{"id":296352,"date":"2022-12-18T09:28:49","date_gmt":"2022-12-18T12:28:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=296352"},"modified":"2022-12-18T09:28:49","modified_gmt":"2022-12-18T12:28:49","slug":"pandemia-derruba-pib-nos-grandes-centros-urbanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pandemia-derruba-pib-nos-grandes-centros-urbanos\/","title":{"rendered":"Pandemia derruba PIB nos grandes centros urbanos"},"content":{"rendered":"<p>A pandemia provocou efeitos diferentes nos munic\u00edpios brasileiros, que variaram conforme a import\u00e2ncia das atividades de servi\u00e7os de cada um, principalmente as presenciais. Diante das medidas restritivas de isolamento e precau\u00e7\u00e3o de cont\u00e1gio por parte das fam\u00edlias, os servi\u00e7os reuniram as atividades que tiveram as maiores quedas de participa\u00e7\u00e3o na economia do pa\u00eds entre 2019 e 2020.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o faz parte da pesquisa Produto Interno Bruto (PIB) dos Munic\u00edpios de 2020, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Segundo os resultados, em 2020 nove cidades responderam por quase 25% do PIB nacional e 15,3% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Neste grupo est\u00e3o S\u00e3o Paulo, com 9,8%; Rio de Janeiro, 4,4%; Bras\u00edlia, 3,5%; Belo Horizonte, 1,3%; Manaus, 1,2%; Curitiba, 1,2%; Osasco (SP), 1%; Porto Alegre (RS), 1% e Guarulhos (SP), 0,9%.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m houve mudan\u00e7a na posi\u00e7\u00e3o de cidades na compara\u00e7\u00e3o entre 2002 e 2020. Manaus subiu da s\u00e9tima para a quinta posi\u00e7\u00e3o; Curitiba, da quinta para a sexta; Osasco (SP), da 16\u00aa para a s\u00e9tima; Porto Alegre, da sexta para a oitava e Guarulhos (SP), da 14\u00aa para a nona.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os 82 maiores PIBs municipais representavam, aproximadamente, metade do total da economia nacional e 35,8% da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Em 2002, in\u00edcio da s\u00e9rie publicada, apenas quatro munic\u00edpios somavam cerca de \u00bc das atividades econ\u00f4micas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Ainda em 2020, os 1.275 munic\u00edpios de menores PIBs responderam por cerca de 1% do PIB nacional e por 2,9% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Entre eles, os 148 situados nos estados do Piau\u00ed e os 135 da Para\u00edba representavam mais de 60% das municipalidades de seus estados. No come\u00e7o da s\u00e9rie, 1.383 correspondiam a 1% do PIB e somavam 3,7% da popula\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p><strong>Concentra\u00e7\u00f5es urbanas<\/strong><br \/>\nNa distribui\u00e7\u00e3o do PIB por concentra\u00e7\u00f5es urbanas, segundo o IBGE, \u00e9 poss\u00edvel verificar \u201ca redu\u00e7\u00e3o relativa da import\u00e2ncia econ\u00f4mica dos grandes centros urbanos no ano de 2020\u201d.<\/p>\n<p>Em 2019, aproximadamente 25% da produ\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil estavam somente em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro. J\u00e1 em 2020, as duas somaram 23,7% do PIB nacional, com S\u00e3o Paulo respondendo por 16,2%, o que significa queda de 0,7 ponto percentual (pp), e o Rio de Janeiro por 7,4%, representando recuo de 0,5 pp.<\/p>\n<p>O analista de Contas Regionais do IBGE, Luiz Ant\u00f4nio de S\u00e1, informou que essa tend\u00eancia de desconcentra\u00e7\u00e3o estava em curso antes da pandemia, mas ela tem se expandido.<\/p>\n<p>\u201cAo longo da nossa s\u00e9rie hist\u00f3rica, algumas atividades ganharam participa\u00e7\u00e3o na economia brasileira que estavam contribuindo para essa desconcentra\u00e7\u00e3o. Na agropecu\u00e1ria, por exemplo, o cultivo de soja n\u00e3o ganhou participa\u00e7\u00e3o do nada na economia brasileira em 2020, j\u00e1 vinha ganhando participa\u00e7\u00e3o dando mais peso para a agricultura\u201d, disse, acrescentando que a extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro e de petr\u00f3leo e a gera\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica s\u00e3o outras atividades que tamb\u00e9m avan\u00e7aram e contribu\u00edram para a desconcentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO Rio de Janeiro \u00e9 um estado que historicamente tem um peso muito grande nas ind\u00fastrias extrativas, mas, ao longo da s\u00e9rie, a gente observa outros estados ganhando participa\u00e7\u00e3o e o Par\u00e1 \u00e9 um deles\u201d, frisou.<\/p>\n<p>Luiz Ant\u00f4nio afirmou, tamb\u00e9m, que, em 2020, as atividades que vinham avan\u00e7ando ao longo da s\u00e9rie hist\u00f3rica continuaram se desenvolvendo, ao contr\u00e1rio do setor de servi\u00e7os que ca\u00edram com o impacto da pandemia.