{"id":331304,"date":"2024-06-22T00:48:20","date_gmt":"2024-06-22T03:48:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=331304"},"modified":"2024-06-22T03:51:56","modified_gmt":"2024-06-22T06:51:56","slug":"brasil-precisa-revisitar-historia-para-nao-repeti-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/brasil-precisa-revisitar-historia-para-nao-repeti-la\/","title":{"rendered":"&#8216;Brasil precisa revisitar hist\u00f3ria para n\u00e3o repeti-la&#8217;"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9ramos, naqueles distantes anos, alguns poucos alunos do Gin\u00e1sio Agapito dos Santos, um centro de ensino impregnado de reacionarismo udenista. De uma maneira geral filhos da classe dominante que amava o Brigadeiro Eduardo Gomes e odiava Get\u00falio Vargas, sempre apontado como ditador, e, ent\u00e3o, tamb\u00e9m como corrupto. Pass\u00e1ramos a semana ombro a ombro com os militantes da Uni\u00e3o da Juventude Comunista, realizando com\u00edcios-rel\u00e2mpago pelos bairros de Fortaleza, reclamando a ren\u00fancia do presidente. Os comunistas acusavam Get\u00falio de &#8220;agente do imperialismo&#8221;; n\u00f3s, ainda sem defini\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica, f\u00f4ramos conquistados pela den\u00fancia do &#8220;mar de lama&#8221; que correria nos por\u00f5es do Pal\u00e1cio do Catete, no Rio de Janeiro, sede da Presid\u00eancia.<\/p>\n<p>Naquela quarta-feira, 24 de agosto de 1954, bem cedinho, ir\u00edamos fazer um com\u00edcio no Abrigo Central, um ajuntamento de filas de \u00f4nibus em meio \u00e0 Pra\u00e7a do Ferreira, onde tudo acontecia. Foi a\u00ed, e s\u00f3 ent\u00e3o, que um representante do Comit\u00ea estadual nos advertiu de que o Partido mudara de posi\u00e7\u00e3o e n\u00f3s dever\u00edamos, doravante, denunciar o imperialismo como respons\u00e1vel pelo suic\u00eddio do presidente acuado.<\/p>\n<p>Registro este fato afastado de qualquer inten\u00e7\u00e3o memorialista; seu intuito \u00e9 assinalar o que deve ter ocorrido em todo o pa\u00eds, como consequ\u00eancia da inseguran\u00e7a de um comando pol\u00edtico desafeito \u00e0s li\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria e, por isso, condenado a repetir seus erros. Alguns s\u00e3o registrados a seguir.<\/p>\n<p>S\u00f3 muitos anos passados daquele agosto de 1954, na pesquisa para a cole\u00e7\u00e3o Textos pol\u00edticos da hist\u00f3ria do Brasil (que assinei com Paulo Bonavides para as edi\u00e7\u00f5es do Senado Federal, 2002) deparei-me com a edi\u00e7\u00e3o do dia 24 de agosto da Imprensa popular, jornal do Comit\u00ea Central do PCB, que circulava no Rio de Janeiro. Na capa, gritava em letras garrafais: &#8220;Abaixo o governo de trai\u00e7\u00e3o nacional de Vargas!&#8221; No dia seguinte os jornais trariam fotos da explos\u00e3o popular incendiando as viaturas dos jornais de direita (principalmente O Globo e Tribuna da Imprensa) e, no mesmo embalo, depredando as oficinas do jornal comunista. No mesmo dia e nos dias seguintes, no Rio de Janeiro e em todo o pa\u00eds, as ruas e as pra\u00e7as foram ocupadas por grandes massas chorando a morte do &#8220;pai dos pobres&#8221;. A bandeira de luta, naquele momento, era ditada pela carta-testamento deixada pelo suicida.<\/p>\n<p>Esquecido das li\u00e7\u00f5es de Marx, o Comit\u00ea Central do PCB revelava-se despreparado para compreender a crise pol\u00edtica brasileira, porque nada conseguia ver para al\u00e9m das apar\u00eancias. Discutia-se, desde sua funda\u00e7\u00e3o, o sentido da &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o Brasileira&#8221;. Sua trajet\u00f3ria revela ziguezagues doutrin\u00e1rios e pr\u00e1ticos. Suas antecipa\u00e7\u00f5es eram em regra contrariadas pelos. De Prestes a Roberto Freire, o fim triste de uma expia\u00e7\u00e3o dolorosa, nossas dire\u00e7\u00f5es primavam por brigar com o processo hist\u00f3rico. Assim foi a tentativa de tomada de poder em 1935, reveladora de uma tr\u00e1gica mistura de voluntarismo, idealismo, descaso pela realidade e injustificado desconhecimento da terra e da gente cuja hist\u00f3ria pretendia conduzir.