{"id":21886,"date":"2014-09-10T13:24:09","date_gmt":"2014-09-10T16:24:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=21886"},"modified":"2014-09-10T13:24:09","modified_gmt":"2014-09-10T16:24:09","slug":"candidatos-jovens-apostam-em-redes-sociais-para-ganhar-eleitores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/candidatos-jovens-apostam-em-redes-sociais-para-ganhar-eleitores\/","title":{"rendered":"Candidatos jovens apostam em redes sociais para ganhar eleitores"},"content":{"rendered":"<p>Em busca de um eleitorado jovem e muitas vezes pouco entusiasmado com a pol\u00edtica tradicional, jovens candidatos a deputado nas elei\u00e7\u00f5es de 2014 est\u00e3o usando ferramentas como o WhatsApp e o Facebook como arma, embora a efic\u00e1cia da estrat\u00e9gia n\u00e3o seja consenso entre eleitores ouvidos pela BBC Brasil nas\u00a0redes sociais.<\/p>\n<p>Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, h\u00e1 379 candidatos a deputado federal entre 20 e 29 anos e 938 candidatos a deputado estadual nessa mesma faixa et\u00e1ria. Eles representam cerca de 6% do total de postulantes \u00e0s C\u00e2maras estaduais e federal. A idade m\u00ednima para disputar o cargo de deputado \u00e9 de 21 anos na data da posse.<\/p>\n<p>A BBC Brasil conversou com candidatos de diferentes partidos que est\u00e3o entre os mais jovens na disputa de outubro para entender como eles dialogam com potenciais eleitores.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A gente percebe que mudou a forma de fazer campanha. O jovem n\u00e3o dialoga com candidato de placa&#8221;, diz Caio Pinheiro, 23 anos, que participou de movimentos estudantis, rurais e sindicais e agora \u00e9 candidato a deputado estadual no Acre pelo PT.<\/p><\/blockquote>\n<p>Ele conversa com eleitores via Facebook e WhatsApp. &#8220;Pela internet d\u00e1 para atingir o jovem da zona rural, que j\u00e1 tem acesso \u00e0s redes sociais. Assim dialogamos com os \u00edndios e com os eleitores aos quais n\u00e3o podemos chegar.&#8221;<\/p>\n<p>Com os \u00edndios, diz, a conversa \u00e9 sobretudo pelo Facebook, que pode ser acessado de computadores (j\u00e1 que muitos vivem em \u00e1reas em que o sinal de celular prec\u00e1rio). O WhatsApp permite ao candidato dialogar com grupos militantes ou com &#8220;tribos&#8221; mais espec\u00edficas &#8211; por exemplo, os que curtem esportes.<\/p>\n<p>Essa comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 feita geralmente com fotos ilustradas com textos muito curtos e, obviamente, com uma hashtag ligada ao seu universo (#maiseduca\u00e7\u00e3o e #universidadeestadualj\u00e1, por exemplo). &#8220;Eles costumam ter pregui\u00e7a de ler&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Mas o mais dif\u00edcil, diz ele, \u00e9 vencer a resist\u00eancia dos eleitores. &#8220;O jovem n\u00e3o diferencia mais a pol\u00edtica da politicagem&#8221;, lamenta. &#8220;Eles n\u00e3o querem promessas, querem ser ouvidos.&#8221;<\/p>\n<p>Essa desconfian\u00e7a tamb\u00e9m se reflete na opini\u00e3o de leitores da BBC Brasil que foram convidados a opinar no Facebook sobre o uso de ferramentas online em campanhas. A leitora Luciana Maria, por exemplo, diz que bloquearia qualquer abordagem de pol\u00edticos. J\u00e1 o leitor Mauro Saccenti, por outro lado, reclama que muitas vezes o di\u00e1logo direto com candidatos nas redes sociais n\u00e3o \u00e9 permitido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em busca de um eleitorado jovem e muitas vezes pouco entusiasmado com a pol\u00edtica tradicional, jovens candidatos a deputado nas elei\u00e7\u00f5es de 2014 est\u00e3o usando ferramentas como o WhatsApp e o Facebook como arma, embora a efic\u00e1cia da estrat\u00e9gia n\u00e3o seja consenso entre eleitores ouvidos pela BBC Brasil nas\u00a0redes sociais. 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