{"id":340795,"date":"2024-11-12T00:23:24","date_gmt":"2024-11-12T03:23:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=340795"},"modified":"2024-11-12T09:26:22","modified_gmt":"2024-11-12T12:26:22","slug":"pesquisa-febraban-indica-que-pais-esta-melhor-ou-igual-a-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pesquisa-febraban-indica-que-pais-esta-melhor-ou-igual-a-2023\/","title":{"rendered":"Pesquisa Febraban indica que pa\u00eds est\u00e1 melhor ou igual a 2023"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa Radar Febraban, da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos, mostrou que a percep\u00e7\u00e3o das pessoas sobre a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, comparativamente ao ano passado, \u00e9 melhora ou estabilidade.<\/p>\n<p>O levantamento foi realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Pol\u00edticas e Econ\u00f4micas (Ipespe) de 15 a 23 de outubro, com entrevistas a 2 mil pessoas, nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, 72% avaliaram que o pa\u00eds melhorou (40%) ou ficou igual (32%) em rela\u00e7\u00e3o a 2023 \u2013 no levantamento de setembro essa soma era de 74% (melhorou: 42%; ficou igual: 32%). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 opini\u00e3o de que o pa\u00eds piorou, houve oscila\u00e7\u00e3o positiva de dois pontos, indo de 25% em setembro para 27% em outubro.<\/p>\n<p>De acordo com o Radar Febraban, a avalia\u00e7\u00e3o de que o pa\u00eds melhorou em rela\u00e7\u00e3o a 2023 \u00e9 relativamente homog\u00eanea entre os segmentos sociodemogr\u00e1ficos, mas apresenta varia\u00e7\u00f5es significativas por regi\u00f5es, sendo mais acentuada no Nordeste (45%) e menos no Sul (34%). O mesmo ocorreu sobre a percep\u00e7\u00e3o de piora, com diferen\u00e7as mais expressivas nas regi\u00f5es, mais acentuada no Centro-Oeste (33%) e menos no Nordeste (21%).<\/p>\n<p>O levantamento mostrou ainda que cerca de metade dos brasileiros apresentou expectativa favor\u00e1vel sobre o pa\u00eds para o per\u00edodo at\u00e9 o fim do ano: 49% opinaram que o pa\u00eds estar\u00e1 melhor at\u00e9 o final de 2024 (oscila\u00e7\u00e3o de menos um ponto em rela\u00e7\u00e3o a rodada de setembro); 28% disseram que ficar\u00e1 est\u00e1vel, enquanto 23% esperam uma piora.<\/p>\n<p><strong>Vida pessoal<\/strong><br \/>\nO Radar Febraban mostrou tamb\u00e9m que para 79% da popula\u00e7\u00e3o a vida pessoal e familiar est\u00e1 melhor do que estava em 2023, ante 20% que avaliam que a situa\u00e7\u00e3o piorou. O resultado registra uma varia\u00e7\u00e3o negativa de um ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa de setembro e segue pr\u00f3ximo ao patamar de fevereiro, quando chegou a 83%.<\/p>\n<p>Mostraram-se mais satisfeitos quanto \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o da sua vida pessoal e familiar os jovens de 18 a 24 anos (52% veem melhora) e aqueles com renda acima de cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos (46%). No recorte regional, destaca-se o Nordeste, onde 49% enxergam melhora. J\u00e1 o descontentamento \u00e9 mais expressivo no Centro-Oeste (23% veem piora) e no Sul (25%).<\/p>\n<p>A pesquisa apontou ainda que 62% das pessoas acreditam que a vida pessoal e familiar ir\u00e1 melhorar at\u00e9 dezembro de 2024. Cerca de um quarto cr\u00ea em estabilidade (27%), e os menos esperan\u00e7osos, que projetam piora, somam 8%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 expectativa dos pr\u00f3ximos meses, os jovens de 18 a 24 anos mostram-se os mais confiantes na melhoria da vida pessoal e familiar at\u00e9 o t\u00e9rmino do ano (70% acreditam que ter\u00e3o melhora). Regionalmente, essa expectativa positiva \u00e9 mais alta no Nordeste (68%). O des\u00e2nimo quanto ao restante do ano chega a dois d\u00edgitos na regi\u00e3o Centro-Oeste (10%).<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os<\/strong><br \/>\nO Radar Febraban ouviu as pessoas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o: 77% avaliaram que os pre\u00e7os aumentaram muito ou aumentaram, resultado quatro pontos percentuais superior ao registrado em setembro (74%). Os que observaram estabilidade dos pre\u00e7os oscilaram de 17% para 15%. Apenas 6% opinaram que os pre\u00e7os diminu\u00edram (eram 8% em setembro).<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, a percep\u00e7\u00e3o de que os pre\u00e7os aumentaram muito ou aumentaram mostrou-se mais frequente entre as mulheres (79% delas tem essa percep\u00e7\u00e3o), jovens de 18 a 24 anos (80%), os que estudaram at\u00e9 o ensino m\u00e9dio (79%) e na faixa de dois a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos (78%). No recorte regional, esse n\u00famero \u00e9 mais alto no Norte (80%), recuando para 74% no Nordeste.<\/p>\n<p><strong>Prioridades<\/strong><br \/>\nA sa\u00fade consolidou-se no 1\u00ba lugar do ranking das \u00e1reas apontadas pelos entrevistados como prioridades para receber maior aten\u00e7\u00e3o do governo federal: foi citada por 33% dos brasileiros; emprego e renda foi mencionada por 21%; educa\u00e7\u00e3o foi a terceira, com 13% de men\u00e7\u00f5es. Infla\u00e7\u00e3o e custo de vida apareceram com 10%; meio ambiente (7%), seguran\u00e7a (7%), fome e pobreza (4%), e corrup\u00e7\u00e3o (4%) completaram o ranking.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa Radar Febraban, da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos, mostrou que a percep\u00e7\u00e3o das pessoas sobre a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, comparativamente ao ano passado, \u00e9 melhora ou estabilidade. 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