{"id":285373,"date":"2022-05-11T00:15:48","date_gmt":"2022-05-11T03:15:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=285373"},"modified":"2022-05-11T04:38:41","modified_gmt":"2022-05-11T07:38:41","slug":"brasil-tem-15-milhao-de-motoristas-e-entregadores-de-produtos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/brasil-tem-15-milhao-de-motoristas-e-entregadores-de-produtos\/","title":{"rendered":"Brasil tem 1,5 milh\u00e3o de motoristas e entregadores de produtos"},"content":{"rendered":"<p>No Brasil, aproximadamente 1,5 milh\u00e3o de pessoas trabalham com transporte de passageiros e entrega de mercadorias, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea). A maioria (61,2%) \u00e9 de motoristas de aplicativo ou taxistas, 20,9% fazem entrega de mercadorias em motocicletas e 14,4% s\u00e3o mototaxistas.<\/p>\n<p>Esses trabalhadores est\u00e3o inseridos na chamada gig economy, termo que caracteriza rela\u00e7\u00f5es laborais entre funcion\u00e1rios e empresas que contratam m\u00e3o de obra para realizar servi\u00e7os espor\u00e1dicos e sem v\u00ednculo empregat\u00edcio, principalmente por meio de aplicativos. Os trabalhadores atuam como aut\u00f4nomos.<\/p>\n<p>De acordo com dados de 2021, existem no pa\u00eds 945 mil motoristas de aplicativo e taxistas, 322 mil motociclistas que fazem entregas, 222 mil mototaxistas e 55 mil trabalhadores que usam outro meio de transporte para entregar produtos.<\/p>\n<p>O estudo mostra que a maioria desses trabalhadores \u00e9 homem, preto ou pardo, e tem menos de 50 anos. O maior n\u00famero de motociclistas que entregam mercadorias, de motorista de aplicativos e de taxistas concentra-se na Regi\u00e3o Sudeste. As regi\u00f5es Norte e Nordeste t\u00eam o maior n\u00famero de mototaxistas no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 escolaridade, mais de 10% dos motoristas de aplicativo e dos taxistas e 5,6% dos entregadores de mercadorias via motocicleta t\u00eam ensino superior. Entre os mototaxistas, a porcentagem \u00e9 2,1% e, nesse grupo, 60,1% n\u00e3o conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio.<\/p>\n<p><strong>Varia\u00e7\u00f5es no rendimento<\/strong><br \/>\nO levantamento do Ipea mostra que, entre 2016 e 2021, o n\u00famero de entregadores de mercadorias via moto aumentou, passando de 25 mil para 322 mil, n\u00famero que n\u00e3o teve redu\u00e7\u00e3o durante a pandemia de covid-19. J\u00e1 o n\u00famero de motoristas de aplicativos e taxistas caiu de 1,121 milh\u00e3o, em 2019, antes da pandemia, para 782 mil, em 2020. Em 2021, o n\u00famero cresceu para 945 mil, mas ainda sem voltar ao patamar de 2019.<\/p>\n<p>O maior rendimento m\u00e9dio \u00e9 dos motoristas de aplicativos e taxistas, em torno de R$ 1,9 mil. Em 2016, eles recebiam, em m\u00e9dia, R$ 2,7 mil.<\/p>\n<p>No subgrupo de motociclistas que fazem entregas, o rendimento \u00e9 de aproximadamente R$ 1,5 mil por m\u00eas, valor que se mant\u00e9m est\u00e1vel desde 2020. A remunera\u00e7\u00e3o dos mototaxistas, por sua vez, permaneceu praticamente constante, passando de aproximadamente R$ 1 mil, em 2016, para R$ 900, em 2021. \u00c9 o \u00fanico subgrupo da gig economy no setor de transportes com rendimentos abaixo do sal\u00e1rio m\u00ednimo, que em 2021 era R$ 1.212.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, aproximadamente 1,5 milh\u00e3o de pessoas trabalham com transporte de passageiros e entrega de mercadorias, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea). 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