<\/p>\n<p>Faz parte da hist\u00f3ria o registro do rotundo fracasso em que se converteu a tentativa de golpe de m\u00e3o de 1935, levante militar sem apoio nas tropas e na popula\u00e7\u00e3o, cujas nefastas consequ\u00eancias para o movimento comunista s\u00e3o sentidas at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>A repress\u00e3o que se segue \u00e0 insurg\u00eancia fracassada n\u00e3o impediria, por\u00e9m, o PCB de se associar ao varguismo quando o Brasil, finalmente, isto \u00e9, quando as cortinas do conflito j\u00e1 se iam fechando, decide apoiar os Aliados na guerra contra o Eixo.<\/p>\n<p>O passado repressivo do governo tampouco impediria que o PCB voltasse a namorar com o ditador, uma vez mais confundindo as massas. Refiro-me \u00e0 sua ades\u00e3o ao &#8220;queremismo&#8221;, movimento pol\u00edtico que defendia a perman\u00eancia de Vargas no poder. O fracasso do continu\u00edsmo terminaria por antecipar o fim do Estado Novo, abrindo as portas para a redemocratiza\u00e7\u00e3o, as elei\u00e7\u00f5es de 1945 e a convoca\u00e7\u00e3o da Constituinte de 1946.<\/p>\n<p>Nos anos seguintes ao fim da guerra, o Partid\u00e3o conhece seu fast\u00edgio como organiza\u00e7\u00e3o de massas, embalado pelas vit\u00f3rias do Ex\u00e9rcito Vermelho e a ascens\u00e3o da URSS, onde tinham sede, na burocracia do PCUS, as formula\u00e7\u00f5es doutrin\u00e1rias e t\u00e1ticas que orientavam os comunistas e as esquerdas de um modo geral (de l\u00e1 teriam vindo, entre outras, as ordens e instru\u00e7\u00f5es para o levante de 1935). Nossa presen\u00e7a no &#8220;Para\u00edso&#8221;, por\u00e9m, foi curta. J\u00e1 em 1946 seria desencadeada a campanha internacional contra os comunistas e assemelhados: a senha foi o discurso de Churchill em Fulton (EUA). Em 1947 a bancada de parlamentares do PCB (Prestes \u00e0 frente) teve os mandatos cassados, como cassado seria o registro mesmo do Partido, que submerge e adentra a plena clandestinidade.<\/p>\n<p>Luz do sol apenas no governo JK. Os comunistas tentam responder pela esquerda ao avan\u00e7o da repress\u00e3o. Lincoln Penna (em Manifestos pol\u00edticos do Brasil contempor\u00e2neo. Editora E-papers) lembra o &#8220;Manifesto de Agosto de 1950&#8221;, com a proposta de um ex\u00e9rcito de liberta\u00e7\u00e3o nacional, cria\u00e7\u00e3o de sindicatos e entidades de classe paralelos, dividindo os trabalhadores. Perseguidos, ca\u00e7ados, os comunistas se auto-excluem da vida pol\u00edtica: &#8220;o partido entra totalmente no mais completo isolamento das massas&#8221;. Em 1955, numa revis\u00e3o objetiva de suas posi\u00e7\u00f5es sect\u00e1rias, volta a aproximar-se do varguismo e apoia as candidaturas de Juscelino Kubitscheck e Jo\u00e3o Goulart, ex-ministro de Get\u00falio. O PCB continuava de muda, caminhando de seca \u00e0 meca como em meio a um labirinto ideol\u00f3gico, e em 1958 volta \u00e0 pol\u00edtica, nos termos permitidos pela lei e a vigil\u00e2ncia adversa da caserna. Passa a defender a democracia como projeto essencial e aposta na &#8220;conquista do poder&#8221; pela via eleitoral. Ainda na ilegalidade, recupera sua not\u00f3ria influ\u00eancia na vida pol\u00edtico-cultural, se infiltra nos partidos legais (legendas pelas quais seus quadros se candidatam) e seus jornais voltam a circular. A legalidade formal, por\u00e9m, s\u00f3 seria recuperada em 1985, no processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o. Com o partido j\u00e1 bem mais franzino: grande parte de suas bases haviam sido atra\u00eddas pelo PT e pelo PDT de Leonel Brizola e, at\u00e9, pelo MDB.<\/p>\n<p>O insucesso da candidatura presidencial do Marechal Lott, em 1960, candidato a um tempo dos conservadores do PSD, do PCB e de todas as esquerdas, ensejara, por\u00e9m, a elei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Goulart, seu vice, que quase em meio a uma revolu\u00e7\u00e3o chegaria \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica, quando da ren\u00fancia de J\u00e2nio Quadros. O que se segue \u00e9 hist\u00f3ria recente e consabida. O pa\u00eds \u00e9 empolgado pela rea\u00e7\u00e3o civil ao golpe anunciado pelos ministros militares que vetavam a posse do vice-presidente constitucional. A defesa da legalidade sobe ao altar c\u00edvico como princ\u00edpio, e a ascens\u00e3o do povo como sujeito hist\u00f3rico transforma-se em axioma.