{"id":238679,"date":"2020-08-17T18:09:08","date_gmt":"2020-08-17T21:09:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=238679"},"modified":"2020-08-17T18:09:26","modified_gmt":"2020-08-17T21:09:26","slug":"gira-mundo-que-gera-mudancas-no-corpo-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/gira-mundo-que-gera-mudancas-no-corpo-humano\/","title":{"rendered":"Gira mundo que gera mudan\u00e7as no corpo humano"},"content":{"rendered":"<p>Tudo come\u00e7ou com uma cabra. O desafortunado animal nasceu na Holanda na primavera de 1939 \u2013 e suas perspectivas n\u00e3o eram nada boas. N\u00e3o tinha uma das patas da frente, e a outra era deformada. Ou seja, se locomover seria mais dif\u00edcil. Mas, quando tinha tr\u00eas meses, a cabra foi adotada por um instituto veterin\u00e1rio e se mudou para um campo gramado.<\/p>\n<p>L\u00e1, desenvolveu rapidamente seu estilo pr\u00f3prio (e peculiar) de se locomover. Ela se apoiava nas patas traseiras para erguer o corpo e pulava \u2013 o resultado era algo entre o salto de uma lebre e um canguru. Infelizmente, a cabra se envolveu em um acidente e morreu quando tinha um ano. Mas havia algo surpreendente escondido em seu esqueleto.<\/p>\n<p>Durante s\u00e9culos, os cientistas acreditaram que nossos ossos cresciam de maneira previs\u00edvel, de acordo com as instru\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas herdadas de nossos pais.<\/p>\n<p>Mas quando um especialista em anatomia holand\u00eas investigou o esqueleto dessa cabra, descobriu que seus ossos haviam come\u00e7ado a se adaptar Os ossos do quadril e das patas eram mais grossos do que o esperado \u2013 e estavam anormalmente angulados, para permitir uma postura mais ereta. Da mesma forma, os ossos do tornozelo estavam esticados.<\/p>\n<p>Em outras palavras, a estrutura \u00f3ssea da cabra come\u00e7ou a se parecer muito com a dos animais que saltam. Hoje se sabe que nossos esqueletos s\u00e3o surpreendentemente male\u00e1veis.<\/p>\n<p>Embora os esqueletos em exposi\u00e7\u00e3o nos museus possam dar a impress\u00e3o contr\u00e1ria, os ossos sob a nossa pele est\u00e3o muito vivos \u2013 s\u00e3o rosados pelo fluxo sangu\u00edneo, e est\u00e3o em processo de destrui\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o constante.<\/p>\n<p>Portanto, embora o esqueleto de cada indiv\u00edduo se desenvolva de acordo com as instru\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas em seu DNA, ele pode se adaptar de acordo com as press\u00f5es que cada pessoa enfrenta na vida.<\/p>\n<p>Esta constata\u00e7\u00e3o levou a uma disciplina conhecida como &#8220;osteobiografia&#8221; \u2013 literalmente, &#8220;biografia dos ossos&#8221; \u2013 que permite analisar um esqueleto para descobrir como o dono vivia. E se baseia no fato de que certas atividades, como andar sobre duas pernas, deixam uma marca, como ossos do quadril mais resistentes.<\/p>\n<p>E estudos recentes parecem n\u00e3o deixar d\u00favida de que a vida moderna est\u00e1 tendo um impacto em nossos ossos. H\u00e1 v\u00e1rios exemplos \u2013 como a apari\u00e7\u00e3o de uma protuber\u00e2ncia na base do cr\u00e2nio de algumas pessoas, a percep\u00e7\u00e3o de que nossas mand\u00edbulas est\u00e3o ficando menores e a constata\u00e7\u00e3o de que os cotovelos de jovens alem\u00e3es est\u00e3o mais estreitos do que nunca.