{"id":26894,"date":"2014-11-04T15:26:57","date_gmt":"2014-11-04T18:26:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=26894"},"modified":"2014-11-04T23:51:14","modified_gmt":"2014-11-05T02:51:14","slug":"aedes-aegypti-representa-risco-em-117-municipios-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/aedes-aegypti-representa-risco-em-117-municipios-do-pais\/","title":{"rendered":"Mosquito Aedes aegypti representa risco em 117 munic\u00edpios de todo pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>Estudo divulgado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade nesta ter\u00e7a-feira (4) aponta que 117 munic\u00edpios do Brasil, incluindo dez capitais, t\u00eam risco alto de registrar infesta\u00e7\u00e3o do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. De acordo com a pasta, nessas cidades foram encontrados focos do mosquito em quatro de cada cem casas visitadas.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es integram o Levantamento R\u00e1pido do \u00cdndice de Infesta\u00e7\u00e3o de Aedes Aegypti (LIRAa), feito em outubro, que analisou a exist\u00eancia de locais com larvas em 1.463 cidades. Seu objetivo \u00e9 apontar as regi\u00f5es com maior risco de transmiss\u00e3o das doen\u00e7as.<\/p>\n<blockquote><p>Bel\u00e9m (PA), Porto Velho (RO), Macei\u00f3 (AL), Natal (RN), Recife (PE), S\u00e3o Luis (MA), Aracaju (SE), Vit\u00f3ria (ES), Cuiab\u00e1 (MT) e Porto Alegre (RS) s\u00e3o as capitais com maior risco de infesta\u00e7\u00e3o. A regi\u00e3o Nordeste \u00e9 a que concentra mais munic\u00edpios em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica: 96 das 727 localidades nordestinas pesquisadas.<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo o governo, outras 533 cidades foram classificadas em situa\u00e7\u00e3o de alerta (pois tinham entre uma e tr\u00eas casas a cada cem com larvas) e 813 apresentaram situa\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria (um ou menos im\u00f3veis de cada centena continha focos do Aedes aegypti).<\/p>\n<p>No ano passado, o LIRAa apontou 159 munic\u00edpios em situa\u00e7\u00e3o de risco e 539 em alerta. Apesar do n\u00famero de cidades consideradas cr\u00edticas ter sido menor este ano em rela\u00e7\u00e3o a 2013, h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o maior por causa dos casos de chikungunya. At\u00e9 25 de outubro, foram diagnosticados 824 casos da febre no pa\u00eds. O primeiro foi confirmado em setembro. J\u00e1 os casos de dengue somam 556.317 este ano.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Sintomas<br \/>\n<\/strong>A infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, por\u00e9m mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa &#8220;aqueles que se dobram&#8221;, em refer\u00eancia \u00e0 postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doen\u00e7a causa.<\/p>\n<p>Em compensa\u00e7\u00e3o, comparado com a dengue, o novo v\u00edrus mata com menos frequ\u00eancia. Em idosos, quando a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 associada a outros problemas de sa\u00fade, ela pode at\u00e9 contribuir como causa de morte, por\u00e9m complica\u00e7\u00f5es s\u00e9rias s\u00e3o raras, de acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<p>Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya \u00e9 \u00fanico. Uma vez que a pessoa \u00e9 infectada e se recupera, ela se torna imune \u00e0 doen\u00e7a. Quem j\u00e1 pegou dengue n\u00e3o est\u00e1 nem menos nem mais vulner\u00e1vel ao chikungunya: apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmiss\u00e3o similar, tratam-se de v\u00edrus diferentes.<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo divulgado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade nesta ter\u00e7a-feira (4) aponta que 117 munic\u00edpios do Brasil, incluindo dez capitais, t\u00eam risco alto de registrar infesta\u00e7\u00e3o do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. De acordo com a pasta, nessas cidades foram encontrados focos do mosquito em quatro de cada cem casas visitadas. 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