{"id":324238,"date":"2024-03-09T00:01:33","date_gmt":"2024-03-09T03:01:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=324238"},"modified":"2024-03-09T13:16:59","modified_gmt":"2024-03-09T16:16:59","slug":"nordestinas-e-nortistas-pedem-igualdade-e-fim-da-violencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/nordestinas-e-nortistas-pedem-igualdade-e-fim-da-violencia\/","title":{"rendered":"Nordestinas e nortistas pedem igualdade e fim da viol\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>No Norte e Nordeste do pa\u00eds, as manifesta\u00e7\u00f5es pelo Dia Internacional da Mulher, nesta sexta-feira (8), foram marcadas pela cobran\u00e7a por igualdade, pela redu\u00e7\u00e3o da pobreza, contra a viol\u00eancia dom\u00e9stica e o machismo e por mais participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Os atos se estendem ao longo do dia com caminhadas, interven\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, feiras feministas, ocupa\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias para chamar a aten\u00e7\u00e3o para as graves desigualdades entre homens e mulheres.<\/p>\n<p><strong>Maranh\u00e3o<\/strong><br \/>\nNo Maranh\u00e3o, as mobiliza\u00e7\u00f5es de rua iniciaram \u00e0s 7h, na capital S\u00e3o Lu\u00eds. Cerca de 300 mulheres camponesas se reuniram em frente ao Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es, sede do governo do Estado. Elas denunciaram a viol\u00eancia no campo, com destaque para as altera\u00e7\u00f5es na Lei de Terras do estado. A manifesta\u00e7\u00e3o, entretanto, foi barrada pela Pol\u00edcia Militar.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o viemos aqui negociar com a pol\u00edcia. N\u00f3s viemos negociar com o governo do Estado, que no ano passado nos recebeu com flores, mas n\u00e3o atendeu nenhuma de suas promessas. N\u00e3o podemos mais sobreviver com veneno sobre nossas cabe\u00e7as e na mira de pistoleiros nos nossos territ\u00f3rios\u201d, disse Inez Pinheiro, integrante do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST).<\/p>\n<p>As mulheres afirmam que as mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o favorecem a grilagem de terras e a expuls\u00e3o dos trabalhadores do campo. O grupo tamb\u00e9m cobrou investimentos na agricultura familiar, melhores condi\u00e7\u00f5es de ensino nas escolas rurais e de ferramentas de combate \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres.<\/p>\n<p>\u201cEssa casa \u00e9 do povo maranhense, essa casa \u00e9 nossa e vamos voltar quantas vezes for preciso, mobilizadas e em luta. N\u00e3o aceitamos uma lei imoral como a Lei da Grilagem e estamos tamb\u00e9m no Tribunal da Justi\u00e7a para protocolar o nosso rep\u00fadio, respaldadas pela Constitui\u00e7\u00e3o e com a garantia de que esta lei \u00e9 inconstitucional\u201d, disse Julia Iara, da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST.<\/p>\n<p>Ao final do ato, foi protocolada uma carta ao Tribunal de Justi\u00e7a do Maranh\u00e3o em que o grupo solicita medidas urgentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 lei.<\/p>\n<p><strong>Amazonas<\/strong><br \/>\nNo Amazonas, o F\u00f3rum Permanente das Mulheres de Manaus fez um evento na Pra\u00e7a da Igreja da Matriz, no centro antigo de Manaus, em que lembraram o assassinato da artista venezuelana Julieta In\u00e9s Martinez, 38 anos, morta por asfixia e encontrada dentro de uma cova rasa no dia 8 de janeiro deste ano, em Presidente Figueiredo, munic\u00edpio amazonense.