<\/p>\n<p>Um bom exemplo de osteobiografia \u00e9 o mist\u00e9rio dos \u201chomens fortes\u201d de Guam e das Ilhas Marianas. Tudo come\u00e7ou com a descoberta de um esqueleto masculino na ilha de Tinian, a 2.560 km a leste das Filipinas, no Oceano Pac\u00edfico, em 1924.<\/p>\n<p>Os restos mortais, datados do s\u00e9culo 17 ou 18, eram gigantescos. E sugeriam que se tratava de um homem extraordinariamente forte e alto.<\/p>\n<p>A descoberta alimentava as lendas locais sobre antigos governantes de propor\u00e7\u00f5es enormes, capazes de feitos heroicos. N\u00e3o foi \u00e0 toa que os arque\u00f3logos chamaram o esqueleto de Taotao Tagga \u2013 &#8220;homem de Tagga&#8221; \u2013 em refer\u00eancia ao famoso l\u00edder mitol\u00f3gico da ilha, Taga, que era conhecido por sua for\u00e7a sobre-humana.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que outras sepulturas foram descobertas, ficou claro que o homem de Tagga n\u00e3o era uma exce\u00e7\u00e3o. Tinian e as ilhas vizinhas haviam abrigado, de fato, uma popula\u00e7\u00e3o de homens extraordinariamente fortes. Mas de onde vinha essa for\u00e7a?<\/p>\n<p>Por acaso, os restos mortais destes homens costumavam ser encontrados ao lado da resposta. No caso de Tagga, ele havia sido enterrado entre 12 imponentes pilares esculpidos em pedra, que originalmente teriam sustentado sua casa.<\/p>\n<p>Um exame mais detalhado do seu esqueleto e dos outros revelou caracter\u00edsticas \u00f3sseas semelhantes \u00e0 da popula\u00e7\u00e3o do arquip\u00e9lago de Tonga, no Pac\u00edfico Sul, onde as pessoas fazem muitos trabalhos bra\u00e7ais e constru\u00e7\u00f5es em pedra.<\/p>\n<p>A maior casa na ilha tinha pilares de 5 metros de altura, e cada um pesava quase 13 toneladas \u2013 aproximadamente o mesmo que dois elefantes africanos adultos.<\/p>\n<p>N\u00e3o se tratava ent\u00e3o de uma misteriosa etnia de gigantes musculosos. Aqueles homens desenvolveram seus imponentes corpos trabalhando duro.<\/p>\n<p>Se usarem no futuro uma t\u00e9cnica similar para analisar como as pessoas viviam em 2020, os cientistas tamb\u00e9m v\u00e3o encontrar mudan\u00e7as em nossos esqueletos que refletem nossos estilos de vida.<\/p>\n<p>&#8220;Sou cl\u00ednico-geral h\u00e1 20 anos e, apenas na \u00faltima d\u00e9cada, observei que cada vez mais pacientes t\u00eam esse aumento no cr\u00e2nio&#8221;, diz David Shahar, pesquisador da Universidade de Sunshine Coast, na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>O n\u00f3dulo \u00f3sseo em quest\u00e3o, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;protuber\u00e2ncia occipital externa&#8221;, \u00e9 encontrado na parte inferior do cr\u00e2nio, logo acima do pesco\u00e7o. Se voc\u00ea tiver um, \u00e9 prov\u00e1vel que consiga senti-lo com os dedos \u2013 ou, se for careca, pode at\u00e9 ser vis\u00edvel.<\/p>\n<p>At\u00e9 recentemente, esse tipo de protuber\u00e2ncia era extremamente raro. Em 1885, quando o n\u00f3dulo \u00f3sseo foi investigado pela primeira vez, o renomado cientista franc\u00eas Paul Broca achou t\u00e3o esquisito que sequer tinha um termo cient\u00edfico para tal.<\/p>\n<p>Mas Shahar decidiu investigar. Com a ajuda de um colega, ele analisou mais de mil radiografias de cr\u00e2nios de indiv\u00edduos entre 18 e 86 anos \u2013 mediu eventuais protuber\u00e2ncias e observou a postura de cada um deles.