{"id":278389,"date":"2022-01-17T11:09:46","date_gmt":"2022-01-17T14:09:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=278389"},"modified":"2022-01-17T11:21:25","modified_gmt":"2022-01-17T14:21:25","slug":"inflacao-comeca-com-18-e-promete-ano-de-muito-arrocho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/inflacao-comeca-com-18-e-promete-ano-de-muito-arrocho\/","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o come\u00e7a com 1,8% e promete ano de muito arrocho"},"content":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Geral de Pre\u00e7os-10 (IGP-10) subiu 1,79% em janeiro deste ano, depois de cair 0,14% em dezembro, de acordo com os dados divulgados nesta segunda (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre).<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os para compor o indicador s\u00e3o coletados entre os dias 11 do m\u00eas anterior e 10 do m\u00eas de refer\u00eancia, servindo de base para o reajuste de tarifas p\u00fablicas e contratos antigos de aluguel e planos de sa\u00fade. O IGP re\u00fane os indicadores de pre\u00e7os ao produtor, ao consumidor e o custo da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>Com esse resultado, o \u00edndice acumula alta de 17,82% em 12 meses. Na compara\u00e7\u00e3o anual, em janeiro de 2021 o IGP-10 subiu 1,33%, com acumulado de 12 meses de 24,49%. De acordo com o coordenador dos \u00cdndices de Pre\u00e7os do instituto, Andr\u00e9 Braz, o indicador foi influenciado pelo aumento no pre\u00e7o de commodities e pela baixa na gasolina.<\/p>\n<p>\u201cAs acelera\u00e7\u00f5es observadas nos pre\u00e7os do min\u00e9rio de ferro, que passaram de -19,28% em dezembro para 24,56% em janeiro, e da soja, indo de -3,41% para 2,92%, itens de maior peso no \u00edndice ao produtor, orientaram o avan\u00e7o da taxa do IPA (\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor Amplo), com maior influ\u00eancia sobre o IGP-10. J\u00e1 a infla\u00e7\u00e3o ao consumidor e na constru\u00e7\u00e3o civil apresentou desacelera\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da queda do pre\u00e7o da gasolina, que foi de 5,50% para -1,51%, e dos pre\u00e7os de vergalh\u00f5es e arames de a\u00e7o, que passaram de -0,40% para -1,61%\u201d.<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os<\/strong><br \/>\nEm janeiro, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor Amplo (IPA) subiu 2,27%, ap\u00f3s a queda de 0,51% em dezembro. Por est\u00e1gios de processamento, Bens Finais variaram de 0,42% para 0,75%, puxados pelo subgrupo alimentos in natura, que passaram de -2,84% para 3,14%. O \u00edndice dos Bens Finais, que exclui os alimentos in natura e combust\u00edveis para o consumo, subiu 0,87% em janeiro, ap\u00f3s variar 0,46% em dezembro.<\/p>\n<p>J\u00e1 o grupo Bens Intermedi\u00e1rios teve a taxa desacelerando de 1,98% em dezembro para 0,55% em janeiro. A principal contribui\u00e7\u00e3o veio do subgrupo combust\u00edveis e lubrificantes para a produ\u00e7\u00e3o, que passou de 4,28% para -1,31%. O \u00edndice de Bens Intermedi\u00e1rios (ex), que exclui da an\u00e1lise esse subgrupo, variou 0,86% em janeiro, ap\u00f3s alta de 1,60%.<\/p>\n<p>No grupo Mat\u00e9rias-Primas Brutas, o \u00edndice acelerou de -3,78% em dezembro para 5,43% em janeiro. As principais contribui\u00e7\u00f5es partiram do min\u00e9rio de ferro, da soja em gr\u00e3o e do milho em gr\u00e3o, que passaram de -4,71% para 2,86%. As principais desacelera\u00e7\u00f5es ocorreram nos itens bovinos (11,28% para 2,73%), caf\u00e9 em gr\u00e3o (10,83% para 4,24%) e cana-de-a\u00e7\u00facar (3,08% para 1,53%).<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os ao consumidor<\/strong><br \/>\nDe acordo com o FGV Ibre, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) subiu 0,40% em janeiro, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao aumento de 1,08% de dezembro. Entre as oito classes de despesa componentes do \u00edndice, cinco tiveram queda nas taxas. S\u00e3o elas os Transportes (2,49% para -0,26%); Educa\u00e7\u00e3o, Leitura e Recrea\u00e7\u00e3o (2,61% para 0,38%); Comunica\u00e7\u00e3o (0,08% para 0,00%); Despesas Diversas (0,16% para 0,10%); e Habita\u00e7\u00e3o (0,77% para 0,74%).<\/p>\n<p>As principais contribui\u00e7\u00f5es ocorreram nos combust\u00edveis e lubrificantes (5,60% para -1,61%); passagem a\u00e9rea (17,18% para -4,37%); combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,16% para 0,04%); alimentos para animais dom\u00e9sticos (0,78% para 0,45%); e tarifa de eletricidade residencial (1,86% para 1,63%).<\/p>\n<p>Registraram acelera\u00e7\u00e3o nas taxas os grupos Alimenta\u00e7\u00e3o (0,59% para 0,88%); Vestu\u00e1rio (0,19% para 1,31%); e Sa\u00fade e Cuidados Pessoais (0,12% para 0,15%). As maiores influ\u00eancias foram nas frutas (2,52% para 10,35%), roupas (0,24% para 1,51%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,06% para 0,38%).<\/p>\n<p><strong>INCC<\/strong><br \/>\nO \u00faltimo componente do IGP-10, o \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o (INCC) variou 0,50% em janeiro, ap\u00f3s a alta de 0,54% em dezembro. Materiais e Equipamentos passaram de 0,81% para 0,91%, Servi\u00e7os foram de 0,61% para 0,97%; e M\u00e3o de Obra foi de 0,28% em dezembro para 0,05% em janeiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Geral de Pre\u00e7os-10 (IGP-10) subiu 1,79% em janeiro deste ano, depois de cair 0,14% em dezembro, de acordo com os dados divulgados nesta segunda (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre). 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