<\/p>\n<p>\u201cO medo n\u00e3o vai nos parar! Com esse tema, esperamos transmitir a ideia de que n\u00e3o devemos deixar o medo nos paralisar e nos impedir de lutar por aquilo em que acreditamos. O ato de hoje, no 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher, n\u00f3s buscamos encorajar as mulheres e pessoas que n\u00e3o concordam com a viol\u00eancia contra as mulheres, demonstrando coragem, for\u00e7a e determina\u00e7\u00e3o. E com esse tema, n\u00f3s esperamos modificar. Mobilizar a sociedade em prol da nossa causa\u201d, disse \u00e0 Ag\u00eancia Brasil a diretora do Movimento das Mulheres Negras da Floresta -Dandara e uma das coordenadoras do F\u00f3rum Permanente de Mulheres de Manaus, Francy J\u00fanior.<\/p>\n<p>A ativista tamb\u00e9m pediu maior participa\u00e7\u00e3o das mulheres nos espa\u00e7os de poder e puni\u00e7\u00e3o para quem pratica o feminic\u00eddio.<\/p>\n<p>\u201cQue a gente tenha, de fato, mulheres nos espa\u00e7os de poder. N\u00f3s estamos falando do Legislativo, estamos falando do Executivo que tenha nesses espa\u00e7os mulheres que representem a causa das mulheres. Tamb\u00e9m as nossas reivindica\u00e7\u00f5es v\u00eam na linha da educa\u00e7\u00e3o, da sa\u00fade, das quest\u00f5es ambientais, como, por exemplo, saneamento b\u00e1sico nas comunidades perif\u00e9ricas, assim como no centro das cidades. Tamb\u00e9m n\u00f3s temos como reivindica\u00e7\u00f5es que os crimes contra as mulheres, seja feminic\u00eddio, seja ass\u00e9dio sexual. Isso seja punido na nossa sociedade, que isso n\u00e3o seja visto como simplesmente mais um crime, assim como o racismo e o racismo ambiental\u201d, defendeu.<\/p>\n<p><strong>Cear\u00e1<\/strong><br \/>\nEm Fortaleza, a data teve como tema &#8220;Por soberania e democracia! Mulheres vivas do Brasil a Palestina&#8221; e tamb\u00e9m reivindica a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o de mais mulheres na pol\u00edtica e autonomia financeira.<\/p>\n<p>Uma das integrantes da coordena\u00e7\u00e3o do ato e da Casa de Cultura e Defesa da Mulher Chiquinha Gonzaga, Maria Eliane Almeida, disse que evento tem debates feministas e ser\u00e1 encerrado com uma grande ciranda das mulheres \u201cpara o combate ao feminic\u00eddio, o combate ao machismo, o combate \u00e0 misoginia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cNeste dia, a nossa principal luta, \u00e9 a luta no combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher que est\u00e1 assustadoramente alta no Brasil e no estado do Cear\u00e1. S\u00f3 no Cear\u00e1, em 2022, foram 704 mulheres assassinadas. Em 2023, foram 722, e at\u00e9 agora, at\u00e9 o m\u00eas de janeiro deste ano, foram 30 mulheres assassinadas. A nossa principal luta \u00e9 a luta na defesa das mulheres contra o feminic\u00eddio. Tamb\u00e9m n\u00f3s estamos com o nosso mote: Mulheres vivas, do Brasil \u00e0 Palestina, pela pris\u00e3o do Bolsonaro, de todos os golpistas, pela democracia, pelo fim do fascismo. Por mais mulheres na pol\u00edtica, autonomia econ\u00f4mica e justi\u00e7a socioambiental. Essa \u00e9 a nossa luta\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Bahia<\/strong><br \/>\nCentenas de mulheres de coletivos e movimentos sociais e populares ocuparam uma das principais vias de Salvador para denunciar e protestar contra a viol\u00eancia no campo e na cidade, como o assassinato da yalorix\u00e1 M\u00e3e Bernadete, morta com mais de 20 tiros no Quilombo Pitanga dos Palmares, em 18 de agosto do ano passado, em Sim\u00f5es Filho (BA).<\/p>\n<p>\u201cO ato tinha por objetivo dialogar com a sociedade baiana sobre esse contexto do aumento das viol\u00eancias no campo, o aumento do feminic\u00eddio. Estivemos por dois dias fazendo um processo de luta, de organiza\u00e7\u00e3o, de forma\u00e7\u00e3o com as mulheres desses movimentos e no dia de hoje, um dia que \u00e9 um dia que as mulheres realizam a jornada de luta. A gente n\u00e3o poderia encerrar sem realizar um ato onde a gente reafirma esse car\u00e1ter de den\u00fancia. A gente precisa cada vez mais denunciar esse contexto da viol\u00eancia no campo, na cidade e tamb\u00e9m afirmar o papel das mulheres\u201d, disse a agricultora Saiane Santos, da Dire\u00e7\u00e3o Nacional do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA).<\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1<\/strong><br \/>\nNo Amap\u00e1, a manifesta\u00e7\u00e3o teve como foco os direitos aos corpos e aos territ\u00f3rios. A coordenadora Nacional do Elo Mulheres em Rede no estado e integrante da coordena\u00e7\u00e3o do Dia Internacional da Mulher no Amap\u00e1, Mary Cruz, disse que a manifesta\u00e7\u00e3o mobilizou as mulheres das \u00e1guas, da floresta, ind\u00edgenas, da periferia, pretas, trans com o objetivo de dar voz a todas pela igualdade salarial, contra a degrada\u00e7\u00e3o ambiental e a viol\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Quando se fala de trag\u00e9dias ambientais, n\u00f3s mulheres somos grande parte da popula\u00e7\u00e3o que sustenta os nossos filhos. A gente v\u00ea que tem muita coisa que a gente precisa comemorar, mas a gente v\u00ea, fundamentalmente, que a gente precisa lutar no caminho da igualdade, porque a gente n\u00e3o quer, a nossa luta jamais foi para superar homens, para superar ningu\u00e9m, a nossa luta \u00e9 para que a gente esteja ao lado dos companheiros, que entendem que \u00e9 preciso mudar o mundo para melhor&#8221;, disse Mary Cruz \u00e0 Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Norte<\/strong><br \/>\nCamponesas sa\u00edram da sede do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra), onde estavam acampadas desde quinta-feira (7), e ocuparam a sede do governo estadual, em Natal. Sob o lema &#8220;Lutaremos! Por nossos corpos e territ\u00f3rios, nenhuma a menos!, elas reivindicam a retomada do or\u00e7amento destinado \u00e0 reforma agr\u00e1ria. Elas tamb\u00e9m cobraram a amplia\u00e7\u00e3o dos recursos para o Programa Nacional de Educa\u00e7\u00e3o na Reforma Agr\u00e1ria (Pronera) e de cr\u00e9dito fundi\u00e1rio para as fam\u00edlias.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos dando continuidade \u00e0 nossa jornada de lutas das mulheres sem terra. Hoje, as sem-terra do Rio Grande do Norte est\u00e3o ocupando a governadoria para reivindicar nossa pauta. N\u00e3o \u00e9 uma pauta nova, \u00e9 uma pauta antiga. Estamos aqui aguardando a governadora [F\u00e1tima Bezerra] para negociar nossa pauta e s\u00f3 sairemos daqui com a nossa negocia\u00e7\u00e3o feita\u201d, disse Williana Soares, integrante da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST no Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p>Durante a tarde, o grupo foi recebido pela governadora F\u00e1tima Bezerra para tratar de pautas ligadas ao movimento.<\/p>\n<p><strong>Alagoas<\/strong><br \/>\nEm Alagoas, mulheres realizaram um ato na capital Macei\u00f3 para pedir o fim de todas as formas de viol\u00eancia contra a mulher, pelos direitos das mulheres e igualdade de oportunidades. Organizado pelo Levante Feminista de Alagoas, a articula\u00e7\u00e3o re\u00fane diversas organiza\u00e7\u00f5es como sindicatos, movimentos populares, universidades. A organiza\u00e7\u00e3o estima a participa\u00e7\u00e3o de 5 mil mulheres, sendo mil de trabalhadoras rurais que vieram do interior do estado para participar da marcha.<\/p>\n<p>A integrante do MST em Alagoas, D\u00e9bora Nunes, disse \u00e0 Ag\u00eancia Brasil que o ato \u00e9 para cobrar por a\u00e7\u00f5es e procedimentos para punir de fato quem agride mulheres e mecanismos eficientes de acolhimento \u00e0s mulheres.