{"id":2812,"date":"2014-02-25T16:36:59","date_gmt":"2014-02-25T19:36:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=2812"},"modified":"2016-07-30T16:59:14","modified_gmt":"2016-07-30T19:59:14","slug":"telescopios-flagram-impacto-de-meteorito-de-400-quilos-caindo-na-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/telescopios-flagram-impacto-de-meteorito-de-400-quilos-caindo-na-lua\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pios flagram impacto de meteorito de 400 quilos caindo na Lua"},"content":{"rendered":"<p>Astr\u00f4nomos capturaram o momento em quum peda\u00e7o de rocha se chocou contra a Lua.\u00a0O choque foi t\u00e3o forte que o\u00a0flash p\u00f4de ser visto da Terra \u00e0 olho nu.<\/p>\n<p>O meteorito de 400 quilos e cerca de um metro\u00a0de di\u00e2metro viajava a 61mil km\/h e colidiu com uma cratera de 40 metros de largura que se encontrava na superf\u00edcie da Lua, a\u00a0Mare Nubium. O epis\u00f3dio \u00e9 considerado o maior impacto lunar j\u00e1 registrado, de acordo com o <em>Guardian<\/em>.<\/p>\n<p>A energia do impacto foi equivalente\u00a0a de 15 toneladas de TNT \u2013 ao menos tr\u00eas vezes maior que o recorde lunar anterior, observado pela NASA em mar\u00e7o de 2013.<\/p>\n<p>O evento foi registrado \u00e0s\u00a08h07 da noite (hor\u00e1rio de Greenwich)\u00a0por dois telesc\u00f3pios\u00a0espanh\u00f3is que monitoram a lua e que fazem parte do\u00a0projeto Midas (Moon Impacts Detection and Analysis System \u2013 Detec\u00e7\u00e3o de Impactos na Lua e Sistema de An\u00e1lises).<\/p>\n<p>Os equipamentos que\u00a0estavam na Sevilha, sul da Espanha estavam apontados para o lado\u00a0n\u00e3o iluminado da lua, onde os lampejos brilhantes resultantes de impactos s\u00e3o mais f\u00e1ceis de ser detectados. A rocha que atingiu a Lua teria queimado na atmosfera terrestre antes de atingir a superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Diferentemente da Terra, a Lua n\u00e3o tem uma atmosfera para proteg\u00ea-la de meteoritos, por isso a superf\u00edcie \u00e9 coberta de crateras.<\/p>\n<p>O astr\u00f4nomo Jos\u00e9 Madiedo, que lidera o projeto Midas da Universidade de Huelva, viu as imagens do ataque logo depois que o software dos telesc\u00f3pios processou o impacto em 11 de setembro de 2013. &#8220;Quando eu vi na tela eu percebi que eu tinha testemunhado um evento raro e incomum. Era realmente enorme. Eu n\u00e3o poderia imaginar um evento t\u00e3o brilhante&#8221;, disse Madiedo.<\/p>\n<p>Os telesc\u00f3pios capturam\u00a0dezenas de impactos lunares a cada dia. Os flashes geralmente duram apenas uma fra\u00e7\u00e3o de segundo, mas o flash do impacto \u00a0de 11 de setembro durou mais tempo do que qualquer visto antes. Ao observar a lua, Madiedo espera aprender mais sobre as amea\u00e7as \u00e0 Terra. &#8220;Somos vizinhos muito pr\u00f3ximos. O que acontece na Lua tamb\u00e9m pode acontecer na Terra&#8221;, disse ele. &#8221; Essa colis\u00e3o\u00a0mostra que a taxa de impactos no nosso planeta por\u00a0as rochas deste tamanho, em torno de um metro de di\u00e2metro, \u00e9 cerca de 10 vezes maior do que pens\u00e1vamos&#8221;, completou.<\/p>\n<p>Mas, de acordo com Madiedo, n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para preocupa\u00e7\u00e3o. Ele garante que a maioria\u00a0das rochas \u00e9 totalmente destru\u00edda antes de chegar \u00e0 Terra. Ainda que algumas partes das rochas resistam ao calor intenso e n\u00e3o queimem na atmosfera, elas n\u00e3o representam s\u00e9rias amea\u00e7as ao planeta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f4nomos capturaram o momento em quum peda\u00e7o de rocha se chocou contra a Lua.\u00a0O choque foi t\u00e3o forte que o\u00a0flash p\u00f4de ser visto da Terra \u00e0 olho nu. 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