<\/p>\n<p>O governo Jo\u00e3o Goulart, de onde as esquerdas viam o poder ao contemplar o horizonte, levou o PCB a rever os conceitos e as estrat\u00e9gias da Revolu\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n<p>A expectativa de chegada ao poder, transforma-se em certeza iminente. Nossas esquerdas est\u00e3o em festa e as avalia\u00e7\u00f5es anteriores do processo hist\u00f3rico brasileiro s\u00e3o postas em reserva, a come\u00e7ar pelas ilus\u00f5es revolucion\u00e1rias tout court. A op\u00e7\u00e3o \u00e9 co-governar com a &#8220;burguesia nacional&#8221;, e a confronta\u00e7\u00e3o defendida pelos projetos anteriores \u00e9 substitu\u00edda pela t\u00e1tica da infiltra\u00e7\u00e3o no governo, disputando espa\u00e7os com os donos do poder. Depois dos trabalhadores, agora eram os comunistas que julgavam &#8220;haver chegado ao Para\u00edso&#8221;. E no &#8220;Para\u00edso&#8221; n\u00e3o havia espa\u00e7o para inquieta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, e muito menos d\u00favidas t\u00e1ticas: o car\u00e1ter da Revolu\u00e7\u00e3o Brasileira, vista como ente aut\u00f4nomo, era nacional-democr\u00e1tica, e se realizaria por dentro do sistema. As for\u00e7as armadas \u2013 conhecidas pelo seu reiterado apetite pelo poder civil \u2013 eram, ent\u00e3o, e para facilitar a arruma\u00e7\u00e3o das pedras no tabuleiro, apontadas como arraigadamente democr\u00e1ticas: constitu\u00edda sua oficialidade por filhos da classe m\u00e9dia, eram nacionalistas e legalistas, e a burguesia nacional, nossa inimiga de classe, entrara em contradi\u00e7\u00e3o com o capital internacional. Seria, pois, nossa aliada. O inimigo n\u00e3o era o capital como um todo, mas o imperialismo. O nacionalismo voltaria a ser o ponto de aglutina\u00e7\u00e3o das massas, como f\u00f4ra d\u00e9cadas passadas, na luta d&#8217;O petr\u00f3leo \u00e9 nosso, que juntara estudantes, militares e empres\u00e1rios.<\/p>\n<p>O processo social, por\u00e9m, n\u00e3o ouviu os adivinhos, e escreveu seu pr\u00f3prio roteiro, que compreendeu golpes de Estado, ditadura militar e a alian\u00e7a do grande capital com a caserna. No PCB, os mais ortodoxos e sect\u00e1rios \u2013 valho-me de express\u00f5es de Lincoln Pena \u2013 perderiam abatalha com os reformistas e conciliadores. A luta que deveria ser travada na sociedade abrigou-se dentro das organiza\u00e7\u00f5es, e assim se iniciam as di\u00e1sporas. O Partido se esvai gota a gota, at\u00e9 a inexpressividade atual do movimento comunista brasileiro. Um mundo de certezas idealistas impedira as esquerdas de conhecer a realidade.<\/p>\n<p>Com o golpe de 1964, que tanto surpreendeu as esquerdas de um modo geral e os comunistas org\u00e2nicos em particular, o Partid\u00e3o, que j\u00e1 sofrera a crise de 1956, caminha para final melanc\u00f3lico. A p\u00e1 de cal foi o 10\u00ba Congresso (1992), com a transi\u00e7\u00e3o-para a contrafa\u00e7\u00e3o intitulada PPS.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 mais um n\u00facleo produtor de reflex\u00f5es, que Ant\u00f4nio Houaiss chamava de &#8220;centro de pensa\u00e7\u00e3o&#8221;. N\u00e3o h\u00e1 a &#8220;linha certa&#8221; nem a linha guia, n\u00e3o h\u00e1 mais um Partido orientando a milit\u00e2ncia. Multiplicam-se as organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias e a luta armada (1968-1974) se apresenta como a op\u00e7\u00e3o de setores inquietos com nossa fragilidade coletiva no enfrentamento da ditadura. As esquerdas se dispersam em in\u00fameras vis\u00f5es da &#8220;revolu\u00e7\u00e3o brasileira&#8221;, at\u00e9 cair em plena ina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sem a devida an\u00e1lise cr\u00edtica do que haviam sido os \u00faltimos tempos, o que ainda se podia chamar de esquerda ortodoxa se volta, uma vez mais, para o combate na arena da legalidade. A milit\u00e2ncia, por\u00e9m, permanece sem azimute. Os grandes chamamentos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o reivindica\u00e7\u00f5es pol\u00edtica: a luta pela Anistia e o movimento pelas Diretas J\u00e1. Com as vari\u00e1veis que o processo hist\u00f3rico estabelece, s\u00e3o essas, mutatis mutandis, as condi\u00e7\u00f5es da luta presente, que ensejou a resist\u00eancia legal e parlamentar e a reconquista democr\u00e1tica, nos termos negociados com os ditadores.