{"id":277529,"date":"2022-01-02T11:31:05","date_gmt":"2022-01-02T14:31:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=277529"},"modified":"2022-01-02T11:44:56","modified_gmt":"2022-01-02T14:44:56","slug":"urna-eletronica-ainda-e-o-caminho-da-paz-e-da-brasilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/urna-eletronica-ainda-e-o-caminho-da-paz-e-da-brasilidade\/","title":{"rendered":"Urna eletr\u00f4nica ainda \u00e9 o caminho da paz e da brasilidade"},"content":{"rendered":"<p>Pior ano do Brasil contempor\u00e2neo, 2021 terminou exatamente como come\u00e7ou: sem governo, sem perspectivas e sem futuro, pelo menos at\u00e9 outubro deste 2022 que se inicia. Al\u00e9m de f\u00fanebre, alcan\u00e7ando mais de 619 mil mortes por conta daquela &#8220;gripezinha&#8221; sem import\u00e2ncia, o terceiro ano do per\u00edodo bozol\u00edtico ficou marcado por uma fieira de incertezas, d\u00favidas e algumas confirma\u00e7\u00f5es, a maioria decorrente da fraude eleitoral de 2018. Elegeram um presidente sossegado com as mazelas do pa\u00eds, assoberbado com os problemas da fam\u00edlia, especialmente dos filhos var\u00f5es, e absolutamente despreocupado com tudo aquilo que n\u00e3o seja poder, poder e poder. \u00c0s vezes, lazer, lazer e novamente poder.<\/p>\n<p>P\u00e9ssimo para o Brasil e pavoroso para os brasileiros, 2021 teve uma s\u00e9rie de coisas boas para segmentos diversos. A primeira delas comprovou o que a maioria do eleitorado cravou desde o resultado da \u00faltima elei\u00e7\u00e3o presidencial: Jair Bolsonaro nada tinha de Messias, nada sabia de pol\u00edtica administrativa e, portanto, seria um zero \u00e0 direita e \u00e0 esquerda. E foi. E \u00e9. Boa parte do povo tamb\u00e9m chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que Neymar J\u00fanior n\u00e3o \u00e9 o craque capaz de conduzir o pa\u00eds ao hexacampeonato mundial de futebol. Chegou a ser fora de s\u00e9rie, mas hoje n\u00e3o passa de mais um bom jogador formado na Terra Brasilis e que faz sucesso no exterior. Ou seja, tanto no campo quanto na urna carecemos de representantes com mais robustez e menos firulas.<\/p>\n<p>Politicamente, bolsonaristas respons\u00e1veis e lulopetistas sem extremos passaram pela pandemia certos de que o principal desafio de 2022 \u00e9 a necessidade de converg\u00eancia sociopol\u00edtica do povo. N\u00e3o importa a ideologia professada. O que realmente deve importar \u00e9 o Brasil. Resolver quest\u00f5es como a fome e o desemprego pode ser o in\u00edcio do problema maior e at\u00e9 agora insol\u00favel: a desigualdade. Queiramos ou n\u00e3o, a solu\u00e7\u00e3o passa obrigatoriamente por uma escolha pelo menos razo\u00e1vel em outubro pr\u00f3ximo. Falta muito pouco, mas o tempo \u00e9 suficiente para avaliarmos bem os candidatos que se apresentam. Lembremos que, infelizmente, nesse meio n\u00e3o existe perfei\u00e7\u00e3o. Entretanto, h\u00e1 alguns t\u00e3o imperfeitos que, caso hajam outras encarna\u00e7\u00f5es, voltar\u00e3o imperfeitos.<\/p>\n<p>N\u00f3s, os eleitores, \u00e9 que devemos mudar. N\u00e3o esque\u00e7amos que o novo velho entendimento do presidente da Rep\u00fablica em rela\u00e7\u00e3o ao pouco caso com os que sofrem j\u00e1 fez muitas v\u00edtimas. O que era show no come\u00e7o do governo acabou em frieza e desprezo nas duas \u00faltimas semanas do ano findo. Chega de fanatismos para l\u00e1 ou para c\u00e1. Renovemos a alma e o voto na urna eletr\u00f4nica. Ali\u00e1s, a maquininha de votar foi o que restou sem manchas em 2021. Apesar das numerosas tentativas dos bolsonaristas sem programa e sem apego ao pa\u00eds, as resist\u00eancias do sistema eletr\u00f4nico de vota\u00e7\u00e3o continuaram firmes. Tentaram defenestr\u00e1-la, mas a urna defendida com unhas e dentes pelo meu amigo Z\u00e9 permaneceu segura, inviol\u00e1vel e inquestionavelmente transparente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da escolha certa, resta esperar para saber se o pr\u00f3ximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, acertou na indica\u00e7\u00e3o do general Fernando Azevedo e Silva para comandar o administrativo-financeiro do pleito deste ano. Ex-presidente do TSE por tr\u00eas vezes, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Marco Aur\u00e9lio Mello acha que n\u00e3o. Ele classifica a nomea\u00e7\u00e3o do ex-ministro da Defesa para a dire\u00e7\u00e3o-geral da Corte eleitoral como mau exemplo. Segundo ele, nem durante a ditadura os militares comandaram os tribunais. Tamb\u00e9m ex-presidentes do TSE e igualmente aposentados do STF, Francisco Rezek e Ayres Britto divergem de Marco Aur\u00e9lio.<\/p>\n<p>Rezek avalia o general como servidor p\u00fablico exemplar e Britto espera que Fernando Azevedo n\u00e3o aja como general enquanto estiver no cargo. \u00c9 o que tamb\u00e9m esperam os que torcem pela serenidade democr\u00e1tica e por um Brasil sem exce\u00e7\u00f5es e com torcedores apaixonados apenas pelos bras\u00f5es futebol\u00edsticos. Mesmo assim com respeito e sem o fanatismo que ignora, segrega e mata. Tor\u00e7amos para que o general cale a boca dos que chegaram a usar a fraude da fraude na urna eletr\u00f4nica como mote para um golpe eleitoral. Meu amigo Z\u00e9, o ninja que n\u00e3o se cala, estar\u00e1 atento para evitar que lun\u00e1ticos desavisados tentem torpedear como novos bullying\u00a0 o \u00fanico caminho capaz de burlar o funcionamento da maquininha de votar: a tomada el\u00e9trica. Resumindo, a urna eletr\u00f4nica ainda \u00e9 o caminho mais curto para encontrarmos a paz, o equil\u00edbrio e a brasilidade esquecida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pior ano do Brasil contempor\u00e2neo, 2021 terminou exatamente como come\u00e7ou: sem governo, sem perspectivas e sem futuro, pelo menos at\u00e9 outubro deste 2022 que se inicia. 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