<\/p>\n<p>O que os cientistas descobriram foi impressionante. A protuber\u00e2ncia era muito mais comum do que eles imaginavam \u2013 principalmente entre os mais jovens. A pesquisa mostrou que uma em cada quatro pessoas entre 18 e 30 anos tinha o n\u00f3dulo \u00f3sseo.<\/p>\n<p>Shahar acredita que a presen\u00e7a cada vez maior desta protuber\u00e2ncia se deve \u00e0 tecnologia, particularmente \u00e0 nossa obsess\u00e3o por smartphones e tablets.<\/p>\n<p><strong>\u2018Pesco\u00e7o tecnol\u00f3gico\u2019<\/strong><br \/>\nQuando nos debru\u00e7amos sobre esses dispositivos, erguemos o pesco\u00e7o e inclinamos a cabe\u00e7a para frente. E isso \u00e9 problem\u00e1tico, uma vez que a nossa cabe\u00e7a pesa em m\u00e9dia cerca de 4,5 kg \u2013 quase o mesmo que uma melancia grande.<\/p>\n<p>Quando estamos sentados com a postura ereta, a cabe\u00e7a est\u00e1 em equil\u00edbrio sobre a parte superior da nossa coluna vertebral. Mas, \u00e0 medida que nos inclinamos para usar o celular, nosso pesco\u00e7o precisa fazer um esfor\u00e7o maior. Os m\u00e9dicos chamam a dor associada a esse esfor\u00e7o de &#8220;text neck&#8221; (tamb\u00e9m conhecida como s\u00edndrome do pesco\u00e7o de texto ou do pesco\u00e7o tecnol\u00f3gico).<\/p>\n<p>Shahar diz acreditar que os n\u00f3dulos se formam porque a postura curvada gera uma press\u00e3o extra no local onde os m\u00fasculos do pesco\u00e7o se ligam ao cr\u00e2nio. E o corpo reage criando uma nova camada de osso, que ajuda o cr\u00e2nio a lidar com esta press\u00e3o extra e a distribuir o peso.<\/p>\n<p>Uma das maiores surpresas para Shahar foi o tamanho das protuber\u00e2ncias. Os n\u00f3dulos maiores mediam cerca de 30 mm.<\/p>\n<p>Evidentemente, a m\u00e1 postura n\u00e3o \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo 21. Mas ent\u00e3o por que nossos antepassados n\u00e3o desenvolveram protuber\u00e2ncias no cr\u00e2nio ao se curvar para ler livros?<\/p>\n<p>Uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que passamos muito mais tempo inclinados sobre nossos smartphones, do que uma pessoa passaria lendo.<\/p>\n<p>Por exemplo, em 1973 os americanos liam em m\u00e9dia cerca de duas horas por dia. Hoje, no entanto, passamos quase o dobro desse tempo no celular.<\/p>\n<p>Curiosamente, os homens fortes das ilhas Mariana tamb\u00e9m tinham protuber\u00e2ncias no cr\u00e2nio.<\/p>\n<p>Acredita-se que seus n\u00f3dulos \u00f3sseos tenham se desenvolvido por uma raz\u00e3o semelhante \u2013 para suportar o peso sobre os m\u00fasculos do ombro e do pesco\u00e7o. Esses homens teriam carregado muito peso, por meio de bast\u00f5es sobre os ombros.<\/p>\n<p>Shahar acredita que as protuber\u00e2ncias modernas nunca desaparecer\u00e3o. E, na vis\u00e3o dele, v\u00e3o ficar cada vez maiores.<\/p>\n<p>Segundo ele, \u00e9 raro que causem complica\u00e7\u00f5es por si s\u00f3. Se houver algum problema, provavelmente ser\u00e1 causado por outras maneiras como o corpo compensa nossa postura curvada.<\/p>\n<p>Na Alemanha, cientistas fizeram outra descoberta surpreendente: nossos cotovelos est\u00e3o encolhendo. Christiane Scheffler, antrop\u00f3loga da Universidade de Potsdam, estudava medidas corporais de crian\u00e7as em idade escolar quando observou essa tend\u00eancia.