<\/p>\n<p>Vencido o eclipse democr\u00e1tico, permanec\u00edamos, por\u00e9m, distantes das transforma\u00e7\u00f5es estruturais. Tentar\u00edamos ser reformistas em governos partilhados com fo\u00e7as reacion\u00e1rias, para os quais as esquerdas conclamavam o apoio dos trabalhadores, que, todavia, permaneceriam \u00e0 margem do poder. Eis a Realpolitik que chega at\u00e9 aqui: voltar aos idos democr\u00e1ticos e sociais anteriores a 1964. Se nos idos de 1961-1964 o processo social conduzia para as reformas sociais, nas circunst\u00e2ncias de hoje a defesa da democracia torna-se essencial. Impotente diante dos problemas do povo, a democracia pol\u00edtica permite a organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e de seus partidos.<\/p>\n<p>Fez-se necess\u00e1ria a funesta emerg\u00eancia do bolsonarismo para que nos d\u00e9ssemos conta da realidade que tem\u00edamos descobrir. A investida da extrema-direita internacional (o que se assiste no Brasil \u00e9 uma parte deste todo) \u00e9 tocada junto \u00e0s massas, de h\u00e1 muito abandonadas pelo conjunto das esquerdas e das for\u00e7as progressistas. Que os processos eleitorais de 2018 e 2022 sejam sempre lembrados.<\/p>\n<p>Nossa acertada op\u00e7\u00e3o pela via legal, mesmo esta imposta pela ditadura burguesa, levou as esquerdas a se deixarem iludir em face de algumas vit\u00f3rias eleitorais, significativas, como as elei\u00e7\u00f5es de Lula e Dilma, mas que, no entanto, n\u00e3o abriram o caminho das reformas estruturais, como n\u00e3o pode abrir o atual governo, condicionado por uma correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as perigosamente adversa. Movidos pelo imediatismo eleitoral, expungimos do discurso eleitoral as teses fundamentais do socialismo, que deixamos de defender, tanto quanto nos esquecemos da critica ao capitalismo.<\/p>\n<p>Fruto de inumer\u00e1veis erros, mas no essencial resultado de nossas dificuldades de compreender o significado da Revolu\u00e7\u00e3o Brasileira, permanece intocado (presentemente ainda mais fortalecido) o controle do poder pelas for\u00e7as tradicionais do grande capital. Neste sentido n\u00e3o h\u00e1 avan\u00e7os a comemorar. Permanece a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as do conservadorismo dirigindo o sistema, no que ele tem de fundamental para seus interesses. E, para a frente, na medida em que o presente ajuda a ver o futuro, esse quadro tende a agravar-se, com a exacerba\u00e7\u00e3o da crise do trabalho e a imin\u00eancia, no plano internacional, da crise da hegemonia do imperialismo, cujo desfecho pode ser um conflito militar de assustadoras propor\u00e7\u00f5es. No plano interno os interesses da chamada extrema-direita n\u00e3o se op\u00f5em aos interesses da direita &#8220;civilizada&#8221;, e todos se encontram na defesa do sistema capitalista, pois, para a classe dominante, a quest\u00e3o democr\u00e1tica \u00e9, em ess\u00eancia, secund\u00e1ria, quando os neg\u00f3cios do grande capital s\u00e3o respeitados, como s\u00e3o entre n\u00f3s, hoje e desde sempre.<\/p>\n<p>Revisitar a Hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 apenas um m\u00e9todo cient\u00edfico \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do estrategista: \u00e9 o melhor caminho para quem n\u00e3o deseja repetir erros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9ramos, naqueles distantes anos, alguns poucos alunos do Gin\u00e1sio Agapito dos Santos, um centro de ensino impregnado de reacionarismo udenista. 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