<\/p>\n<p>\u201cO que sustentava capitais como S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, em grande medida, eram os servi\u00e7os e, enquanto todos estavam na m\u00e9dia, esses munic\u00edpios de fora desde eixo de capitais cresciam, isso j\u00e1 era um motivador para a desconcentra\u00e7\u00e3o. Agora que continuaram crescendo e os servi\u00e7os ainda est\u00e3o caindo, isso intensificou o cen\u00e1rio que j\u00e1 estava posto desde 2002\u201d, concluiu.<\/p>\n<p><strong>Desigualdade<\/strong><br \/>\nO IBGE ressaltou que as 10 maiores concentra\u00e7\u00f5es urbanas brasileiras tiveram redu\u00e7\u00e3o em suas participa\u00e7\u00f5es relativas na economia nacional. Em 2020, essas concentra\u00e7\u00f5es somaram 40,5% do PIB, uma redu\u00e7\u00e3o de 2,3 pp ante o peso de 2019.<\/p>\n<p>Marcelo Ara\u00fajo, ge\u00f3grafo do IBGE, disse que a perda de grandes centros urbanos ao longo da s\u00e9rie hist\u00f3rica n\u00e3o significa que eles est\u00e3o ficando mais pobres. \u201cO PIB nacional est\u00e1 subindo e essas cidades maiores est\u00e3o tendo um crescimento menor do que o crescimento nacional, por isso ocorre uma tend\u00eancia de converg\u00eancia e de redu\u00e7\u00e3o de desigualdade espacial do PIB\u201d, observou.<\/p>\n<p>No que se refere \u00e0s grandes regi\u00f5es, nota-se que, em 2020, o padr\u00e3o identificado no pa\u00eds \u00e9 repetido, com concentra\u00e7\u00e3o do PIB em poucos munic\u00edpios. No entanto, na compara\u00e7\u00e3o entre 2002 e 2020, o n\u00famero de municipalidades que somavam at\u00e9 \u00bd da economia local se ampliou. Na Regi\u00e3o Norte, de seis para oito; no Nordeste, de 25 para 36; no Sudeste, de 13 para 21; no Sul, de 31 para 38; e, no Centro-Oeste, de um para cinco.<\/p>\n<p><strong>Regi\u00f5es rurais<\/strong><br \/>\nAra\u00fajo revelou, ainda, que n\u00e3o foi s\u00f3 na Amaz\u00f4nia Legal que houve crescimento nas regi\u00f5es rurais em consequ\u00eancia do aumento da produ\u00e7\u00e3o e do pre\u00e7o. Segundo o ge\u00f3grafo, o desempenho positivo tamb\u00e9m foi notado no Centro-Oeste e no Sudeste.<\/p>\n<p>\u201cTirando as regi\u00f5es rurais do Sul que tiveram estiagem e perdas, todas as demais registraram bom desempenho. A produtividade aumentou, mas sobretudo o efeito pre\u00e7o vai causar um bom resultado generalizado. O aumento que se viu na agropecu\u00e1ria na Amaz\u00f4nia, mais ou menos o pre\u00e7o dos produtos explica\u201d, opinou.<\/p>\n<p><strong>Densidade econ\u00f4mica<\/strong><br \/>\nA an\u00e1lise do PIB dos munic\u00edpios em 2020 tamb\u00e9m revela uma redu\u00e7\u00e3o na concentra\u00e7\u00e3o espacial em virtude da queda da participa\u00e7\u00e3o na economia nacional das concentra\u00e7\u00f5es urbanas.<\/p>\n<p>Enquanto a densidade econ\u00f4mica no Brasil ficou em 896 mil R$\/km\u00b2, as grandes e m\u00e9dias concentra\u00e7\u00f5es urbanas apresentaram densidade de 9.193 mil R$\/km\u00b2, ou seja, cerca de 10,3 vezes maior que a m\u00e9dia do territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>\u201cAinda que esse valor mostre uma concentra\u00e7\u00e3o espacial bastante acentuada, \u00e9 menor que a verificada em 2019, quando as grandes e m\u00e9dias concentra\u00e7\u00f5es urbanas apresentaram densidade cerca de 10,6 vezes maior que a m\u00e9dia do territ\u00f3rio brasileiro\u201d, disse o IBGE.<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice Gini do PIB<\/strong><br \/>\nAo se considerar os munic\u00edpios, o \u00edndice de Gini do PIB &#8211; instrumento que mede o grau de concentra\u00e7\u00e3o de renda em determinado grupo &#8211; ficou em 0,84 em 2020, e manteve-se praticamente inalterado ao longo da s\u00e9rie analisada. Em 2020, apenas os estados do Amazonas e de S\u00e3o Paulo apresentaram \u00edndice de Gini superior ao nacional, com os valores de 0,87 e 0,86, respectivamente.<\/p>\n<p>Os menores indicadores foram observados em Mato Grosso do Sul, com \u00edndice 0,66, e em Mato Grosso, com 0,68.<\/p>\n<p><strong>PIB per capita<\/strong><br \/>\nOs 10 munic\u00edpios com o maior PIB per capita (por cabe\u00e7a) somavam 1,6% do PIB nacional em 2020, e 0,2% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. A cidade com maior valor foi Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s, no Par\u00e1, com R$ 591.101,11. L\u00e1, a extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro era a principal atividade. J\u00e1 as cidades de Selv\u00edria (MS) e de Davin\u00f3polis (GO), que detinham a segunda e a d\u00e9cima posi\u00e7\u00f5es, est\u00e3o na lista por causa da gera\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica.<\/p>\n<p>Na terceira e sexta posi\u00e7\u00f5es, figuravam as cidades de Louveira (SP) e Extrema (MG), em raz\u00e3o do com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas e das ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o. Entre as capitais, Bras\u00edlia, com R$ 87.016,16, ficou na primeira posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao PIB per capita em 2020, enquanto em \u00faltimo lugar ficou Salvador: R$ 20 417,14.<\/p>\n<p>\u201cOs munic\u00edpios de Paul\u00ednia (SP) e S\u00e3o Francisco do Conde (BA), na quarta e nona posi\u00e7\u00f5es, tiveram a ind\u00fastria de refino de petr\u00f3leo como principal atividade. Gavi\u00e3o Peixoto (SP) ocupou a quinta posi\u00e7\u00e3o por causa da atividade de ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, com destaque para a fabrica\u00e7\u00e3o de aeronaves. Ilhabela (SP) e Presidente Kennedy (ES), na s\u00e9tima e oitava posi\u00e7\u00f5es, destacaram-se com a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s\u201d, completou o IBGE.<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nDe 2019 para 2020, das 185 concentra\u00e7\u00f5es urbanas existentes no pa\u00eds, 92 perderam participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional, enquanto o restante aumentou. Entre as que mais avan\u00e7aram no per\u00edodo, est\u00e1 Parauapebas (PA), que passou de 0,3% para 0,5%. Depois, aparecem Jundia\u00ed (SP) e Manaus.<\/p>\n<p>Em sentido contr\u00e1rio, as seis maiores redu\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional nesse per\u00edodo ocorreram em grandes concentra\u00e7\u00f5es urbanas como a de S\u00e3o Paulo, que apresentou o maior decr\u00e9scimo &#8211; de 17% para 16,2% -, seguida por Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Bras\u00edlia e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP).<\/p>\n<p><strong>Perfil econ\u00f4mico<\/strong><br \/>\nEm 2020, 2.620 dos munic\u00edpios, que representam 47% das cidades brasileiras, tiveram a administra\u00e7\u00e3o, defesa, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade p\u00fablica e seguridade social como principal atividade econ\u00f4mica. Nos estados do Acre, Roraima, Amap\u00e1 e Para\u00edba esse percentual ultrapassou 90%.<\/p>\n<p>J\u00e1 no Paran\u00e1 apenas 7% de seus munic\u00edpios tinham essa caracter\u00edstica. Entre as 275 cidades nas quais a atividade principal, em 2020, foi o setor de ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, 220 estavam concentradas nas Regi\u00f5es Sudeste e Sul, o que equivale a 80%. Na agricultura, Mato Grosso obteve o maior percentual de cidades ligadas \u00e0 atividade, seguido por Mato Grosso do Sul e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Os resultados da pesquisa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Munic\u00edpios de 2020 s\u00e3o elaborados pelo IBGE, em parceria com \u00f3rg\u00e3os estaduais de estat\u00edstica, as secretarias estaduais de governo e a Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus (Suframa).<\/p>\n<p>Para o IBGE, \u201ca metodologia adotada para a estimativa \u00e9 uniforme para todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o e integrada, conceitualmente, aos procedimentos adotados no Sistema de Contas Nacionais (SCN) e no Sistema de Contas Regionais (SCR)\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Com isso, o IBGE considera que os resultados divulgados s\u00e3o coerentes e compar\u00e1veis entre si e com os resultados do SCN e do SCR.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o apresentados, a pre\u00e7os correntes, os valores adicionados brutos dos tr\u00eas grupos de atividade econ\u00f4mica: agropecu\u00e1ria, ind\u00fastria e servi\u00e7os, al\u00e9m da administra\u00e7\u00e3o, defesa, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade p\u00fablica e seguridade social, devido \u00e0 import\u00e2ncia dessa atividade na economia brasileira, bem como os impostos, l\u00edquidos de subs\u00eddios, sobre produtos; o PIB e o PIB per capita\u201d, assegurou, destacando, ainda, que as informa\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de estabelecerem rela\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas, possibilitam tra\u00e7ar o perfil econ\u00f4mico de cada um dos munic\u00edpios do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia provocou efeitos diferentes nos munic\u00edpios brasileiros, que variaram conforme a import\u00e2ncia das atividades de servi\u00e7os de cada um, principalmente as presenciais. 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