{"id":330007,"date":"2024-06-01T00:00:19","date_gmt":"2024-06-01T03:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=330007"},"modified":"2024-06-01T07:58:11","modified_gmt":"2024-06-01T10:58:11","slug":"banco-de-alimentos-do-rio-deve-beneficiar-5-mil-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/banco-de-alimentos-do-rio-deve-beneficiar-5-mil-pessoas\/","title":{"rendered":"Banco de Alimentos do Rio deve beneficiar 5 mil pessoas"},"content":{"rendered":"<p>Fruto de conv\u00eanio entre as cidades do Rio de Janeiro e de Col\u00f4nia, na Alemanha, foi inaugurado nesta semana, pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), o primeiro Banco de Alimentos da capital fluminense no antigo refeit\u00f3rio do EcoParque do Caju. Os beneficiados ser\u00e3o fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social cadastradas pela Secretaria Municipal de Assist\u00eancia Social no bairro do Caju, que registra o segundo pior \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade, depois de Fazenda Botafogo.<\/p>\n<p>\u201cEsse conv\u00eanio nos permitiu fazer a obra no antigo refeit\u00f3rio, que virou um centro de distribui\u00e7\u00e3o. O restante \u00e9 uma parceria entre a prefeitura, com a Comlurb liderando o processo, junto com a Secretaria Municipal de Assist\u00eancia Social, e a rede de supermercados Zona Sul\u201d, disse o presidente da companhia, Fl\u00e1vio Lopes.<\/p>\n<p>O projeto foi financiado em colabora\u00e7\u00e3o com o Minist\u00e9rio Federal da Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica e do Desenvolvimento da Rep\u00fablica Federal da Alemanha, por meio da Engagement Global e seu Centro de Servi\u00e7os para os Munic\u00edpios em um S\u00f3 Mundo. O Banco de Alimentos tem apoio tamb\u00e9m do Instituto Municipal de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria, Vigil\u00e2ncia de Zoonoses e Inspe\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria (Ivisa-Rio), vinculado \u00e0 Secretaria Municipal de Sa\u00fade, e da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ).<\/p>\n<p><strong>Funcionamento<\/strong><br \/>\nKits de alimentos distribu\u00eddos no bairro do Caju incluem frutas, verduras e legumes &#8211; William Werneck\/Divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nOs alimentos do Supermercado Zona Sul que n\u00e3o s\u00e3o vendidos nas lojas por estarem fora dos padr\u00f5es est\u00e9ticos, mas se encontram em condi\u00e7\u00f5es nutricionais de consumo, deixam de virar lixo e s\u00e3o doados \u00e0 Comlurb, que os retira de uma \u00e1rea frigor\u00edfica da rede com um caminh\u00e3o-ba\u00fa espec\u00edfico e os leva at\u00e9 o Caju. Servidoras da Secretaria de Assist\u00eancia Social preparadas para manipular os alimentos, fazem a separa\u00e7\u00e3o e montagem dos kits para serem distribu\u00eddos.<\/p>\n<p>Cada kit cont\u00e9m cerca de 600 gramas de cada tipo de alimento por pessoa. \u201cEnt\u00e3o, uma fam\u00edlia com oito membros ganha oito vezes esse kit\u201d, informou Lopes. Os itens recebidos da rede de supermercados Zona Sul incluem frutas, verduras e legumes, de modo geral. \u201cA depender da fam\u00edlia, a gente monta o kit e distribui\u201d, disse Lopes. S\u00e3o feitas cerca de 50 distribui\u00e7\u00f5es por dia, duas vezes por semana, o que totaliza 400 kits por m\u00eas.<\/p>\n<p>Segundo Fl\u00e1vio Lopes, isso representa de 4 mil a 5 mil pessoas beneficiadas mensalmente. A alimenta\u00e7\u00e3o dessas fam\u00edlias moradoras do Caju, que consistia basicamente de farinha com feij\u00e3o e arroz, \u201cquando tinha\u201d, agora inclui verduras, legumes, frutas.&#8221; Pelos depoimentos, as pessoas t\u00eam melhorado de sa\u00fade j\u00e1, e a gente est\u00e1 bem feliz com esse processo.\u201d<\/p>\n<p><strong>Outros ganhos<\/strong><br \/>\nLopes destacou que, al\u00e9m do ganho social e de sa\u00fade p\u00fablica, existem ganhos financeiros, porque a companhia deixa de transferir esse material do Caju para Serop\u00e9dica, onde fica o aterro. \u201cOu seja, evitam-se viagens de caminh\u00e3o emitindo mon\u00f3xido de carbono, aumenta-se a vida \u00fatil do aterro, porque \u00e9 menos material levado para l\u00e1. Tem v\u00e1rios ganhos intang\u00edveis e indiretos dentro desse processo.\u201d<\/p>\n<p>A Comlurb ainda n\u00e3o sabe onde ser\u00e1 instalado o segundo Banco de Alimentos do Rio de Janeiro, mas entende que, com esse banco ganhando corpo, sejam encontradas mais redes de supermercados parceiros para aderir ao projeto, fazer a segrega\u00e7\u00e3o desses alimentos e n\u00e3o transform\u00e1-los em lixo. \u201cPorque \u00e9 a\u00ed que se come\u00e7a\u201d, enfatizou Fl\u00e1vio Lopes.<\/p>\n<p>Ele deixou claro que a Comlurb n\u00e3o pega alimento do lixo para distribuir. \u201cO alimento \u00e9 separado na origem. Ele n\u00e3o tem contato com lixo. Precisamos de mais redes com a mesma disposi\u00e7\u00e3o. A\u00ed, poderemos ampliar o banco do Caju, que ainda tem espa\u00e7o. Com ele virando um case de sucesso, a ideia \u00e9 partir para o segundo banco\u201d. N\u00e3o h\u00e1 ainda, entretanto, nenhum bairro escolhido para abrigar o novo projeto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fruto de conv\u00eanio entre as cidades do Rio de Janeiro e de Col\u00f4nia, na Alemanha, foi inaugurado nesta semana, pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), o primeiro Banco de Alimentos da capital fluminense no antigo refeit\u00f3rio do EcoParque do Caju. 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