<\/p>\n<p>\u201cAs mulheres foram para a rua justamente para poder denunciar isso, para dizer que n\u00f3s queremos estar vivas, queremos viver, mas que para isso \u00e9 necess\u00e1rio que aconte\u00e7a de fato o enfrentamento a todas as formas de viol\u00eancia, a todas as formas de opress\u00e3o. N\u00f3s compreendemos que a impunidade impulsiona a viol\u00eancia, ela fortalece a perspectiva da viol\u00eancia. Quando as pessoas matam, quando as pessoas agridem, quando as pessoas violentam e n\u00e3o pagam por isso, cria-se um clima na sociedade de impunidade, deixando as mulheres na vulnerabilidade&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><strong>Tocantins<\/strong><br \/>\nEm Palmas, capital do Tocantins, as atividades se concentraram no Parque dos Povos Ind\u00edgenas, com uma feira para mostrar a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de mulheres. Outra demanda \u00e9 o acolhimento \u00e0 mulher v\u00edtima de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma quest\u00e3o de fortalecimento dos nossos territ\u00f3rios, enquanto mulheres sem terra. Tamb\u00e9m tem a pauta da viol\u00eancia, que a gente traz como foco; a quest\u00e3o do aluguel social, j\u00e1 que quando uma mulher sofre uma viol\u00eancia, e mais espec\u00edfico, a viol\u00eancia dom\u00e9stica, ela acaba n\u00e3o tendo para onde ir, e ent\u00e3o essa pauta vem para a sociedade\u201d, disse a integrante da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST no Tocantins, Maria das Gra\u00e7as.<\/p>\n<p>Um carta foi entregue ao governo estadual solicitante o pagamento do aluguel social.<\/p>\n<p><strong>Para\u00edba<\/strong><br \/>\nO Movimento de Mulheres Feministas da Para\u00edba promoveu um ato pol\u00edtico cultural no centro de Jo\u00e3o Pessoa para pedir a\u00e7\u00f5es de combate ao feminic\u00eddio no estado; De acordo com um manifesto do grupo, o estado tem a pior taxa de feminic\u00eddios do Nordeste, com taxa de 0,85 casos por 100 mil habitantes. Entre 2022 e 2023, o n\u00famero de casos cresceu 34,6%.<\/p>\n<p>O documento aponta ainda que as mulheres negras s\u00e3o as que mais sofrem viol\u00eancia, \u201cdemonstrando car\u00e1ter racista da viol\u00eancia contra, n\u00f3s mulheres, e a necessidade de adequar as pol\u00edticas p\u00fablicas para mulheres que enfrentem a quest\u00e3o do racismo em nosso pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDessa maneira, denunciamos a sociedade machista, racista e patriarcal, esse capitalismo desumano que vivemos e, ao mesmo tempo reivindicamos o aumento de pol\u00edticas p\u00fablicas que nos protejam da viol\u00eancia e nos garantem ter vez e voz nos espa\u00e7os de poder e decis\u00e3o para que possamos construir as leis que garantir\u00e3o o direito de permanecermos vivas e sermos livres. Por isso, queremos mais mulheres eleitas, neste ano de 2024, que \u00e9 um ano eleitoral. Precisamos defender e fortalecer a Democracia para que nossa voz possa ser ouvida e efetivada nas casas legislativas e nos cargos executivos\u201d, diz o manifesto.<\/p>\n<p>As mulheres protestaram por concess\u00e3o de financiamento e renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas das agricultoras. &#8220;Uma das pautas principais unificadas foi relacionada \u00e0 libera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos para a mulher, a renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas para as companheiras que est\u00e3o endividadas poderem acessar os cr\u00e9ditos e a quest\u00e3o da obten\u00e7\u00e3o de terra de algumas \u00e1reas priorit\u00e1rias dos nossos acampamentos&#8221;, disse a integrante do MST em Alagoas, Eva Vilma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Norte e Nordeste do pa\u00eds, as manifesta\u00e7\u00f5es pelo Dia Internacional da Mulher, nesta sexta-feira (8), foram marcadas pela cobran\u00e7a por igualdade, pela redu\u00e7\u00e3o da pobreza, contra a viol\u00eancia dom\u00e9stica e o machismo e por mais participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica. 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