{"id":217097,"date":"2019-10-02T01:32:00","date_gmt":"2019-10-02T04:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=217097"},"modified":"2019-10-02T08:35:15","modified_gmt":"2019-10-02T11:35:15","slug":"senado-manda-recado-duro-a-jair-bolsonaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/senado-manda-recado-duro-a-jair-bolsonaro\/","title":{"rendered":"Senado manda recado duro a Jair Bolsonaro"},"content":{"rendered":"<p>Pressionado pela queda no qu\u00f3rum, o governo sofreu uma derrota na vota\u00e7\u00e3o de um dos destaques da reforma da Previd\u00eancia. Na madrugada desta quarta-feira (2), o Plen\u00e1rio do Senado derrubou a restri\u00e7\u00e3o do abono salarial a quem ganha at\u00e9 R$ 1.364,43. Com a retirada do ponto da proposta de emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o (PEC), a economia com a reforma da Previd\u00eancia cai para R$ 800,2 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos dez anos.<\/p>\n<p>Com a derrota, o abono salarial continuar\u00e1 a ser pago aos trabalhadores &#8211; com carteira assinada h\u00e1 pelo menos cinco anos &#8211; que recebem at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. A restri\u00e7\u00e3o do pagamento do abono salarial geraria economia de R$ 76,2 bilh\u00f5es ao governo nos pr\u00f3ximos dez anos, segundo o Minist\u00e9rio da Economia.<\/p>\n<p>O governo precisava de 49 votos para derrubar o destaque apresentado pelo Cidadania e manter a restri\u00e7\u00e3o ao abono salarial, que constava do texto aprovado pela C\u00e2mara dos Deputados e pela Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a do Senado, mas teve sete votos a menos que o necess\u00e1rio. O destaque obteve 42 votos sim (que manteria o texto da C\u00e2mara) e 30 votos n\u00e3o (que retiraria o ponto da reforma), mas a maioria foi insuficiente para manter a restri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Destaques rejeitados<\/strong><br \/>\nLogo depois da derrota, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encerrou a sess\u00e3o e marcou a continua\u00e7\u00e3o da vota\u00e7\u00e3o dos destaques para as 11h desta quarta-feira. Antes de perder a vota\u00e7\u00e3o do abono salarial, o governo tinha conseguido derrubar dois destaques com maioria folgada. Um destaque de autoria do Podemos foi retirado mediante acordo.<\/p>\n<p>De autoria do MDB, o primeiro destaque rejeitado foi uma emenda de reda\u00e7\u00e3o que impediu que o texto-base da PEC da reforma da Previd\u00eancia fosse alterado e voltasse para a C\u00e2mara. O governo venceu a vota\u00e7\u00e3o por 75 a 0.<\/p>\n<p>O segundo destaque rejeitado, apresentado pelo PT, buscava restabelecer a aposentadoria por periculosidade para profiss\u00f5es de risco, como motoboys, vigilantes, guardas municipais e de tr\u00e2nsito, seguran\u00e7as e agentes que manuseiam explosivos. A proposta foi derrubada por 71 votos a 3.<\/p>\n<p>Um destaque do Podemos que buscava restabelecer a autoriza\u00e7\u00e3o para que prefeituras criassem regimes pr\u00f3prios de Previd\u00eancia para os servidores foi retirado pelo partido, depois de d\u00favidas se a proposta alteraria o m\u00e9rito da reforma da Previd\u00eancia e acarretaria o retorno do texto para a C\u00e2mara dos Deputados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pressionado pela queda no qu\u00f3rum, o governo sofreu uma derrota na vota\u00e7\u00e3o de um dos destaques da reforma da Previd\u00eancia. 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