{"id":309618,"date":"2023-07-25T00:00:47","date_gmt":"2023-07-25T03:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=309618"},"modified":"2023-07-25T09:17:38","modified_gmt":"2023-07-25T12:17:38","slug":"cremerj-aponta-que-a-cada-3-dias-um-medico-e-agredido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/cremerj-aponta-que-a-cada-3-dias-um-medico-e-agredido\/","title":{"rendered":"Cremerj aponta que a cada 3 dias um m\u00e9dico \u00e9 agredido"},"content":{"rendered":"<p>O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) divulgou um levantamento apontando que, a cada tr\u00eas dias, um m\u00e9dico sofre algum tipo de agress\u00e3o durante a atividade profissional no estado. Os dados s\u00e3o do Portal da Defesa M\u00e9dica, lan\u00e7ado pelo Cremerj em novembro de 2018, com a finalidade de agir com rapidez em casos mais graves, como de agress\u00e3o e de exerc\u00edcio ilegal da medicina.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos casos de viol\u00eancia durante a atividade profissional, o Portal da Defesa M\u00e9dica contabilizou, entre dezembro de 2018 e junho deste ano, 546 ocorr\u00eancias de m\u00e9dicos que sofreram algum tipo de agress\u00e3o, seja ela f\u00edsica ou verbal. A situa\u00e7\u00e3o nas unidades p\u00fablicas \u00e9 a mais complicada. Do total de casos contabilizados, 67% aconteceram nessa rede.<\/p>\n<p>O documento aponta que 75 m\u00e9dicos foram agredidos fisicamente no ambiente de trabalho, de dezembro de 2018 a junho de 2023. O caso mais recente aconteceu com a m\u00e9dica Sandra Bouyer, que levou socos e pontap\u00e9s durante o plant\u00e3o no Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, em Iraj\u00e1, na zona norte da capital, no dia 16 deste m\u00eas. Enquanto Sandra estava sendo agredida, uma paciente, de 82 anos, sofreu uma parada cardiorrespirat\u00f3ria e n\u00e3o p\u00f4de ser socorrida pela m\u00e9dica. A paciente foi a \u00f3bito. J\u00e1 Sandra precisou levar pontos na boca e teve escoria\u00e7\u00f5es pelo corpo.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9dicas, as principais v\u00edtimas<\/strong><br \/>\nA maioria das agress\u00f5es registradas pelo Cremerj ocorreu contra mulheres \u2013 em torno de 61% dos casos. Somente este ano, de janeiro a junho, 62,5% dos epis\u00f3dios envolveram m\u00e9dicas.<\/p>\n<p>\u201cOs n\u00fameros s\u00e3o preocupantes. \u00c9 inadmiss\u00edvel que um m\u00e9dico seja agredido durante o seu exerc\u00edcio profissional. O que vimos nesta semana, quando uma m\u00e9dica foi covardemente agredida, infelizmente n\u00e3o foi pontual. Por isso, estamos buscando meios para aumentar a seguran\u00e7a para os m\u00e9dicos em seu ambiente de trabalho\u201d, afirma o presidente do Cremerj, Guilherme Nadais.<\/p>\n<p>O Cremerj vem atuando para garantir seguran\u00e7a para os m\u00e9dicos no ambiente de trabalho. Com o Portal da Defesa M\u00e9dica, o conselho oferece aos profissionais que registram a viol\u00eancia sofrida em sua plataforma orienta\u00e7\u00e3o sobre como proceder nessas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em junho, o Cremerj aprovou uma resolu\u00e7\u00e3o que determina que todas as unidades de sa\u00fade do estado do Rio de Janeiro forne\u00e7am seguran\u00e7a para garantir a integridade f\u00edsica dos m\u00e9dicos e demais profissionais que atuam nesses estabelecimentos. A normativa tamb\u00e9m torna compuls\u00f3ria a notifica\u00e7\u00e3o ao conselho sobre a ocorr\u00eancia de viol\u00eancia contra m\u00e9dicos dentro desses estabelecimentos e indica tamb\u00e9m que seja oferecido apoio administrativo e psicol\u00f3gico \u00e0 v\u00edtima.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) divulgou um levantamento apontando que, a cada tr\u00eas dias, um m\u00e9dico sofre algum tipo de agress\u00e3o durante a atividade profissional no estado. 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