<\/p>\n<p>Para medir exatamente o quanto seus esqueletos haviam mudado ao longo do tempo, Scheffler analisou qu\u00e3o forte (ou \u201cossudas\u201d) as crian\u00e7as eram entre 1999 e 2009. Para tal, calculou seu \u00cdndice de Estrutura, que \u00e9 como a estatura se compara \u00e0 largura dos cotovelos.<\/p>\n<p>Em seguida, comparou os resultados com um estudo similar realizado 10 anos antes. A conclus\u00e3o foi que os esqueletos das crian\u00e7as estavam se tornando cada vez mais fr\u00e1geis.<\/p>\n<p>Scheffler pensou, a princ\u00edpio, que a explica\u00e7\u00e3o poderia ser gen\u00e9tica, mas \u00e9 dif\u00edcil de ver como o DNA de uma popula\u00e7\u00e3o pode mudar tanto em apenas 10 anos.<\/p>\n<p>A segunda hip\u00f3tese era que as crian\u00e7as poderiam estar sofrendo de m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o \u00e9 um problema na Alemanha. A terceira explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel era que a juventude de hoje \u00e9 muito mais sedent\u00e1ria.<\/p>\n<p>Para descobrir, Scheffler conduziu um novo estudo \u2013 em parceria com alguns colegas desta vez \u2013 em que analisou os h\u00e1bitos di\u00e1rios das crian\u00e7as, que tamb\u00e9m usaram um contador de passos durante uma semana.<\/p>\n<p>Os cientistas encontraram uma forte correla\u00e7\u00e3o entre a robustez dos esqueletos das crian\u00e7as e o quanto caminhavam por dia. \u00c9 sabido que toda vez que usamos nossos m\u00fasculos, ajudamos a aumentar a massa dos ossos que os sustentam. &#8220;Se voc\u00ea usa os m\u00fasculos repetidamente, isso gera mais tecido \u00f3sseo, que se traduz em ossos mais densos e com maior circunfer\u00eancia&#8221;, explica Scheffler.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os cotovelos encolhidos das crian\u00e7as parecem uma adapta\u00e7\u00e3o direta \u00e0 vida moderna, j\u00e1 que n\u00e3o faz sentido cultivar ossos dos quais voc\u00ea n\u00e3o precisa. Mas havia outra quest\u00e3o intrigante no resultado o estudo: caminhar era o \u00fanico tipo de exerc\u00edcio que parecia ter algum impacto. Scheffler acredita que isso se deve ao fato de que mesmo as crian\u00e7as mais atl\u00e9ticas dedicam muito pouco tempo \u00e0 pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos. &#8220;N\u00e3o ajuda que sua m\u00e3e te leve de carro para praticar uma ou duas horas de exerc\u00edcio por semana&#8221;, diz ela.<\/p>\n<p>E, embora n\u00e3o tenha sido estudado, \u00e9 prov\u00e1vel que a mesma regra se aplique aos adultos: n\u00e3o basta simplesmente ir \u00e0 academia duas vezes por semana sem tamb\u00e9m caminhar longas dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>A \u00faltima surpresa escondida em nossos ossos pode ter centenas de anos, mas foi descoberta recentemente. Em 2011, Noreen von Cramon-Taubadel, pesquisadora da Universidade Estadual de Nova York, nos EUA, estava estudando cr\u00e2nios. Como antrop\u00f3loga, ela queria saber se era poss\u00edvel deduzir de onde um cr\u00e2nio vem apenas observando seu formato.<\/p>\n<p>Para isso, ela mediu cuidadosamente cr\u00e2nios encontrados em museus de diferentes pa\u00edses para compar\u00e1-los. E descobriu que o formato da mand\u00edbula n\u00e3o dependia tanto da gen\u00e9tica, mas se a pessoa havia crescido em uma comunidade agr\u00edcola ou de ca\u00e7adores-coletores. Cramon-Taubadel acredita que o segredo da diferen\u00e7a nas mand\u00edbulas est\u00e1 no quanto mastigamos \u00e0 medida que crescemos.