{"id":340478,"date":"2024-11-09T00:00:46","date_gmt":"2024-11-09T03:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=340478"},"modified":"2024-11-09T07:13:57","modified_gmt":"2024-11-09T10:13:57","slug":"justica-mantem-condenacao-da-deputada-lucinha-por-peculato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/justica-mantem-condenacao-da-deputada-lucinha-por-peculato\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a mant\u00e9m condena\u00e7\u00e3o da deputada Lucinha por peculato"},"content":{"rendered":"<p>O \u00d3rg\u00e3o Especial do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro, formado pelos 25 desembargadores mais antigos, decidiu manter a condena\u00e7\u00e3o por peculato, a deputada estadual Lucia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha.<\/p>\n<p>Por maioria, a parlamentar foi condenada a quatro anos, cinco meses e dez dias de pris\u00e3o em regime semiaberto e \u00e0 perda de mandato. Ela foi julgada por nomear em seu gabinete uma pessoa que lhe prestava servi\u00e7os pessoais.<\/p>\n<p>O crime de peculato \u00e9 quando um funcion\u00e1rio p\u00fablico se apropria ou desvia bens p\u00fablicos ou particulares de que tem posse em raz\u00e3o do cargo. A decis\u00e3o do \u00d3rg\u00e3o Especial ainda cabe recurso.<\/p>\n<p><strong>Den\u00fancia<\/strong><br \/>\nA den\u00fancia foi ajuizada pela Procuradoria-Geral de Justi\u00e7a (PGJ), que obteve nova decis\u00e3o favor\u00e1vel. De acordo com o Tribunal de Justi\u00e7a, o \u00d3rg\u00e3o Especial rejeitou os embargos de declara\u00e7\u00e3o apresentados pela defesa da parlamentar contra o acordo do colegiado que decidiu pela condena\u00e7\u00e3o. O tribunal n\u00e3o deus mais detalhes sobre a decis\u00e3o \u201cporque o processo permanece com o relator, desembargador Cl\u00e1udio Brand\u00e3o de Oliveira para a lavratura do acord\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio de Janeiro (MPRJ), Lucinha \u00e9 r\u00e9 neste processo desde 2017, quando o \u00d3rg\u00e3o denunciou a parlamentar por nomear Baltazar Menezes dos Santos para um cargo comissionado em seu gabinete, de fevereiro de 2011 a agosto de 2015. Durante esse per\u00edodo, ele prestou servi\u00e7os particulares para Lucinha como pedreiro e cabo eleitoral em locais de interesse pol\u00edtico da parlamentar.<\/p>\n<p>Na den\u00fancia, o MPRJ afirmou que Baltazar \u201cjamais exerceu qualquer fun\u00e7\u00e3o na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), mas prestava servi\u00e7os de pedreiro e auxiliar de servi\u00e7os gerais nas propriedades particulares da parlamentar\u201d. O preju\u00edzo para o er\u00e1rio com a contrata\u00e7\u00e3o do funcion\u00e1rio fantasma somou R$ 173 mil, considerando os 56 meses em que ele recebeu uma remunera\u00e7\u00e3o l\u00edquida de cerca de R$ 3 mil.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o concluiu que era evidente o v\u00ednculo empregat\u00edcio particular entre a deputada e Baltazar, uma vez que o pedreiro, ap\u00f3s ser exonerado do cargo p\u00fablico em 31 de agosto de 2015, ingressou com uma reclama\u00e7\u00e3o trabalhista contra a parlamentar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00d3rg\u00e3o Especial do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro, formado pelos 25 desembargadores mais antigos, decidiu manter a condena\u00e7\u00e3o por peculato, a deputada estadual Lucia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha. 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