{"id":30287,"date":"2014-12-04T20:07:15","date_gmt":"2014-12-04T23:07:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=30287"},"modified":"2014-12-06T08:33:09","modified_gmt":"2014-12-06T11:33:09","slug":"governo-reduz-de-2-para-08-previsao-para-o-crescimento-do-pib-em-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/governo-reduz-de-2-para-08-previsao-para-o-crescimento-do-pib-em-2015\/","title":{"rendered":"Governo sente peso da crise e rev\u00ea PIB-2015 de 2% para 0,8%"},"content":{"rendered":"<p>Menos de duas semanas depois de reduzir de 3% para 2% a estimativa de crescimento da economia em 2015, o governo voltou a diminuir a proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pa\u00eds) para o pr\u00f3ximo ano. Documento enviado hoje (4), pelo Minist\u00e9rio do Planejamento, \u00e0 Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento do Congresso Nacional reduziu para 0,8% a previs\u00e3o de crescimento do PIB no ano que vem.<\/p>\n<p>A estimativa aproxima-se das previs\u00f5es do mercado financeiro. Segundo o boletim <em>Focus<\/em>, pesquisa semanal do Banco Central com institui\u00e7\u00f5es financeiras, o mercado acredita em crescimento de 0,77% do PIB em 2015. A nova previs\u00e3o ser\u00e1 incorporada ao projeto da Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) de 2015, em discuss\u00e3o no Congresso. O Minist\u00e9rio do Planejamento prev\u00ea crescimento de 2% do PIB em 2016 e de 2,3% em 2017.<\/p>\n<p>Com o crescimento de 0,8%, o super\u00e1vit prim\u00e1rio \u2013 economia de gastos para pagar os juros da d\u00edvida p\u00fablica \u2013 corresponder\u00e1 a R$ 66,3 bilh\u00f5es no pr\u00f3ximo ano para Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, segundo valores atualizados pelo Minist\u00e9rio do Planejamento. Al\u00e9m dos novos cen\u00e1rios econ\u00f4micos, o valor foi definido com base na meta de 1,2% do PIB de esfor\u00e7o fiscal para 2015, anunciada na semana passada pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy.<\/p>\n<blockquote><p>De acordo com o Minist\u00e9rio do Planejamento, a meta de R$ 66,3 bilh\u00f5es leva em conta o abatimento de R$ 28,7 bilh\u00f5es de obras do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC). Desse montante, o governo federal economizar\u00e1 R$ 55,3 bilh\u00f5es (1% do PIB). Os estados e munic\u00edpios entrar\u00e3o com os R$ 11 bilh\u00f5es restantes (0,2% do PIB). Diferentemente deste ano, o governo federal ser\u00e1 obrigado a economizar mais, caso as prefeituras e os governos estaduais n\u00e3o consigam atingir a meta em 2015.<\/p><\/blockquote>\n<p>As estatais federais n\u00e3o t\u00eam meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio, mas tamb\u00e9m n\u00e3o podem ter d\u00e9ficit. Os valores foram definidos ontem (3) num encontro entre a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o senador Vital do R\u00eago (PMDB-PB), relator do projeto da LDO de 2015 na Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento. A estimativa oficial de crescimento econ\u00f4mico para 2014 havia sido reduzida de 0,9% para 0,5% na \u00faltima edica\u00e7\u00e3o do <em>Relat\u00f3rio de Revis\u00e3o de Receitas e Despesas<\/em>, documento com proje\u00e7\u00f5es para o or\u00e7amento divulgado no fim de novembro.<\/p>\n<p>Como foi anunciado por Levy, o documento estipula meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio de 2% do PIB para 2016 e 2017. Esse esfor\u00e7o fiscal permitir\u00e1 que o d\u00e9ficit nominal \u2013 resultado negativo nas contas p\u00fablicas ap\u00f3s o pagamento dos juros da d\u00edvida p\u00fablica \u2013 caia de 4,1% do PIB, em 2015, para 2,7% em 2016 e 2,5% em 2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Menos de duas semanas depois de reduzir de 3% para 2% a estimativa de crescimento da economia em 2015, o governo voltou a diminuir a proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pa\u00eds) para o pr\u00f3ximo ano. 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