<\/p>\n<p>\u201cSe voc\u00ea pensar na ortodontia, a raz\u00e3o pela qual o tratamento \u00e9 feito em adolescentes, \u00e9 porque seus ossos ainda est\u00e3o crescendo&#8221;, diz ela. &#8220;Os ossos ainda s\u00e3o male\u00e1veis nessa idade e respondem a diferentes press\u00f5es.&#8221;<\/p>\n<p>Nas sociedades agr\u00edcolas, a comida \u00e9 mais macia e pode ser ingerida sem necessidade de mastigar muito. E mastigar menos resulta em m\u00fasculos mais fracos, o que significa que nossas mand\u00edbulas n\u00e3o se desenvolvem de forma t\u00e3o robusta.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que a amamenta\u00e7\u00e3o seja outro fator importante, uma vez que sua dura\u00e7\u00e3o varia muito \u2013 e determina quando as crian\u00e7as come\u00e7am a mastigar alimentos mais s\u00f3lidos.<\/p>\n<p>Cramon-Taubadel afirma que o impacto da mastiga\u00e7\u00e3o na mand\u00edbula \u00e9 bastante sutil a olho nu. \u00c9 mais prov\u00e1vel que se apresente nos dentes. &#8220;Especialmente nas popula\u00e7\u00f5es p\u00f3s-industriais, \u00e9 muito mais prov\u00e1vel que haja problemas dent\u00e1rios \u2013 como dentes tortos ou desalinhados por falta de espa\u00e7o&#8221; acrescenta.<\/p>\n<p>&#8220;As pesquisas mostram que adotar uma dieta um pouco mais dura biomecanicamente, principalmente no caso de crian\u00e7as, pode ser \u00fatil para neutralizar parte do desequil\u00edbrio entre a maneira como nossos dentes crescem e se desenvolvem.&#8221;<\/p>\n<p>Mas esta hist\u00f3ria tem uma reviravolta inesperada. A mudan\u00e7as nas nossas mand\u00edbulas e dentes parecem ter tido um efeito inesperado e positivo na maneira como falamos.<\/p>\n<p>Um estudo recente mostrou que, \u00e0 medida que as sociedades descobriram a agricultura no per\u00edodo neol\u00edtico, h\u00e1 cerca de 12 mil anos, as mudan\u00e7as na mand\u00edbula podem ter permitido pronunciar novos sons, como de &#8220;v&#8221; e &#8220;f&#8221;.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, os incisivos superiores (dentes superiores da frente) se encontravam exatamente sobre os inferiores, em vez de cobri-los como atualmente.<\/p>\n<p>Para ter uma ideia de como era a mand\u00edbula no per\u00edodo neol\u00edtico, empurre sua mand\u00edbula inferior para frente, at\u00e9 os dentes inferiores tocarem os superiores, e tente dizer \u201cfil\u00e9\u201d ou &#8220;Veneza&#8221;.<\/p>\n<p>O que ser\u00e1 que os arque\u00f3logos do futuro v\u00e3o encontrar quando examinarem nossos esqueletos de dentro de suas naves espaciais? Se n\u00e3o tomarmos cuidado, nossos ossos podem revelar uma alimenta\u00e7\u00e3o pouco saud\u00e1vel, n\u00edveis impressionantes de sedentarismo e uma depend\u00eancia m\u00f3rbida da tecnologia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tudo come\u00e7ou com uma cabra. O desafortunado animal nasceu na Holanda na primavera de 1939 \u2013 e suas perspectivas n\u00e3o eram nada boas. N\u00e3o tinha uma das patas da frente, e a outra era deformada. Ou seja, se locomover seria mais dif\u00edcil. 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