{"id":22176,"date":"2014-09-13T20:16:14","date_gmt":"2014-09-13T23:16:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=22176"},"modified":"2014-09-14T19:37:15","modified_gmt":"2014-09-14T22:37:15","slug":"voce-tem-uma-cedula-de-1-real-sorria-ela-pode-valer-ate-200-reais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/voce-tem-uma-cedula-de-1-real-sorria-ela-pode-valer-ate-200-reais\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea tem uma c\u00e9dula de 1 real? Sorria. Pode valer 200"},"content":{"rendered":"<div class=\"content\">\n<p>O Brasil tem em circula\u00e7\u00e3o quase 150 milh\u00f5es de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as c\u00e9dulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circula\u00e7\u00e3o mais de 583 milh\u00f5es dessas notas. Entretanto, nos \u00faltimos anos, o n\u00famero dessas c\u00e9dulas n\u00e3o baixou muito. No fim de 2013, havia 149,374 milh\u00f5es, contra 149,279 milh\u00f5es no in\u00edcio deste m\u00eas, de acordo com dados do Banco Central (BC).<\/p>\n<p>A explica\u00e7\u00e3o para o s\u00edmbolo do Plano Real ainda estar em circula\u00e7\u00e3o \u00e9 que muita gente guarda as c\u00e9dulas por acreditar que d\u00e1 sorte ou simplesmente esquecem as notas. E h\u00e1 ainda aqueles que colecionam c\u00e9dulas de R$ 1 consideradas raras, que podem valer mais que seu valor de face.<\/p>\n<p>As c\u00e9dulas de R$ 1 deixaram ser produzidas devido ao custo elevado e ao r\u00e1pido desgaste. Por isso, o BC optou por lan\u00e7ar moedas em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0s notas. Mas as c\u00e9dulas ainda podem ser usadas no com\u00e9rcio e s\u00e3o substitu\u00eddas progressivamente por moedas pelo BC.<\/p>\n<p>O diretor de Divulga\u00e7\u00e3o da Sociedade Numism\u00e1tica Brasileira, Bernardo Marin Neto, diz que as notas que n\u00e3o circularam pelo pa\u00eds e tem menor tiragem podem custar bem mais do que o valor de face. No cat\u00e1logo de colecionadores, uma nota de R$ 1, de 1996, assinada pelos ent\u00e3o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelo presidente do Banco Central (BC), Gustavo Loyola, custa R$ 195.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO crit\u00e9rio para definir esse valor \u00e9 a raridade da nota. Esses valores s\u00e3o do cat\u00e1logo, mas elas podem ser vendidas por mais\u201d, disse Marin Neto. Outras c\u00e9dulas de R$ 1 consideradas menos raras podem valer R$ 6, desde que estejam em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>Marin Neto explica que, quanto menor a quantidade de c\u00e9dulas emitidas com nomes de ministros, mais as notas podem valer. Acrescentou que as \u00faltimas notas de real emitidas com os nomes do ministro da Fazenda Guido Mantega e do presidente do BC Alexandre Tombini poder\u00e3o ter um valor a mais para os colecionadores, quando eles deixarem o governo. \u201cSe [a presidenta] Dilma [Rousseff] n\u00e3o se reeleger, as \u00faltimas notas do Mantega e Tombini ser\u00e3o valiosas. Se Dilma permanecer, mas trocar os ministros, tamb\u00e9m v\u00e3o valer mais\u201d, disse.<\/p>\n<p>O tesoureiro da Associa\u00e7\u00e3o Filat\u00e9lica e Numism\u00e1tica de Bras\u00edlia, Cleber Coimbra, conta que tem interesse pelas notas de R$ 1 desde o lan\u00e7amento, em 1994. Coimbra disse que j\u00e1 teve centenas de notas de R$ 1 em casa, mas foi roubado. Atualmente, ele ainda tem algumas guardadas, al\u00e9m de c\u00e9dulas de outros valores. \u201cColeciono notas h\u00e1 60 anos. E j\u00e1 fui o maior exportador de dinheiro brasileiro fora de circula\u00e7\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n<header>\n<div class=\"node-info\"><strong>Kelly Oliveira, ABr<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><\/div>\n<\/header>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil tem em circula\u00e7\u00e3o quase 150 milh\u00f5es de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as c\u00e9dulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circula\u00e7\u00e3o mais de 583 milh\u00f5es dessas notas. Entretanto, nos \u00faltimos anos, o n\u00famero dessas c\u00e9dulas n\u00e3o baixou muito. No fim de 2013, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22177,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-22176","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22176"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22176\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22177"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}