi assediado em seu local de trabalho at\u00e9 que seu emprego chegasse ao fim.<\/p>\n<p>A Construction Engineering alegou que seu contrato foi encerrado por causa de uma desacelera\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o civil devido \u00e0 crise financeira global de 2008.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma corte australiana deu perda de causa em um caso de ass\u00e9dio moral denunciado por um engenheiro que acusava seu ex-supervisor de repetidamente soltar gases nele. 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